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Minha resenha do Capítulo 1 de Tesouro da Rainha Dragão.

2020.09.04 18:54 Whisdeer Minha resenha do Capítulo 1 de Tesouro da Rainha Dragão.

Houve um tempo que eu estive cogitando escrever um blog ou algo assim. Meus amigos me convenceram que postar esporadicamente no Reddit era a melhor opção mesmo.
Basicamente eu mestro RPG por um ano, mas umas quatro pessoas que jogaram comigo já me disseram que eu sou uma ótima mestre, e eu sempre tive vontade de escrever alguma coisa assim. Talvez a minha opinião valha a pena compartilhar? Eu não sou uma expert, só me disseram que eu tenho jeito pra coisa haha.
Enfim, aqui vai a review do primeiro capítulo de Hoard of the Dragon Queen, a primeira aventura de D&D5e. E o que você tem de arrumar pra deixar ele jogável. Infelizmente só o primeiro capítulo mesmo, porque todo mundo desistiu do jogo no meio dele e eu não acho justo escrever sobre uma aventura que nunca mestrei.
Eu comecei com o meu grupo no nível 3 ao invés do nível 1. Tanto porque nenhum deles era novato ao sistema, tanto pelo combate contra Cyanwrath.
Basicamente, o capítulo começa a seguinte situação: Seus personagens veêm a cidade de Ninho Verde (uma tradução medonha para Greenest, pessoalmente eu escolheria Verdejante) sob o ataque de um dragão e podem escolher interferir ou não.
Soa heróico?
Bem... Começando com o fato de que entrar em uma cidade sitiada por um dragão no nível um é um ato obviamente suicida, o seguinte é o que acontece se você escolher não entrar e esperar pela manhã:
Assume-se que quando os personagens virem pela primeira vez a luta em Ninho Verde, eles correrão para defendê-la. Se não, e eles tiverem viajando com outros, então os PdMs com quem estão viajando sugerem que um ataque imediato possa virar o jogo ou, ao menos, salvar muitas vidas. Se ainda assim os personagens se mantiverem fora da luta, eles veem metade dos atacantes deixando a cidade por volta da meia-noite, com o restante se retirando em pequenos grupos ao longo das próximas horas. Quando o sol começa a nascer, até mesmo uma rápida inspeção mostra que mais da metade dos prédios estão muito danificados e muitas das riquezas da cidade foram levadas embora. Centenas de pessoas machucadas estão reunidas ao redor do forte ou são encontradas escondidas em porões, mas a maioria irá sobreviver.
Sabe o que é o Capítulo 1? O processo de ajudar o governador da cidade se você escolher entrar nela.
Eu lembro de ter honestamente falado pros meus jogadores fazer personagens que estariam dispostos a entrar em uma cidade sitiada por um dragão por heroísmo (ou ódio a dragões) porque eu sinceramente achei a coisa inteira de te obrigar a fazer um ato suicida onde você provavelmente não pode mudar as consequências do que acontece meio estúpida.
Em "provavelmente não pode mudar as consequências do que acontece", o que o livro descreve como consequência do que acontece se você não entrar na cidade.
...O que é exatamente o que acontece se você entrar na cidade. Entrando, você ajuda a resgatar umas pessoas e impedir a invasão do forte principal, que não é invadido com sucesso se os jogadores não escolherem entrar na cidade.
...Kek?
O que eu fiz aqui foi apresentar esse dilema. Eu só não pulei esse capítulo inteiramente porque eu achei ele muito, muito dramático. Só que a consequência de escolher não entrar na cidade era ser pego por uma armadilha dos cultistas, capturado pelos cultistas.
Os personagens capturados então seriam deixados em uma casa pilhada aleatória dentro da cidade e ter de ou batalhar sozinho pelo seu escape, ou esperar ajuda (seja dos jogadores que escolheram entrar, onde resgatar prisioneiros seria a primeira missão que Nighthill daria a eles, ou de um NPC caso nenhum deles tenha uma boa Furtividade).
Para o fim de ajuda do NPC, eu transformei Linan Swift de uma camponesa em uma batedora. Bem mais útil como uma aliada, mas fraca o suficiente para sofrer contra alguns kobolds e depender dos jogadores.
Uma alternativa que eu vi ser adotada por outros mestres para resolver o problema de "a decisão sensata te faz perder tudo o que acontece no jogo" é simplesmente fazer os personagens já estarem dentro de Ninho Verde quando ela for atacada, e deixar explícito que não podem fugir já que todo o exterior da cidade já foi armadilhado ou ela foi sitiada.
Essa aventura também sofre de uma falta de continuidade horrível. Como eu pessoalmente gosto de conectar consequências, eu fiz o seguinte:
  • Tarbaw Nighthill é um membro da família Nighthill de Baldur's. Boas relações com ele permitem aos jogadores um contato político importante mais para frente na aventura (eu planejava expandir o capítulo da aventura que se passa em Baldur's porque Baldur's é uma cidade muito boa). Mesma coisa com Castellan, que está há séculos ajudando os Nighthill.
  • Eles viajariam junto de Fernando Nighthill, sobrinho de Tarbaw, para Baldur's quando voltassem à Ninho Verde para partir em viagem. Fernando estava no forte sendo treinado por Tarbaw para sucedi-lo na administração de Ninho Verde. O papel de Fernando em Baldur's seria, principalmente, permitir a passagem entre os portões nobres (que só podem ser atravessados na companhia de um dos Patriarcas em Baldur's).
  • Linan Swift é uma ex-membro dos Zhentarim em fuga. Ela dá para a pessoa que mais a ajudou e a sua família um tipo de símbolo de confiança que permite não só seu recrutamento futuro na facção (ou um símbolo de confiança para um pequeno grupo anti-Zhentarim) como faria o personagem ser reconhecido pela gnoma Jamna Gleamsilver no futuro.
Acho que a pior coisa de verdade desse capítulo é quantos combates têm nele. Sério. Se você for rodar todas as missões do capítulo, você vai encontrar facilmente mais de 10 combates em uma noite. Calcule quanto tempo demora um combate e você vai perceber como essa aventura consegue matar completamente o seu pacing. Em minha experiência pessoal, eu fico frustrada em três sessões sem avanço na história e desisto mentalmente do jogo em cinco sessões sem avanço na história.
Eu cortei completamente encontros aleatórios e metade dos combates nas missões, mas isso ainda não foi o suficiente para impedir o capítulo de demorar o suficiente para todo mundo perder o interesse na campanha. Minha recomendação para impedir o meu erro é, além de cortar os encontros aleatórios, só adotar aproximadamente metade das missões de Nighthill. Eu recomendo as seguintes:
  • "Procurando o Forte" é obrigatório, mas não precisa ter um combate além do inicial para salvar Linan e a sua família.
  • "O Velho Túnel" deve existir como um ponto de transporte, mas o combate no túnel e no leito do riacho é bem supérfluo. Eu o adotei mas substituí (como balanceamento para o nível de poder dos personagens) os ratos por um guerreiro desaparecido que estava sendo controlado mentalmente por uma corrupção (seria um plot point maior no futuro) para se tornar hostil. Ainda recomendo dropar o combate aqui porque era só um plot point muito específico do meu jogo e ele não adiciona nada ao capítulo.
  • "O Portão de Acesso" é bom para o mood da situação, mas tem partes mais importantes. Pode ser dropado com segurança.
  • "O Ataque do Dragão" é essencial. Eu obedeci a recomendação de uma outra crítica da aventura que vi online e deixei arcos e uma balista à disposição dos jogadores no topo da torre (ainda bem, porque todos os meus personagens eram especializados em meele e assim eles puderam fazer alguma coisa).
  • "Prisioneiro" pode ser feito no meio das outras missões, não tem necessidade de ser uma missão por si só. Mas uma coisa engraçada que aconteceu na minha mesa é que o prisioneiro mentiu bem o suficiente para conseguir convencê-los de que era um espião de Bahamut infiltrado no culto para destruí-lo por dentro (benditos nat 20). Meu plano era fazer ele acompanhar o grupo e ou trair os personagens alguma hora, ou se converter e vender informações para eles dependendo de como a história se desenvolvesse. Eu achei um conflito bem interessante que recomendo fazer para um prisioneiro humano que seja capturado.
  • Você pode escolher só um entre "Salvem o Moinho" e "Santuário" para o sentimento de ir lá fora para resgatar as pessoas, os dois juntos são um pouco supérfluos. Eu recomendo Santuário, pois Eadyan Moonfalcon pode ajudar os personagens e envolve mais planejamento tático por parte dos personagens (que têm de ter o bom senso de não serem capazes de tomar de frente dois dos três grupos rodeando o templo).
  • "O Campeão Meio-Dragão" é o ápice desse capítulo, mas ao mesmo tempo significa que um personagem batalhará até a morte muito cedo na aventura. Eu recomendo mantê-lo se você trabalhar com personagens que não seriam imediatamente mortos por dano excessivo (como personagens level 3). Também faça Cyanwrath apenas usar a sua baforada de dragão se considerar que seu oponente trapaçeou no combate (como usar magia ou itens mágicos) para torná-lo menos mortal. Quando o personagem chegar a 0 HP, faça-o ser curado imediatamente com uma poção de cura administrada por um NPC (ou jogador, se eles tiverem algum slot de magia de cura e estiver presente). É uma morte épica e tudo mais, mas é muito cedo na aventura para realmente ser uma morte.
Os combates, mesmos cortados a tão poucos, ainda são bem repetitivos. Eu usei homebrews de inimigos diferentes, como kobolds feiticeiros e kobolds soldados, para diminuir o sentimento de "estamos batalhando contra 2d8 kobolds iguais" e também por balanceamento (começando a aventura no nível 3 e tudo o mais).
Pessoalmente, eu balanceei todos os combates para serem Difíceis segundo as regras do livro do mestre.
E algumas coisas que também adicionei ao capítulo, mas não necessariamente são fixes necessários:
  • Eu traduzi Nighthill para "Montenegro".
  • Eu traduzi Cyanwrath para "Cianofúria".
  • Eu traduzi Linan Swift para "Linan, a Veloz". Mais porque em Forgotten Realms como eu a mestro, humanos só têm sobrenomes se são nobres, e só ganham títulos por feitos ou fama. Logo Linan tem o título de a Veloz, mas o resto de sua família não.
  • Dei um laço romântico entre Cyanwrath e Frulam Mondath. A aparição dele no capítulo 3 seria um pouco mais dramática assim. E Cyanwrath é completamente o melhor vilão de HotDQ (o único que tem um desenvolvimento significante, também). A popularidade dele é altíssima (é o terceiro NPC mais pesquisado sobre no DnDBeyond) e o fato de ser o "vilão honrado" no duelo contra ele ganha muito a simpatia dos jogadores.
  • O esposo de Linan Swift é um ferreiro. Ele oferece reparo de armamentos e substituições de graça por terem salvo sua vida caso sejam danificados nos capítulos 1-3.
Eu lembro de ter também cortado várias salas do capítulo 3, pulado o capítulo 2 completamente cortado encontros de viagem do capítulo de viagem, mas nunca mestrei eles per se então não acho que minha crítica deles seria construtiva.
Conclusões finais: Se você tem de mudar tanto assim de uma aventura apenas para ela ser jogável, vale mais a pena escrever a sua própria. Eu acho que gastei mais tempo mudando esse capítulo do que eu gastaria escrevendo uma aventura por mim mesma, porque foram horas de trabalho. Embora já seja trabalho pronto aqui, imagine que você teria de repetir isso para todos os capítulos.
Recomendo: Não.
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2020.09.01 19:36 hmmild Meu feedback sobre New World

I – INTRODUÇÃO

1.Olá, primeiramente, queria dizer que eu sou apenas um cara que gosta de jogar e ajudar as pessoas e, que as vezes algumas ideias surgem à mente, e assim aconteceu durante esse primeiro contato com o jogo e, por oportuno, explicar que aqui são apenas algumas ideias iniciais, que precisam ser trabalhadas, veja bem, ideias, um ponto de vista pessoal, ou seja, apenas uma opinião pessoal como jogador.

2.Eu começo dizendo ainda: difícil não é você conseguir players para um novo jogo, mas sim mantê-los.

3.Aqui estão apenas algumas idéias e análises pessoais de um jogador comum. Muitas coisas que estarão aqui são ideias iniciais e esboços prematuros. Antes de começar, queria deixar uma visão rápida sobre o que eu penso da realidade dos MMORPGs ao longo do tempo:

  1. O mundo já não é mais como era há 10, 20 anos atrás. As tecnologias e as informações estão cada vez mais intensas e aceleradas. Dito isso, na minha análise como jogador há mais de 20 anos, eu percebo que muitas "empresas tradicionais" não acompanharam essa revolução tecno-científica no mesmo ritmo em que elas aconteceram, tanto é que muitas delas, precursoras de alguns gêneros, somam mais prejuízos do que lucro.

  1. Na primeira década do século, podíamos contar nos dedos de uma das mãos os grandes e pioneiros jogos de MMORPG, dentre outros gêneros semelhantes.

  1. Muitos de nós, hoje com seus trinta e poucos anos, ou quase lá, de existência, estávamos na adolescência e começando a engajar nesse universo dos MMORPG, passando horas e horas do nosso tempo imersos em determinado game da espécie.

  1. Pois bem, o tempo passou, e aquela galera que crescia junto com os primeiros MMORPGs foram se ocupando com seus empregos, estudos, família, enfim, já não tinham mais tanto tempo livre para despender aos MMORPG da época, que exigiam e recompensavam os jogadores mais imersivos e dedicados exclusivamente ao jogo.

  1. Nesse contexto, juntamente com o avanço acelerado da globalização, algumas empresas foram rápidas e perspicazes ao perceberem a tempo essas mudanças no mercado. Eis então que surgem e se popularizam gêneros como por exemplo: os mobas, battle royale, os hack and slash, os action rpgs entre outros.

  1. Aqui não vou me alongar muito sobre o tema, apenas dizer que esses gêneros conseguiram contemplar uma gama muito maior de jogadores, como, por exemplo, aqueles que não tem muito tempo para dispor ao game e, também obtiveram uma fatia maior ainda de mercado. Consequentemente, por obterem êxito com essa façanha, muitos jogos explodiram e se popularizam virando fenômenos, trazendo cada dia mais e mais adeptos ao seu nicho.

  1. Agora, no cenário atual, o jogador que joga 12 horas por dia e o jogador que joga apenas duas horas, estão num cenário de igualdade. Uma vez que o mundo e o mercado mudou, o foco dos games mudou, as pessoas mudaram, as tecnologias mudaram. Porém, muitas empresas, que desprezaram até a própria comunidade, não conseguiriam enxergar isso e foram à falência, já dizia Cássia Eller: “Mudaram as estações e nada mudou...♫”

  1. É possível perceber, que esses novos jogos buscam manter sempre um cenário justo, equilibrado, alinhado a diversão, interação e o constante progresso, valorizando outros aspectos em detrimento ao tempo gasto com o jogo e execuções de ações massivas, repetitivas e cansativas. Agora há um equilíbrio natural, o principio fim é, por exemplo, a habilidade individual e o raciocínio de cada jogador, e não mais nos itens e nas vantagens dos leveis que o jogador adquiriu jogando 25 horas por dia. Agora, para você conseguir progredir no game e estar entre os melhores, não é preciso ser um “crackudo” e totalmente aquém da realidade.

  1. Dito isso, deixo algumas questões? Qual caminho New World quer seguir? O que New World quer contemplar? Qual o público alvo do New World?

  1. Eu acredito que assim como algumas novas empresas estão fazendo e, conseguindo sucesso com isso, a Amazon, com o New World, pode focar o máximo possível na igualdade e num sistema justo de progressão, encaminhar as dificuldade e os desafios dentro do jogo para o ponto certo, e não mais ficar na mesmice falida de sempre.

  1. Se a Amazon conseguir isso, New World tem um potencial enorme de crescimento e de dar um passo importante para uma nova era dos gêneros de MMORPGs . Mas para isso, na minha singela opinião, é preciso deixar de lado alguns preceitos ultrapassados que já não se enquadram mais no mercado atual.

  1. Dessa forma, é necessário reinventar e criar novos paradigmas e, antes de mais nada, é fundamental ter muita coragem e não ter medo de errar, para que no fim, não seja apenas mais um no meio de tantos jogos horríveis que já existem, e que ainda insistem na mesmice ultrapassada de outrora.


II – OBSERVAÇÕES INICIAIS SOBRE NEW WORLD


  1. Acredito que New World precisa ter um proposito inicial mais conciso, seja para atrair novos jogadores, seja para mantê-los. É preciso haver uma ideia central que faça com que o game não se torne algo repetitivo, enjoativo e com um fim precoce.

  1. Como fazer isso? Primeiro de tudo, o game deve ter um sistema justo e igualitário para todos. Como assim? Deve recompensar dentro das proporções todos os jogadores de maneira igual, seja o que joga sozinho, seja o que joga em grupo, seja o que joga 20 horas por dia, seja o que joga duas horas, ponto.

  1. O quesito, por exemplo, da "sorte aleatória", pode ser bem melhor trabalhado para esse aspecto. Abordo esse tema melhor no item VIII do tópico. Isso possibilita que os jogadores tenham em mente que em New World a qualquer momento a sua sorte pode mudar, e que mesmo você jogando pouco tempo, você pode ter a chance de ser agraciado de alguma forma com a sorte.

  1. Outra fundamental observação é que devem existir temporadas sazonais, sempre com atualizações e novidades, em busca de a cada nova temporada aprimorar o conteúdo que já existe.

  1. Eu não acredito que o jogo deveria ter uma transição engessada, por exemplo: começa aqui, vai pra ali, e depois terminar lá, mas também não deve ser algo desorganizado e sem sentido, é preciso limitar algumas progressões precoce demais, criar um sistema de penalidades de ganho de experiência, assim tudo terá seu devido tempo para acontecer. O que eu mais tenho observado são players leveis baixos correndo e atravessando para áreas que tecnicamente deveria ser mais perigosa ou restritas para eles no momento. Acredito que as busca pelo level máximo não deva ser algo com grande impacto dentro do jogo, mas também não deve ser desprezado tão facilmente, o foco do jogo não deve ser farmar, farmar, farmar, farmar, farmar, tal área, ou tal monstro. O foco não deve ser o level máximo e suas vantagens extrapoladas. Sinceramente, existem infinitos e melhores aspectos a serem exploradas do que isso.

  1. Dá pra perceber que o jogo mistura um pouco a história da alta e baixa idade média juntamente com o início da formação dos primeiros burgos. O território se divide numa espécie de suserania e vassalagem e mistura a ideia de um feudo/burgo.

  1. Um grande problema que deu pra perceber nesse primeiro teste, é justamente a questão territorial, aparentemente os players tendem a se agrupar na facção que possui mais domínio de terras e mais faccionados afim de buscar mais facilidade dentro do jogo. Isso é preciso ser corrigido, criando algum sistema de equilíbrio natural, fazendo com que esta questão não tenha tanto impacto no jogo.

  1. Acredito que toda facção devia ter pelo menos 1 território permanente e estável sob seu domínio. E que essa questão territorial não influencie significativamente na progressão individual dos jogadores e nas conquistas de desempenho.


III – FLANDERS

  1. Eu acho que seria genial, desde logo, mostrar ao jogador de New World, que o mundo, ao qual ele pertence, é um universo de constante e incansáveis guerras, paralelo a luta pela sobrevivência e a oportunidade de ter seu nome na história, de ser reconhecido no universo a qual ele pertence, seja pelos seus feitos, maestrias, conquistas, habilidade, enfim.

  1. Antes de falar sobre o que acho sobre o sistema de guerra de New World, quero começar pelo sistema de “zona de Flanders”. Para quem não conhece, Flanders (atual Bélgica) foi uma região de intensa batalha entre França e a Inglaterra pelo controle do Canal da Mancha, um local de comercio lucrativo e ponto estratégico para quem o dominasse, e que deu contornos a “Guerra dos 100 anos”.

  1. New world poderia trazer áreas de intensas batalhas e diversas disputas, essas áreas seriam zonas neutras de pvp obrigatório, monstros e bosses de extrema dificuldade e difíceis de matar, porém o foco dessas áreas jamais poderia ser a experiência de leveling ou loot, mas sim a sobrevivência e o combate frenético. As facções estariam em intensas disputa, estariam preocupados em matar os super Bosses, matar as facções rivais e sobreviver. Não podem por exemplo ser aceito formação de grupo nessas áreas (precisa ser estudado). No final, conseguem as recompensas pela morte do Boss, se conseguirem mata-lo, apenas os membros da facção que causou mais dano à ele. Deve ser uma área com desafios difíceis pela sobrevivência. Para essas áreas podem haver por exemplo 3 divisões, até o lvl 20, do lvl 21 ao 40, e do level 41 ao 60, restringindo o acesso de cada area pelo level e títulos (vou falar sobre eles abaixo) dos jogadores. Novamente, o equilíbrio é tudo. Acho que pra uma ideia inicial nesse sentindo é isso.


IV – RANK E ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O PVP

  1. Um sistema de rank das mais variadas categorias deve haver em new world, é mais um objetivo a ser almejado pelos jogadores. Desde da divisão por quantidade de abate, até a divisão de level de colheita e ouro.

  1. Por exemplo, um divisão para o rank de abates e mortes, com algumas peculiaridades. Uma ideia inicial nesse sentindo seria: para cada abate que você conseguir no mundo aberto você soma 2 pontos no rank, para cada morte você diminui -1 ponto. Abater jogadores 10 leveis menores que o seu, você não pontua, morrer para jogadores 10 leveis menores que você, você perde -5 pontos. Matar jogadores com 10+ leveis maiores que o seu você soma 5 pontos. Deve haver também um sistema que pontue a assistência nos abates, para contemplar todos, principalmente aqueles que querem focar seus personagens em cura e proteção por exemplo.

  1. É preciso estudar também, como funcionaria o abate e a morte do jogador estando em um grupo.

  1. Durante a guerra os abates não contabilizam, há tão somente uma nota geral pela vitória ou pela derrota.

  1. O pvp em mundo aberto: deve acontecer num cenário mais justo possível, se o jogador for abatido por um grupo, o jogador que morreu não deve ter tantos prejuízos, isso se eles estiver solo, e o grupo que o matou não deve ter tantos benefícios, no fim o jogo deve contemplar sempre um ambiente justo e equilibrado. Consegue êxito por exemplo, aquele que tem uma melhor habilidade de combate, independente apenas dos itens que carrega, que montou uma emboscada bem sucedida, que atacou na hora certa, que conhece os limites do seu personagem, que sabe usar um contra-ataque, que combinou melhor seus pontos de habilidade, enfim. E na guerra vai vencer o que tem uma melhor estratégia, uma melhor tática, que sabe a hora de atacar, recuar. É preciso criar um sistema justo, durante o tópico vou deixar algumas outras ideias de como poderia ser isso.

  1. Basicamente é deixar claro que você ter um item lendário, não deve lhe tornar uma lenda.

  1. O jogo deve primar sempre pelo justo e o equilíbrio.

  1. Ayrton Sena e eu, cada um com uma Ferrari igual, mas no final a gente sabe o resultado, o melhor sempre ganha é claro, que nesse caso seria eu, obviamente, :rofl:. Mas deixando a brincadeira de lado, o que eu quero dizer com isso é que a vitória deve acontecer não porque o carro desse ou daquele é melhor, e sim porque naquele momento, naquela disputa, quem estava no volante foi melhor. Mantendo a analogia, na realidade atual, quem ganha é quem tem o melhor carro. Agora eu pergunto, atualmente, quem assiste, se entretém e se empolga com a Formula 1? É apenas uma analogia exemplificativa.


V – SISTEMA DE CONDUTA

  1. ​​Minha ideia principal neste item é o sistema de conduta junto com o faccionado renegado.

  1. Para entender minha ideia, primeiro quero que você entenda um pouco como ela é desenhada em minha mente. Eu dividi a conduta dos jogadores em duas, vou chamá-las de conduta azul e vermelha.

  1. Faço parte de uma facção, mas não gostei e quero mudar, posso? Depende, você está disposto a pagar o preço? Você será caçado por sua traição, seu nome estará nos murais das cidades e uma recompensa por sua cabeça será imposta, os membros da sua atual facção irão lhe caçar em busca da recompensa e de vingar sua traição.

38.CONDUTA AZUL: você ganharia pontos de conduta azul quando trabalhar em prol da facção, para cada boa conduta você ganha pontos de conduta azul, por exemplo, participação em guerras e invasões, abate de membros de outra facção, etc.

39.CONDUTA VERMELHA: seria o oposto da conduta azul, a cada “sabotagem” você perde a conduta azul, zerando sua conduta azul, ela fica negativa e começa a ficar vermelha, ao atingir uma certa quantidade de conduta vermelha você pode trocar de facção. Para ativar os pontos negativos de perda de conduta e ganho de conduta vermelha, você precisa encontrar um NPC que aparece em áreas aleatórias de vez em quando. Não pode ser previsível. Você fará uma missão que lhe permitirá realizar atos de traição ou sabotagem, como, por exemplo, matar membros de sua facção atual, a partir do momento em que você faz o primeiro ato de traição em busca de ativar a conduta vermelha, você já está marcado para morrer por causa da traição. Quanto mais atos de traição você fizer, maior será a recompensa por sua cabeça. Quando você trabalha contra a facção em busca de ser um renegado, sua cabeça está em alta e as punições são severas, ainda é preciso trabalhar nessa ideia, é apenas um esboço inicial.

  1. Uma das muitas consequências dentro da mudança de facção pode ser que o jogador perca todo o progresso de classificação, conquista e itens dentro dos armazéns de sua antiga facção, algo mais ou menos nesse sentido.

  1. Marechais e membros de altos cargos não podem mudar de facção. É preciso encontrar um título ou um limite em que a mudança é possível e o jogador se torna um renegado.


VI – TÍTULOS

  1. Acho que isso é uma oportunidade única.

  1. Implementar um sistema de títulos é um desafio e objetivo adicional para os jogadores almejarem dentro do jogo. Mas não é qualquer sistema. É um sistema único, grandioso e revolucionário.

  1. O que seriam os títulos? Primeiro, os nomes aqui são apenas para exemplificar algo que pode ser muito melhor trabalhado.

  1. Em primeiro lugar, cada facção deve ter seu “Marechal”, é mais um objetivo para os jogadores perquirirem dentro do jogo.

  1. O título de Marechal de uma facção nada mais é do que seu representante de honra e comandante máximo dentro do jogo, e esse título deve ser temporário e obtido por meio de eleição e / ou disputa em um grande evento de batalha entre os integrantes da facção, que preenchendo alguns requisitos e outros títulos pré-existentes poderão disputar essa posição.

  1. Mas para você ser um Marechal, você precisará primeiro ter alguns outros títulos, só então você poderá competir pela vaga de Marechal, em um grande coliseu, por exemplo.

  1. Todos os jogadores que foram inscritos para competir pela vaga do Marechal, competiram em um campeonato de disputa 1vs1 pelo título, até que remanesçam apenas dois que disputarão o confronto final pelo título de Marechal.

  1. Como você se qualifica para competir pelo título de Marechal?

  1. Para entender isso, você deve primeiro entender como isso é desenhado em minha cabeça:

  1. New World, a meu ver, tem uma grande oportunidade de revolucionar os jogos MMORPG. Uma chance de ouro. Faltam apenas alguns ajustes e um propósito único, grandioso e consistente.

  1. Minha ideia consiste em alguns “planos de carreira”, novamente são apenas nomes exemplificativos. Se você ama pvp, venha jogar New World, se você ama pve, venha jogar New World, sem você adorar criar e construir, venha jogar New World, se você gosta de andar pelo mapa e ser um explorador, venha jogar New World, se você quer ser muito rico e exibir suas conquistas, venha jogar New World.

  1. Em New World não deve existir aquela mesmice engessada de sempre, mago, cavaleiro, curandeiro, arqueiro, não, não e não. Em New World cada jogador montará sua própria “classe” de acordo com seu perfil, estilo de jogo e objetivos dentro do jogo. Por exemplo, você adora o pvp? Então busque os títulos e conquistas que te fortalecerão nesse quesito. Você ama o craft? Então busque os títulos e conquistas que te fortalecerão nisso. Você é um jogador mais focado no pve? Faço o mesmo, busque seus títulos e conquistas para você conseguir se destacar nessa area. O que eu quero dizer com isso é que com um sistema único e infinito você pode finalmente moldar seu personagem de acordo com suas pretensões, nenhum personagem será igual ao outro. Você quer usar bastões mágicos com foco no pve? Você então buscará dentro do jogo quais conquistas e títulos combinaram com sua maestria, itens, perfil, status, pretensões, enfim, as possibilidades são infinitas.

  1. Eu acredito que cada facção precisará de jogadores das mais diversas áreas, jogadores com habilidades de pvp, jogadores com habilidades de pve, jogadores com habilidades de artesanato, jogadores com muito dinheiro para financiar a manutenção das cidades e guerras, todos são importantes dentro de New World, independente do level e perfil do jogador, todos têm um papel dentro do jogo.

  1. Se o jogador quiser ser um expert em combate pvp, ele vai buscar uma carreira ideal que se encaixe com o seu perfil e lhe proporcione isso, primeiro focar em um titulo máximo e nas combinações de conquistas adjacentes que ele achar melhor para seu estilo, como por exemplo: General ( mais focado em combate corpo a corpo), Alquimista-mor( mais focado em dano magico e bastões mágicos), Mestre-Sacerdote (dano magico e cura), etc... São apenas alguns nomes exemplificativos.

  1. Se o jogador quiser se especializar em lutar contra bosses e monstros épicos e lendários, ele buscará o título e os caminhos para ser um Mestre Caçador.

  1. Se o jogador quiser ser um Mestre Artesão, com crafts poderosos, valiosos e exclusivos, que só ele pode fazer, então seguirá este caminho profissional.

  1. Se o jogador quiser ter muito dinheiro, com grandes aquisições, vantagens comerciais, casas, ele buscará o título de Barão-mineiro.

  1. As possibilidades são infinitas, as combinações de maestria, armas, estilo de jogo, títulos, interesses, objetivos, tudo, é um imenso mundo a ser explorado.

  1. Com alguns ajustes aqui e ali, este jogo se torna o melhor.

  1. Exemplo disso? Se você quer ser um artesão, seus serviços serão solicitados, pois somente você poderá fabricar certos itens com a possibilidade de conseguir modificações raras e valiosas, por exemplo, somente você poderá esfolar certos monstros que precisam um alto grau de maestria, e esse nível apenas os artesãos podem alcançar.

  1. Neste ponto do item, seria um mundo extraordinário, se New World seguisse esse caminho: Se ao invés de todos os monstros soltarem o mesmo item por exemplo: “couro cru”, por que não soltar itens específicos, como: couro de lobo, couro de coelho, couro de crocodilo, isso iria expandir um universo de craft extraordinário, um mercado único, os jogadores quem quiserem ser artesões teria algumas vantagens ao escolher essa carreira, só eles que poderiam esfolar alguns monstros e manejar crafts mais complexos. Esses comentários são apenas algumas ideais e exemplos que precisam ser explorados e trabalhados.

  1. O mesmo vale para o jogador que quer ser um Barão-mineiro, você com esse título máximo, pode ir até o nível 100 de mineração por exemplo. Sem o título, você só pode ir até 50, por exemplo. São ideias e combinações infinitas.

  1. O mais importante é que cada título tenha um “Plano de Carreira”.

  1. Por exemplo, se o seu forte é o combate corpo a corpo e você é focado no pvp, eu diria que você ia querer seguir a carreira de General, começando com o primeiro título de soldado, depois de algumas conquistas torna-se sargento e assim por diante até chegar ao último posto de general. Os nomes são apenas exemplares. Se esse é o seu propósito dentro do jogo, estar focado na guerra, combate corpo a corpo e no pvp, você vai buscar fazer conquistas e adquirir os melhores títulos que combinem com seu personagem, itens, maestria, etc.

  1. Ou talvez você queira dominar a arte da magia ou da cura e seguir a carreira de curandeiro ou mago. De qualquer forma, as possibilidades são imensas.

  1. O segredo e o desafio seria encontrar a melhor construção para o seu perfil, entre seus títulos, maestria, equipamentos, atributos e finalidades, por exemplo, você é um grande jogador de pvp, a lenda do combate, porém, em uma invasão de monstros os jogadores mais focados no pve, que são especialistas em abater monstros, teriam uma pequena vantagem nesse quesito, já que essa seria sua especialização. Mas cuidado, não são apenas os caçadores que poderão matar ou impactar os lendários bosses e monstros, apenas terão uma ligeira vantagem neste aspecto, pois essa seria sua carreira e função dentro do jogo, eles nasceram para isso.

  1. Se um jogador quer estar focado no pvp, mas também quer uma melhor performance para matar monstros, por exemplo, ele deve investir um pouco mais para ter uma melhor performance na luta contra monstros, e encontrar qual combinação de títulos é melhor para ele. Existem desafios e possibilidades a serem estudados, que cada jogador terá que descobrir dentro do jogo, qual o seu perfil?!.

  1. Por exemplo como seria um modelo disso na minha cabeça:

Exemplo 1
Eu quero ser um jogador focado no pvp e combate corpo a corpo:

Carreira de General
I - Título de soldado: +3 de força
II - Título de sargento: +2% de dano com arma de uma mão contra players
III - Título de tenente: +2% de resistência física e magica contra jogadores
IV - Título de capitão: +5 de força
V – General: +5% de danos contra player segurando arma de uma mão ou escudo

Exemplo 2
Eu quero ser um jogador focado no PVE e combate a distância:

Carreira de Grão Mestre Caçador
I – Título caçador 1: +3 de destreza
II –Título caçador 2: +5% de dano contra monstros
III – Título caçador 3: +5% de resistência contra monstros
IV – Título caçador 4: +5 de destreza
V – Grão Mestre Caçador: +10% de dano a distância contra monstro

  1. Os bônus dos títulos dentro do jogo, é algo a ser estudado e trabalhado cuidadosa e profundamente.

  1. Neste sistema, novamente, apenas um exemplo, cada jogador só poderia habilitar um único grande título principal ou plano de carreira principal e ter um número limitado de especializações menores. É um universo a ser explorado.


VII – LIMITES E PENALIDADES

  1. Aqui não tem muito segredo, o jogo precisa ser o mais amplo possível, não deve haver muitas restrições de uso de itens, você pode usar o que quiser, desde que preencha alguns requisitos.

  1. Os status precisam ser melhor trabalhados. Combinar determinada quantidade de atributo necessário para usar um item e/ou upar uma habilidade de maestria é algo que pode ser bem melhor trabalhado. Pode acrescentar também combinações com os títulos e plano de carreia. São muitas possibilidades.

  1. É preciso haver sistema de penalidades para ganho de experiência e formação de grupo, tanto para pve como pvp. Isso evita uma serie de problemas dentro do jogo, por exemplo, que players inexperientes e leveis baixos sejam “carregados” por outros jogadores até um momento do jogo ao qual eles não deveriam estar.


VIII – ÁREAS EXPLORÁVEIS E MONSTROS MISTERIOSOS

  1. Em primeiro lugar, para entender como isso está em minha mente, isso deve ser encarado como algo extremamente raro e completamente aleatório.

  1. A ideia não é algo: “Eu vou entrar no jogo e fazer isso”. NÃO, você não vai.

  1. É algo assim: você está caminhando no mundo aberto, no meio do nada, não é um lugar específico, não é um monstro específico, não é um momento específico, é simplesmente aleatório, não é um respawn fixo, não é você quem decide, não há cálculo, não há uma forma de você “farmar” isso, é algo totalmente imprevisível, ao acaso e por sorte.

  1. De repente você vê, não sei, um coelho diferente (monstro mistérioso), você mata e quando analisa e você tem a POSSIBILIDADE de conseguir algo valioso, veja só, eu disse que você tem a POSSOBILIDADE, por exemplo, de conseguir uma pedra valiosa, ou um componente que pode ser usado para um craft valioso, etc. Veja bem, e atenção, além desses monstros misteriosos aparecerem de maneira totalmente aleatória, a chance de conseguir alguma coisa deles também é totalmente dependente da sorte.

  1. Outra coisa que poderia existir com a mesma ideia, são áreas e / ou objetos exploráveis. Uma gruta misteriosa por exemplo, uma garrafa no meio do rio, um arbusto, coisas que o jogador tem a opção de explorar ou entrar. Mas, novamente, são coisas totalmente aleatórias, que não estão disponíveis para sempre, possuem um curto período de tempo para serem exploradas.


IX – OUTRAS IDEIAS POSSÍVEIS


  1. Futuramente, caso a comunidade e o jogo queiram implementar montarias, ou algo do tipo, é preciso criar um sistema totalmente equilibrado e muito bem elaborado, e que não tenha grande impacto na jogabilidade, eu tenho uma ideia inicial para esse sistema, onde a montaria serve ÚNICA e EXCLUSIVAMENTE para o deslocamento. E o jogador terá que pensar com muito cuidado se vale a pena usá-la para uma determinada viagem.

  1. O jogador não poderá usar a montaria o tempo todo.

  1. Haverá restrições de área para montarias.

  1. O cavalo terá uma barra de energia que tem um tempo de recarga considerável, se o jogador quiser ir para uma área muito longe o cavalo pode ficar cansado, se não tiver condições para suportar a viagem, e assim ele entrará em “tempo de recarga”. O cavalo ficará na mesma velocidade de um jogador se movimentando, até que ele possa novamente desenvolver velocidade, ele poderá fazer isso somente após um determinado percentual de energia recuperada. O jogador não poderá realizar ações em cima do cavalo. Se o cavalo ou o jogador for abatido, o jogador cai e terá que decidir se corre atrás do cavalo, foge ou vai para o duelo. O jogador precisa ir até o cavalo caso perca o controle dele e o animal saia correndo pela floresta. O jogador não pode fazer algo como assobiar e o cavalo aparecer misteriosamente. Caso o jogador se perca do seus cavalo ao fugir dos inimigos por exemplo, passado algum tempo o cavalo dará respawn na cidade onde o jogador tenha feito seu “check-in”.

84.Os acampamentos devem ter estábulos para o cavalo descansar e recuperar as energias mais rapidamente, porém não deve ser algo instantâneo. De qualquer forma, há muitas variáveis em mente para isso.


X – CONSIDERAÇÕES FINAIS

Eu tenho várias outras ideias, mas por enquanto acho que é isso.

O mais importante é que o jogo entregue uma gama infinita de possibilidades alinhadas as mais variadas formas e estilos de jogos. Se você gosta do pve, você vai ter suas inúmeros funções e caminhos para de divertir e crescer dentro do jogo, benefícios de craft, farms, você pode ter um papel de destaque nas invasões de monstros e lidar com bosses difíceis, você pode conseguir riqueza e gloria nesse seguimento e estilo de jogo, igualmente se você gosta de pvp, com as intensas guerras e os espólios das batalhas pvp. Acredito que em New World toda facção vai precisa de bons jogadores de pve, com os benefícios que estes jogadores podem ter para lidar com monstros poderosos, crafts, colheitas, mineração, como também precisar do talento de bons jogadores de pvp para as batalhas e guerras. Basta encontrar o equilíbrio do sucesso.

Essas são minhas considerações em face desse primeiro contato com o jogo.

Espero profundamente que o jogo não seja apenas mais um no meio de tantos outros horríveis que já existem.

A Amazon tem plena capacidade e poder para revolucionar mais esse mercado.

Espero que alguma coisa aqui tenha contribuído com algo, e torço pelo sucesso do jogo.

E continuem sempre olhando para o Brasil, aqui também tem mercado e pessoas capacitadas para fazer muita coisa pelo mundo, tanto real como virtual. Abraços!
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2020.09.01 02:39 SCHIER-MOVEIS COFRE COCRETADO

Os cofres concretados por que vale a pena ter um cofre de concreto? Se você está acostumado a armazenar objetos de valor em guarda-roupas, gavetas ou cofres feitos de materiais frágeis e facilmente quebradiços, você está colocando seus bens em risco. Mas antes de falarmos sobre por que você não deve manter itens de alto valor nesses locais, vamos falar sobre os motivos pelos quais você PRECISA de um determinado modelo.
Primeiro, você deve manter itens de grande valor financeiro ou emocional. Não há lugar melhor para guardar itens do que um cofre concretado, afinal, você é o único que tem acesso a ele. Além disso, existem vários modelos no mercado. Alguns são maiores, alguns são pequenos.
Também pode ser encontrado em uma variedade de cores. Sem mencionar que alguns podem ser abertos com senhas digitais, chaves e combinações manuais de números. Mas o principal motivo pelo qual muitas pessoas se esquecem de mencionar é que ele pode ser adquirido de acordo com suas necessidades. Por exemplo, você deseja encontrar
submitted by SCHIER-MOVEIS to u/SCHIER-MOVEIS [link] [comments]


2020.08.13 02:46 Bleeny5 Servidor PureAnarchy minecraft!

AVISO: QUEM FEZ ESSE BLOG É UM JOGADOR DESSE SERVIDOR
[Fiz esse blog por conta propria o dono do servidor não pediu]
DISCORD DO SERVIDOR: https://discord.com/invite/48fkC96
IP: pureanarchy.reis.host
VERSÕES: 1.12.2 á 1.16.1
O SERVIDOR É PRA MINECRAFT DE PC (COMPUTADOR)
Oque é o pureanarchy:
O PureAnarchy é um servidor anárquico de Minecraft
Inspirada no SAG (Servidor de Anarquia do Goularte)
O servidor não precisa de radmin ou hamachi (o servidor é pelo Athernos)
O servidor tem mais de 40 jogadores
O servidor é bem diversificado
📷
Morri no servidor, onde ficam os meus itens?
Os itens do jogador ficam em uma alma flutuante que desaparece após 1 hora.
Como faço para voltar ao lugar onde morri?
Você pode digitar o comando /dback para voltar ao lugar onde morreu.
Como faço para me teleportar para outro jogador?
Você pode digitar o comando /tpa NomeDoJogador para enviar um pedido de teleporte para outro jogador.
Como eu defino uma Casa?
Você pode digitar o comando /sethome NomeDaCasa para definir uma casa, após isso basta digitar /home NomeDaCasa para telepoortar-se para a casa definida, para excluir uma casa basta digitar /delhome NomeDaCase e assim a casa será imediatamente excluída.
Como faço para desativar a organização automática do inventário ou do baú?
Você pode digitar os comandos /organizarinv e /organizarbau para ativar ou desativar ambos.
Como eu desativo os pedidos de teleporte e as mensagens em privado?
Você pode digitar os comandos /tptoggle e /msgtoggle para ativar ou desativar ambos.
É permitido hacks no servidor?
Sim, a maioria, mas use com moderação para não estragar a experiência dos outros jogadores ou até mesmo lagar o servidor.
Eu perco itens no Nether ou no The End?
Não, o Nether e o The End estão com o KeepInventory ativado no momento, reduzimos o tamanho original para previnir o lag.
Os comandos do servidor tem cooldown?
Atualmente, apenas o /tpa, o /sethome, o /dback e o /spawn tem um cooldown de 3 minutos, para evitar o uso excessivo do comando.
Qual é o tamanho do mapa do servidor?
Atualmente, o mapa do servidor é de 100 mil blocos por 100 mil blocos.
Porque o servidor é tão diversificado?
Para não enjoar e ser o mais único possível dentre todos os outros servidores de anarquia.
É possível dupar itens no servidor?Sim, mas não exagere, para não estragar a sua própria gameplay. Como eu faço para criar um clã no servidor?Você pode digitar o comando /clan help para ver todos os comandos relacionados ao sistema de clãs. Porque o servidor foi feito na ReisHost?Porque foi a única host barata que eu consegui encontrar, não é uma das melhores hosts, mas dá pro gasto. Quanto o dono paga atualmente na host?Ele atualmente paga 24 reais para manter o servidor online (obs: Ele não é rico, faz o servidor apenas por diversão). Estou com problemas de lag, o que pode ser?Provavelmente deve ser do seu launcher ou da sua internet, o servidor não interfere em Lag de FPS ou Lag de Ping, ele apenas interfere no Lag de TPS (Ticks Por Segundo), que é o lag do próprio servidor. Porque o Spawn é sempre em um local aleatório?Para que o jogador sempre tenha uma nova chance de recomeçar, ao invés de ficar morrendo infinitas vezes no mesmo local. Porque o NetheThe End resetou?O Nether e o The End resetam mensalmente. Porque o Ender Dragon renasceu?O Ender Dragon renasce semanalmente. O que é a Lua de Sangue?É uma noite especial que acontece de 30 em 30 dias dentro do jogo, nela os monstros ficam mais fortes e começam a dropar itens raros, únicos e especiais, porém, morrer durante esse tipo de evento resultará na exclusão completa do inventário do jogador. 📷 • Você pode transformar botões em campainhas, basta segurar Shift quando for colocá-los. • Você pode transformar Lâmpadas de Redstone em Lâmpadas de Estrada, basta segurar Shift quando for colocá-las, essas lâmpasdas ascendem sozinhas de noite e nas chuvas. • Os Blocos de Slime também servem como pula-pula, mas tenha cuidado, cair de um fará você morrer de dano de queda! • Os Geradores de Pedra não só geram pedra, como também geram minérios e são muito úteis para começar no servidor. • É possível colocar lava de baixo das fornalhas, ao fazer isso a fornalha irá ficar acessa infinitamente, sem precisar de carvão! • É possível usar a Farinha de Osso na melancia, na abóbora, na cana-de-açúcar, no fungo e em flores. • É possível colocar no slot de capacete qualquer tipo de item, experimente! • É possível sentar-se no chão ao digitar o comando /sit, não é incrível? • Sabia que existe uma banheira quente no servidor? E até mesmo você pode fazer uma! Basta colocar Lava em baixo, Vidro no meio e Água em cima. • Clicar com o Botão Direito em uma Vara de Blaze irá consumi-lá e dará ao jogador Velocidade 4 por 4 segundos. • A Elytra tem poderes especiais no servidor, sendo muito úteis para o jogador. • A Lava é infinita igual a Água, fica-a-dica. • Segurar uma tocha espanta os Phantoms! • É possível saber o crafting de qualquer tipo de item ao digitar o comando /recipe NomeDoItem, o nome do item precisa ser necessariamente em inglês. • É possível fazer talismãs especiais que dão poderes, confira-os no /recipe diamond_block. • O bloco de Obsidian serve para reforçar blocos, fazendo-os mais resistentes, basta segurar uma Obsidian e clicar com o botão esquerdo em um bloco. • A Cabeça de Dragão é um item que pode ser usado para fazer armas especiais, confira-as no /recipe dragon_head [Fiz esse blog por conta propria o dono do servidor não pediu]
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FEITO POR: Gandhi#0678 (Meu discord) OBRIGADO POR LER ATÉ O FINAL
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2020.08.12 17:08 faketti KENSHI (game/jogo) - Really useful tips (dicas realmente úteis)

EN/PT-BR: I started playing recently and went through hard times with some simple things, but difficult to discover (at least for me). / Comecei a jogar recentemente e passei dificuldades com algumas coisas simples, mas difíceis de descobrir (pelo menos pra mim).
  1. Clicking and holding the right button on animals and people opens up more options, including attacking. / Clicar e segurar o botão direito sobre animais e pessoas abrem mais opções, inclusive a de atacar.
  2. It is possible to buy houses in the cities, if its locked, left click on the door, if it is for sale, the option to buy it will appear (they are not expensive). / É possível comprar casas nas cidades, se tiver uma trancada, clique com o botão esquerdo na porta, se estiver a venda, aparecerá a opção de compra-la (elas não são caras).
  3. To feed your pet, just throw the food on the ground next to him, or, if you bought a animal backpack, put it in his inventory (the next topic will be about the backpack). / Para alimentar seu animal, basta jogar a comida no chão perto dele, ou, caso tenha comprado uma mochila pra ele, colocar no seu inventário (o próximo tópico será sobre a mochila).
  4. Although there is a space for items with the name "backpack" in the inventory, it will only be available if you buy a backpack and that goes for your pet. / Apesar de aparecer um espaço para itens com o nome "backpack" no inventário, ele só estará realmente disponível ao se comprar uma mochila e isso vale para o seu animal.
  5. Despite the need to eat, there is no need to drink water (WTF), so you do not need to go out desperately after water at the beginning of the game... / Apesar da necessidade de comer, não existe a necessidade de beber água (WTF), então não precisa de sair desesperado atrás de água no inicio do jogo...
  6. Campfire: if you're not able to make one at all, the problem is your version of the game (probably), upgrading from 1.0.47 to 1.0.50 solved my problem. / Fogueira: se não estiver conseguindo fazer uma de jeito nenhum, o problema é sua versão do jogo provavelmente, atualizar da 1.0.47 para 1.0.50 resolveu meu problema.
  7. Another one that i find playing recently, if you don't want to resort to slavery, you can save slaves and in doing so there is a chance that they will team up with you. But beware: freeing a slave is a crime! What I do is carry them to my house and there, away from the evil eyes, I raise their chains. I did this about 8 times and got 3 allies "for free" / outra dica, se não quiser recorrer a escravidão, você pode salvar escravos e ao fazer isso existe uma chance de que eles se aliem a você. Mas cuidado: libertar um escravo é crime! O que eu faço é carrega-los pra minha casa e lá, longe dos olhares maldosos, eu abro seus grilhões e os liberto. Fiz isso umas 8 vezes e consegui 3 aliados "de graça"...
These are the things I realized so far, I keep playing and updating the list if I find more. The goal here is really for tips that I had difficulty even finding on the internet. / Essas são as coisas que percebi até o momento, vou jogando e atualizando a lista caso encontre mais. O objetivo aqui é realmente o de dicas que eu tive dificuldade inclusive de encontrar pela internet e colocar aqui.
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2020.08.09 22:47 d_sandstrom Introdução // O que esperar // Metalógica e Regra de Ouro // Como Jogar // Mecânica Básica // Construção de Personagem // Conceito de Personagem

Introdução // O que esperar // Metalógica e Regra de Ouro // Como Jogar // Mecânica Básica // Construção de Personagem // Conceito de Personagem
OLÁ, PLURALYIENSES!

https://preview.redd.it/3ujnl2own9g51.png?width=683&format=png&auto=webp&s=c88cba841876d02c36d29a56f89e07b051d99bb0
Olá, pluralienses!
Pluralyiah é um RPG de mesa que tem, como meta, unir a experiência que tive com Tormenta, D&D, Vampiro - A Máscara, Avatar - A Lenda de Aang e League of Legends. Sim, League of Legends e Avatar.
Com todas essas bases, tenho o objetivo de criar algo novo, um sistema mais rápido, dinâmico, mas que justamente por sua fluidez exija o recurso de interpretação como algo ainda mais vital, a criação da criação num RPG que defenda em seu primeiro capítulo após a introdução a existência pertinente da metalógica à ele aplicado.
Pluralyiah é um sistema de RPG de Mesa com base medieval, e terá seu próprio Panteão, novas classes porradeiras, novas classes arcanas, e abrirá possibilidade para que universos contemporâneos de Pluralyiah possam ser criados com algumas das seguintes coisas que quero abrir discussão aqui .

O QUE ESPERAR DE PLURALYIAH RPG:

· Raças elementais derivando raças híbridas, inclusive não-humanoides.
· 3 habilidades ~ que receberão o nome de ÍMPETO ~ que representem o Q/W/E do league of Legends, e um ÍMPETO MAIOR representando a ultimate
· A defesa da metalógica: o estudo do que cerca a lógica, afinal, quanto mais verossímil, mais consistente. Queremos mesas consistentes e que não pisem em ovos a cada vez que algo for questionado.
· Diversas classes arcanas, como Dobradores Elementais.
· Diversas classes não-arcanas, como O Químico
· Um novo mundo
· Explorar raças aquáticas desenvolvida a partir de Atlantis... AH É:
· ATLANTES


A defesa à METALÓGICA e à REGRA DE OURO

O quão polêmico isso pode ser?
A metalógica, ainda que não com esse nome, é a maior dor de cabeça pela qual mestres e jogadores arcanos passam. Imagina a seguinte situação:
Mestre: “E então o piromante se cura completamente e te lança dois raios.”
Player: “Mas como ele se curou completamente sendo piromante? E agiu na mesma ação? Como ele se curou? Qual é a lógica?”
Mestre: “Ah, mas você quer colocar lógica em magia?”
Esse é o tipo de coisa que queremos evitar em Pluralyiah. Toda ação deve ter uma explicação, não por uma física ou uma lógica, mas por uma metafísica e uma metalógica. Pela análise das propriedades que compõe a física e a lógica de Pluralyiah. Queremos que, tanto o mestre quanto o player, sejam capazes de, dentro dos livros de Pluralyiah, encontrar explicações e soluções, para que suas ações possam ter bases mais consistentes no próprio sistema de RPG.
Mas a Metalógica não quebra a regra de ouro
A Regra de ouro será dada, junto à metalógica, como a primeira regra de Pluralyiah. Mantenha simples! A pergunta é realmente relevante para a continuação da aventura? Se não, o mestre pode simplesmente ceder o poder do improviso. O mestre deve, antes de tudo, entender que seus players não são seus servos, ele é um narrador, e a diversão de seus players e a sua diversão devem andar juntas. Se você pretende usar Pluralyiah para se satisfazer, perfeito! Vá em frente! Me envie um conto e eu o publicarei em minha página, mas não narre ou mestre um RPG só pela sua satisfação. RPG deve ser algo em conjunto e para um conjunto. Se divirta, e deixe as pessoas se divertirem. Bora jogar?

BORA JOGAR?

ITENS NECESSÁRIOS
Além das regras contidas neste livro, você também precisará de:
• Uma cópia da ficha de personagem para cada jogador. Você pode tirar fotocópias da página XX ou baixar e imprimir o arquivo da ficha disponível no site da Dungeonist, em dungeonist.com.br.
• Um conjunto com dados de quatro, seis, oito, dez, doze e vinte faces. É possível jogar com apenas um conjunto, mas o ideal é que cada jogador tenha os seus próprios dados.
• Lápis, borracha e papel para rascunho – evite canetas, (quase) tudo o que você escrever em sua ficha poderá sofrer modificações futuramente
Dados
Ao longo deste livro você vai encontrar certas abreviações, sendo D: dado de, e o número posterior ao D a quantidade de faces que o dado tem:
• d20. Dado de vinte faces.
• d12. Dado de doze faces.
• d10. Dado de dez faces.
• d8. Dado de oito faces.
• d6. Dado de seis faces.
• d4. Dado de quatro faces.
• d3. 1d3 será o resultado de 1d6 dividido por dois e arredondado para cima. Assim:
https://preview.redd.it/7px7i1syn9g51.png?width=94&format=png&auto=webp&s=376cec6f5dac686c69a106029915fee8b6f1461c
• d%. Esta abreviação indica um resultado baseado em porcentagem (entre 1 e 100). Para isso usam-se dois dados de dez faces, ou um dado de dez faces repetido; um determina a dezena e o outro, a unidade.
Você também encontrará abreviações para as rolagens de dados, como 3d6+2, por exemplo. Isso quer dizer “três dados de seis faces, mais dois”. O primeiro número diz quantos dados você deve rolar e somar os resultados, o segundo (depois do “d”) diz o tipo de dado a ser rolado. Qualquer número depois disso deve ser adicionado ou subtraído do resultado.

MECÂNICA BÁSICA

Apesar da variedade de regras que você encontrará nos próximos capítulos, Pluralyiah tem uma regra simples que funciona na maioria das situações.
Toda vez que tentar uma ação, você vai:
• Rolar um dado de vinte faces (1d20).
• Adicionar os modificadores adequados.
• Comparar o resultado à dificuldade da ação, um número definido pelo mestre (abreviado como CD).
Se o resultado é igual ou maior que a dificuldade, você é passou no teste. Simples! Mantenha essa mecânica básica em mente e tudo ficará mais claro.
Bem-vinde a Pluralyiah

CONSTRUÇÃO DE PERSONAGEM

Antes de qualquer coisa, se pergunte: eu planejei algo para o meu personagem? Ele é um mocinho? Um vi lão? Um justiceiro? Um herói ? Um anti-herói ???
Pluralyiah é mais do que uma terra de ninguém: é uma terra de todo mundo. Existem problemáticas a serem resolvidas e situações tão desejáveis e invejáveis que são quase utópica, afinal, o impossível e a magia são apenas coisas que não conseguimos dominar com a ciência AINDA.
O ideal para que você tenha uma boa experiência jogando Pluralyiah, é que você esteja sempre em contato com o seu mestre no momento da criação do seu personagem, ou com um amigo que conheça o sistema melhor do que você, afinal, o mestre pode não aceitar algo sobre seu personagem novo e você acabar não entendendo aquilo, quando podem existir questões dominó, nas quais você tropeçou uma vez e isso fez com que toda a sua ficha fosse criada de uma forma que você não esperava que você se transformar. Você, Pluraliense, será apresentade às tendências de personalidade e valores, depois às raças, e então as classes, depois à forma de combate, para que assim possa compreender a geografia do mundo de Pluralyiah.

Conceito de personagem

Comece com um nome se não tiver nada em mente. Existem aplicativos que geram nomes, sites também, você pode recorrer a eles.
O personagem deve preencher, minimamente em sua ficha antes da rolagem de dados:
Nome, Idade, Raça, Classe e Tendência.
Isso deve ser pensado porque, quando se cria um personagem, não apenas você tem uma expectativa do que ele irá ser, mas o mestre e a mesa criam expectativas sobre quando e como podem contar com ele, além de qua, ao criar seu personagem, você deve pensar no que faz ou não sentido pra ele, e como isso irá se desenvovler
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2020.07.25 04:25 YatoToshiro Ultradimension Games #5 - Mary Skelter: Nightmares


https://preview.redd.it/xsua9t31zwc51.jpg?width=510&format=pjpg&auto=webp&s=24b2edee77b99f21bd5d793593d77df9d33b5d6a
Alice: Alice é membro das Blood Maidens. Nascida como uma Blood Maiden, Alice era capaz de matar Marchens com apenas as mãos nuas em tenra idade. Devido a essa habilidade e ao fato de seus olhos mudarem de cor quando ela é exposta ao sangue de Marchen, ela foi rotulada como um monstro e foi temida e abusada por seus colegas. Depois que Jack a protegeu de seus atormentadores, Alice formou um forte apego a ele. Quando Marchens atacou sua vila, Alice e Jack foram capturados e presos na área das ruas da cidade na cadeia.
Bom ela é a Protagonista do jogo então falar dela é spoiler.
Red Riding Hood Red Riding Hood é o primeiro e líder das Blood Maidens.
Ela é uma garota de sangue quente que corre pela prisão para cumprir sua missão, como demonstrado quando ela sai para salvar Alice. Devido ao seu comportamento ardente, porém imprudente, as pessoas ao seu redor às vezes entram em pânico.
Ela gosta de Jack por ter a coragem de enfrentar os habitantes de Jail e gosta de ter alguém para manipular.
Sua libido de sangue a inclina a usar algo sobre a cabeça. Ela se sente desconfortável com a ideia de que seu capuz seja rasgado ou arranhado e, se precisar removê-lo por razões como limpeza, sua frente confiante se deteriorará rapidamente.
Gretel: Uma jovem curiosa, mas o que não lhe interessa, encontra falta de emoção. Ela tem o hábito de falar sem visões morais.
Ela parece ter interesse em Jack, vendo-o como uma pessoa de boa índole. Por não ter bom senso, ela diz coisas que fazem até as Donzelas de Sangue se encolherem, mas ela parece bem com isso, e pode até gostar das reações deles.
Relacionamentos: Hansel: Hansel é seu irmão e o protetor de sua casa na área do dormitório. Embora ela não seja excessivamente expressiva do relacionamento deles, ela se sente genuinamente triste com a morte dele, a ponto de quase entrar no Blood Skelter.
Jack: Jack é um indivíduo incomumente gentil. Isso interessa a Gretel, pois ele relutou em lutar com Hansel com a revelação de seu relacionamento e a inteligência de Hansel. Ele também é um bom sujeito de teste sempre que ela tem uma poção ou experimento.
Alice: Enquanto Gretel vê Alice como uma camarada em "perceber o mundo com lógica" em oposição ao resto do "pensamento baseado em emoções" da Equipe Sangrenta, os dois frequentemente discutem, principalmente quando os valores de Gretel se chocam com o senso comum da sociedade.
Rapunzel: Rapunzel é frequentemente visto com algum tipo de comida, mas Gretel sempre parece seguir sempre que o primeiro tem doces de qualquer tipo. Gretel tem o hábito de encarar Rapunzel para forçá-la a comer doces.
Sleeping Beauty: A Sleeping Beauty é um membro das Blood Maidens, a irmã mais nova de Thumbelina e Snow White e aquele com o comportamento mais embaraçoso. Mais frequentemente, suas ações e comportamentos sem objetivo confundem Jack sem fim. Apesar disso, ela oferece a mão (e a extensão, os seios) a Jack quando ele precisa de ajuda. Ela raramente fala com palavras, freqüentemente balançando ou acenando com a cabeça em resposta ao que os outros dizem. No entanto, quando ela fala, sua voz soa sonolenta.
Snow White: É um membro das Blood Maidens e a irmã do meio de Thumbelina e Sleeping Beauty. Ela é uma pessoa gentil, tratando frequentemente as pessoas ao seu redor com a maior compaixão e cuidado. Ela fala com Jack - que geralmente está preocupado com as outras garotas - de uma maneira gentil e tenta ajudá-lo a realizar suas tarefas. No entanto, devido à sua natureza desajeitada, as coisas nem sempre correm como o planejado.
Por alguma razão, seja por sua falta de autoconfiança ou por causa e efeitos, ela tem medo de se olhar no espelho.
Thumbelina Thumbelina é membro das Blood Maidens e a irmã mais velha de Sleeping Beauty e Snow White. Ela se orgulha de ser a mais velha do grupo, muitas vezes sendo rigorosa com Jack e repreendendo-o. Mesmo nos momentos em que Jack realiza uma tarefa ou faz algo meritório, ela não pode elogiá-lo, o que faz com que ela pareça tímida às vezes.
Thumbelina pode ser melhor descrita como uma "tsundere", ou alguém que tende a se movimentar entre uma frente hostil e uma gentil, principalmente no que diz respeito a expressar qualquer tipo de sentimentos afetuosos.
Sua libido no sangue se manifesta como uma inclinação para se enroscar em um espaço pequeno por várias razões, do mal ao medo. Geralmente o primeiro, como sua personalidade tsundere resulta em ela ser incapaz de expressar seus sentimentos ou até mesmo colocar o pé na boca.
Relacionamentos Sleeping Beauty e Snow White: Como a mais velha das irmãs, Thumbelina se sente obrigada a mostrar seu melhor exemplo para que elas e todos os outros vejam.
Red Riding Hood: Embora a RRH possa ter a antiguidade como uma Blood Maiden do Amanhecer, Thumbelina se orgulha de ser a mais velha cronologicamente. Embora ela não se importe com a RRH por ser a irmã mais velha da Equipe de Sangue ou algo assim, ela não vai segurar a língua de alguém com antiguidade.
Jack: Como o único homem da equipe de sangue e um ativo valioso para evitar Blood Skelter, apesar de sua falta de capacidade de combate, Thumbelina tem alguns sentimentos confusos em relação a ter Jack por perto. A maior parte disso decorre de como Jack sempre parece entrar nas situações mais embaraçosas com as outras Donzelas de Sangue, embora ela fique particularmente irritada quando são suas irmãs que acabam nesse momento.
Rapunzel: Rapunzel é o membro mais jovem das Blood Maidens e é conhecida por suas longas tranças loiras. Ao encontrar Jack, ela assume que ele é a ração de emergência do grupo e passa a roê-lo. Apesar disso, Jack passa a cuidar dela e brincar com ela, fortalecendo ainda mais o vínculo deles.
O lugar favorito de Rapunzel para dormir é no peito da Bela Adormecida, com quem ela costuma ser vista dormindo.
Kaguya: Kaguya é um membro das Blood Maidens e é conhecida por sua atitude preguiçosa. Devido à sua personalidade letárgica, ela constantemente se esconde no quarto. Ela também monta um grande veículo chamado "Bamboo No.1" como um meio de se mover e lutar. Apesar disso, ela mal move seu próprio corpo e não luta até que suas demandas sejam atendidas.
Ela é magra por ser uma pessoa que não faz nada, mas suas roupas escondem uma figura significativamente dotada, para grande desgosto de garotas como Alice e Thumbelina.
Apesar de seu comportamento preguiçoso, ela pode - ou não - ter a capacidade de liberar o "Truant Seven Tools" de sua saia.
Sua imensa preguiça e fixação em tesouros é provavelmente o resultado de sua libido no sangue.
Jack: Jack é o principal protagonista de Mary Skelter: Nightmares. Ele é um Blood Youth, capaz de utilizar seu sangue para reverter os efeitos do sangue de Marchen nas Blood Maidens.
Jack é gentil, mas tímido, quase um capacho quando se trata de interações como as de Kaguya ou Thumbelina. Ele é propenso a crises de autodepreciação devido à sua falta de capacidade de contribuir para os esforços de Dawn. Há momentos em que ele se sente exasperado ou até um pouco irritado, principalmente quando se envolve em discussões entre as Donzelas de Sangue.
A libido de sangue de Jack se manifesta como um desejo de escalar lugares altos, o que no jogo se torna um desejo de subir a cadeia. Comparado com as outras Donzelas, essa Libido de Sangue não afeta abertamente a personalidade de Jack.
O comportamento prestativo e gentil de Jack permanece até como um pesadelo, embora isso seja parcialmente frustrado por sua aparência e seu discurso agora diminuído. Isso parece estar em desacordo com a sua natureza como um pesadelo, onde toda batalha é uma luta para Jack evitar atacar tudo. Enquanto as outras Donzelas de Sangue e personagens podem entender parcialmente seus murmúrios, apenas Otsuu parece ser capaz de entender o contexto completo do que Jack tenta dizer.
Jack parece ter se tornado um pouco confuso desde que se tornou um Pesadelo, ocasionalmente saindo da festa para pegar itens aleatórios, embora isso às vezes resulte em presentes que as Donzelas de Sangue desfrutam.
Relacionamentos: Alice: Após a infância e prisão em comum, Alice passou a ver Jack como mais ou menos o único motivo para continuar vivendo, quanto mais lutar por Dawn. Ela mostra uma tendência a se defender imediatamente quando os outros o atacam por várias ocorrências, exceto quando ela se envolve em uma discussão e Jack passa. Então ela insiste que Jack fique do lado dela da questão. Se Jack for ferido ou sequestrado, Alice será a primeira a ajudá-lo, para o bem e para o mal.
Red Riding Hood: Ela vê Jack como um irmão mais novo com algumas tripas sérias para desafiá-lo na Cadeia, embora ela acredite que ele tem o hábito de se meter em problemas.
Thumbelina: As relações de Thumbelina com Jack são um pouco complicadas, dado o grande número de vezes que ela testemunhou Jack no que pode ser descrito como eventos de "tarado sortudo" e sua propensão a (inadvertidamente) seduzir garotas. Ela admite que Jack tem seus momentos confiáveis.
Kaguya: Kaguya é inicialmente neutra para Jack, na melhor das hipóteses, dada sua falta de inclinação em relação a qualquer tipo de esforço ou interação social. Mais tarde, ele evolui (?) Para Kaguya vendo Jack como uma espécie de criado de plantão.
Gretel: Gretel vê Jack como um garoto extraordinariamente gentil, dada sua relutância em lutar contra Hansel. Ele também é um bom sujeito de teste sempre que ela tem uma hipótese ou poção para experimentar.
Rapunzel: Como a pessoa que alimenta seus doces, Rapunzel vê Jack como uma boa pessoa que lhe dá comida saborosa.
Hameln: Como a pessoa preciosa de sua "senhora" Alice, Hameln vê Jack como alguém que precisa de proteção.
Hameln: Hameln é impetuosa e barulhenta, referindo-se a si mesma como o Rei Demônio, embora seu insulto ocasionalmente atrapalhe suas palavras. Por alguma razão, ela se apega a Alice, chamando-a de "senhora" e cumprindo suas palavras com obediência gaguejante.
Hameln é mais ou menos um "personagem secreto", mas ela é obrigada a obter o True Ending para este jogo. Primeiro, Jack precisa fazer o Mary Gun Reverser, dando um motor hidráulico chique a Haru. Este evento está disponível apenas quando todas as Donzelas de Sangue baseadas no enredo tiverem sido recrutadas. Em seguida, o jogador deve ir a um ponto do evento que aparece na Área 3 das Ruas da Cidade. Isso leva à área da Caverna Subterrânea.
Ao entrar na caverna subterrânea, Hameln fica na entrada, sem vontade de sair do caminho. A festa percebe seus olhos rosados e tenta diplomacia, mas ela permanece calada e ataca. Depois de derrotá-la, Hameln não acredita na sua perda antes de se apresentar. Um breve argumento segue antes que Hameln se acalme rapidamente, depois responde às perguntas da festa dizendo que não há núcleos ou Pesadelos aqui. Gretel leva um momento para mexer com Hameln antes de ser parado por Alice. Hameln então declara que se tornará amiga de todos por uma questão de proteger Alice e se junta à festa.
_________________________________________________________ Curiosidades: Apesar disso ser OBVIO vou falar agora as referencias das personagens. Jack = João e o Pé de Feijão. Alice = Alice no País das Maravilhas Red Riding Hood = Chapeuzinho Vermelho Sleeping Beauty = Bela Dormecida Snow White = Branca de Neve Thumbelina = A Polegarzinha Gretel = Maria. No Brasil = João e Maria. Alemanha = Hansel und Gretel A versão Original de João e Maria.
Kaguya = Princesa Kaguya em Conto do Cortador de Bambu. Uma narrativa popular japonesa do século X,
Hameln = Hamelin (em alemão: Hameln) é uma cidade da Alemanha no estado de Baixa Saxônia (Niedersachsen), capital do distrito de Hamelin-Pyrmont. Hamelin é cortada pelo rio Weser e localiza-se na região de colinas (Weserbergland) muito procurada por turistas andarilhos e ciclistas
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2020.07.23 10:48 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt4 HBR

HISTÓRIA DO BRASIL16
16 Sugiro estudar ao menos um pouco História do Brasil e História Mundial antes de começar a estudar Política Internacional, por motivos óbvios. Vale dizer que boa parte da bibliografia de História Mundial pode, também, ser válida para os estudos de política internacional (vide Guia de Estudos).
- Apostilas “Anglo Vestibulares” (para História do Brasil, ler as duas apostilas da matéria na íntegra, com menos ênfase no período colonial): peguei as apostilas do 3º ano do ensino médio do sistema de ensino Anglo (série Alfa) de meu irmão. São quatro apostilas finas (no total, devem ter umas 300 páginas de Brasil e 100 de Mundial, se contar apenas após o Iluminismo). Inicialmente, peguei as apostilas para uma revisão inicial da matéria, mas devo dizer que fiquei impressionado com a qualidade e com a quantidade de informações que eu não havia achado em nenhum outro lugar. Acho que ninguém gosta de ler livros de História que divagam e que, embora bons em algumas partes, também têm alguns capítulos chatos e nem sempre muito interessantes. Inicialmente, achei que as apostilas fossem ser bem gerais (como são, geralmente, os estudos de ensino médio), mas elas me surpreenderam pelo poder de concisão e, ao mesmo tempo, por possuírem muitas informações boas. O mais interessante é que, por se tratar de apostilas voltadas para a revisão de vestibulandos, elas não incluem coisas mais gerais e de que toda pessoa ensinada tem conhecimento; são concisas e informativas. Eu grifava quase tudo dos capítulos. Em História do Brasil, fiz o teste e li determinadas matérias (Colônia e I Reinado) nas apostilas e comparei com a leitura do Boris Fausto (descrição a seguir). Para minha surpresa, a apostila, nessas partes, tinha mais informações e era mais interessante para o que CACD pede que o Boris Fausto. Resultado: fiz o que, para muitos, seria considerado um crime e abandonei o Boris Fausto. Não sei se dei sorte, porque não se cobrou História pura na terceira fase, apenas história da política externa. Possivelmente, os conhecimentos que deveriam haver sido apenas introdutórios foram suficientes, justamente, porque foram introdutórios à matéria de História da política externa, que estudei por outras obras (indicadas a seguir). De todo modo, eu não poderia deixar de fazer a indicação. As apostilas est~o disponíveis para download no “REL UnB”.
- História do Brasil (Boris Fausto): Cuidado! Não é História Concisa do Brasil, é só História do Brasil. Lançaram essa concisa (até constava na bibliografia dos Guias de Estudo, quando ela ainda existia), mas, segundo informações de professores de cursinho, não é boa, há cortes mal feitos e muita coisa fica de fora. O História do Brasil é, dizem, melhor. Para ser bem sincero, li só até meados do Império, que foi o tempo de descobrir as apostilas do Anglo. Depois disso, não toquei mais no livro do Boris Fausto. De qualquer modo, é bastante importante e bem recomendado.
- História da Política Exterior do Brasil (Amado Cervo e Clodoaldo Bueno): leitura completa obrigatória, um dos mais importantes de toda a bibliografia. Leia atentamente, faça resumos, fichamentos, mapas mentais, o que puder ajudar a gravar o máximo de informação possível. Ajuda em Política Internacional também. Na prova da terceira fase de História do Brasil de 2011, as quatro questões foram sobre história da política externa brasileira.
- Manual do Candidato: História do Brasil (Flávio de Campos e Míriam Dolhnikoff): já ouvi falarem muito mal dele, mas achei interessante, principalmente por duas razões. Em primeiro lugar, os capítulos são divididos por temas de maneira bastante útil (economia; sociedade e cultura; política externa etc.), o que facilita na complementação de estudos em temáticas que você não encontrou muito bem trabalhadas em outras fontes. Em segundo lugar, relacionado ao primeiro, só no manual achei itens mais pontuais referentes aos tópicos “sociedade e cultura”, que eu n~o havia encontrado, de maneira mais simples e sistematizada, em outras obras. Recomendo o possível uso desse manual como complemento a seus estudos de História do Brasil, especialmente das partes que você n~o encontrar em outras bibliografias (como “sociedade e cultura”, em meu caso). Além disso, há boas sugestões de leituras (tanto de bibliografia básica quanto de bibliografia complementar) ao final de cada capítulo do manual. Apesar de ser um manual massacrado por alguns, eu não o dispensaria. Não aconselho, entretanto, que se faça uso desse manual como leitura introdutória. Acho válido ler outras bibliografias de caráter mais geral primeiramente.
- Navegantes, Bandeirantes, Diplomatas (Synesio Sampaio Goes Filho): eu havia lido na Universidade e tinha um resumo muito bom dele (encontrado na internet), então só estudei pelo resumo mesmo. De todo modo, é bem curto e excelente livro sobre a formação territorial do Brasil, assunto recorrente do CACD. Vale a pena a leitura atenta, tomando notas acerca dos principais tratados de limites (nomes, datas, negociadores e o que mudou para o Brasil com cada um). Cobre praticamente todo o primeiro tópico de História do Brasil (só n~o digo “todo” porque, embora eu não saiba o quê, alguma coisa deve ter ficado de fora, nada na vida é tão fácil assim) e é fundamental para o concurso (matéria frequente da primeira e da terceira fases). Um resumo que encontrei na internet est disponível para download no “REL UnB”.
- Formação da Diplomacia Econômica do Brasil (Paulo Roberto de Almeida): o livro é bem grande, com muitos detalhes, então o que interessa são aspectos mais gerais. Usei apenas algumas poucas páginas, para suprir alguns pontos de política econômica no século XIX (tratado de 1827 com a Inglaterra, leis tarifárias pós-Alves Branco e tratado Blaine-Mendonça), mas pude ver que há muita coisa interessante para o estudo de História do Brasil de uma maneira geral também (para isso, atenção aos quadros das páginas: 54-56; 547-550; 579-591; 605-611; 627-628 – podem ser bons resumos não só para temáticas econômicas). Sugiro dar uma folheada, se você tiver tempo.
- Formação do Brasil Contemporâneo (Caio Prado Jr.), História Econômica do Brasil (Caio Prado Jr.) e Formação Econômica do Brasil (Celso Furtado): também estão na leitura recomendada para Economia e já caíram como leitura obrigatória de Português na segunda fase. São livros importantes sobre história econômica brasileira, e, mesmo que não leia os livros (só os li na universidade; para o concurso, li apenas resumos), pode ser interessante saber o argumento principal do autor e algumas características mais gerais. Acho que um resumo bom pode ser a solução, uma vez que colônia não é a temática principal nem da prova de História do Brasil, nem da de Economia.
- Raízes do Brasil (Sérgio Buarque de Holanda): também recomendado para a segunda fase, embora o cerne da atenção seja outro. É um livro curto e tranquilo de ler, mas nada que um resumo bom não possa ajudar com os principais argumentos. Acho que a relevância, em História do Brasil, talvez esteja mais em fornecer eventuais ilustrações e argumentos de autoridade para a terceira fase que na história presente no livro (com a ressalva de que, nos últimos anos, a possibilidade de usar qualquer coisa de História na terceira fase que não envolva política externa ter sido progressivamente reduzida). O prefácio da 26ª edição, de autoria de Antonio Candido, já serve como bom fundamento nesse sentido (“O Significado de ‘Raízes do Brasil’”, disponível para download no “REL UnB”).
- Casa-Grande & Senzala (Gilberto Freyre): acho que não vale a pena a leitura, principalmente por questões de tempo e de possíveis benefícios em termos de aproveitamento no concurso. Um resumo bom das principais ideias do livro pode ser suficiente (mesmo assim, acho que não vale muito a pena para a terceira fase, pode ser mais útil na segunda).
- Os Donos do Poder (Raymundo Faoro): também n~o li. H resumo no “REL UnB”.
- Introdução ao Brasil: um Banquete nos Trópicos – 2 volumes (Lourenço Dantas Mota): essa obra será, também, útil para seus estudos de Literatura. Não li para a primeira fase, e não me fez falta. Para a terceira, talvez possa ser importante, mas não li. Para a prova discursiva de História do Brasil, destacaria os capítulos:
· Volume 1: “Formaç~o do Brasil Contempor}neo”, “Formaç~o Econômica do Brasil”, “Os Donos do Poder”, “Conciliaç~o e Reforma no Brasil” e “A Revoluç~o Burguesa no Brasil”.
· Volume 2: “D. Jo~o VI no Brasil”, “A América Latina: Males de Origem”.
- A Construção da Ordem/Teatro das Sombras (José Murilo de Carvalho): juntamente com Os Donos de Poder, são importantes obras para o concurso, mas, como não tive tempo de ler, peguei resumos e acredito que foram suficientes. Acho que o principal desses autores é pegar alguns argumentos centrais que podem ser usados como argumento de autoridade na prova da terceira fase. Os resumos est~o no “REL UnB”.
- A Formação das Almas (José Murilo de Carvalho): a recomendação que recebi é que um resumo poderia substituí-lo, e foi isso o que fiz. Resumo no “REL UnB”.
- Maldita Guerra (Francisco Doratioto): além de o Doratioto ser membro da banca corretora da terceira fase (e professor do Curso de Formação do IRBr), é um livro sobre temáticas muito importantes. Como não tinha tempo, estudei os tópicos referentes a esse livro em outras obras mais sucintas. Li apenas o capítulo 1 (“Tempestade no Prata”) para a terceira fase, como recomendação do professor do cursinho, mas nem é muito bom. Muito melhor que esse capítulo é o artigo “O Império do Brasil e a Argentina (1822-1889)”, do próprio Doratioto [Revista do Programa de Pós- Graduação em História da UnB, Vol. 16, No 2 (2008)]. Aproveitando a temática das relações Brasil- Argentina, sugiro o artigo “Relações Brasil-Argentina: uma anlise dos avanços e recuos”, de Alessandro Warley Candeas [Revista Brasileira de Relações Internacionais 48 (I): 178-213 (2005)]. Esses dois artigos est~o disponíveis no “REL UnB”.
Podcast sobre a Guerra do Paraguai: http://www.radioponto.ufsc.bindex.php?option=com_content&view=article&id=903:tempestade
-no-prata&catid=6:radiojornalismo&Itemid=31
Os livros a seguir são recomendações que recebi e recolhi na Internet, embora eu não tenha feito uso de nenhum deles em minha preparação.
- A História do Brasil no Século 20 (Oscar Pilagallo/Folha de São Paulo) - cinco pequenos livros. Já vi recomendações de que é boa (e curta) fonte de revisão, especialmente para a primeira fase.
- A Idade de Ouro do Brasil (Charles Boxer): sobre Brasil colônia. Não sei se vale muito a pena, o que se tem cobrado do assunto é bem superficial, e um livro geral e básico pode resolver o problema.

- A Identidade Nacional do Brasil e a Política Externa Brasileira (Celso Lafer)

- Autonomia na Dependência (Gerson Moura)
- Cronologia das Relações Internacionais do Brasil (Eugênio Vargas Garcia)
- Da Monarquia à República (Emília Viotti da Costa)
- Dicionário de História do Brasil (Moacyr Flores)
- Diplomacia Brasileira (Lampreia)
- História do Brasil: uma interpretação (Carlos Guilherme Mota)
- História Geral do Brasil (org. Maria Yedda Linhares): ler apenas o capítulo sobre o Império.
- Os Sucessores do Barão (Mello Barreto)

- Relações Internacionais do Brasil: de Vargas a Lula (Vizentini)

- República Brasileira (Lincoln de Abreu Penna): apenas até o fim da Era Vargas.
- Rio Branco: o Brasil no mundo (Rubens Ricupero): pequeno livro sobre o Barão do Rio Branco. Não li, mas acho que pode ser interessante (é bem curto também). Esqueça a biografia do Álvaro Lins, sem utilidade prática para o concurso. Não li nada sobre o Barão que não estivesse no livro de Amado Cervo/Clodoaldo Bueno.
- Sessenta Anos de Política Externa Brasileira (1930-1990) (orgs.: José A. G. Albuquerque, Sérgio
H. N. de Castro e Ricardo A. A. Seitenfus)
- Trajetória Política do Brasil (Francisco Iglesias): segundo recomendações, é um resumo bom de todo o assunto de História do Brasil e pode servir como revisão antes da primeira fase.
- Uma História do Brasil (Thomas Skidmore)
HISTÓRIA MUNDIAL
- Apostilas “Anglo Vestibulares” – já descritas acima. As apostilas estão disponíveis para download no “REL UnB”. Para História Mundial, ler a partir de “Iluminismo”.
- História das Relações Internacionais Contemporâneas (José Flávio Sombra Saraiva): li na Universidade e para o concurso. O engraçado é que, quando o li na Universidade, tendo aula com o próprio Saraiva, não gostei do livro e não cheguei sequer a ler os últimos capítulos. Quando fui ler para o concurso, achei bom. Apesar de não ser completo, acredito ser boa introdução para quem está meio enferrujado no assunto ou, ainda, boa revisão de tópicos gerais para quem já estudou alguma coisa. Recomendo.
- O Mundo Contemporâneo (Demétrio Magnoli): é de Ensino Médio, mas é sensacional. Ótima introdução ao tema. Tanto para PI quanto para HM, é um dos melhores e mais importantes para o concurso. Leia a partir do capítulo 3. Sugiro que você, à medida que ler o livro, faça anotações de tópicos e de datas mais importantes (podem ser muito úteis para a revisão às vésperas da primeira fase). É mais voltado para o período após o início da guerra fria, mas há alguma coisa sobre o período anterior a esse também. De qualquer forma, isso significa que outras leituras em temas não contemplados aqui, como Revolução Francesa e Revolução Industrial, por exemplo, são fundamentais. Para cobrir essa parte da matéria, sugiro o volume 2 do História da Civilização Ocidental, do Burns (citado abaixo).
- História da Civilização Ocidental (Burns, volume 2): não li por falta de tempo, mas já ouvi comentários de que é melhor e mais didático que os livros do Hobsbawm (descritos abaixo). Como é um livro antigo, é necessário complementar com outras leituras. O Mundo Contemporâneo pode fazer isso muito bem. Se tiver tempo, é uma leitura bastante recomendada.
- Manual do Candidato: Política Internacional (Demétrio Magnoli): é bem geral e não passa nem perto de falar sobre todos os temas. Incluí o Manual do Candidato: Política Internacional aqui na lista de livros de História Mundial pela simples razão de o livro ser quase todo igual (ou, para não dizer “igual”, ao menos muito semelhante) ao O Mundo Contemporâneo. Há partes que são simplesmente idênticas (apesar de o autor mudar os nomes dos capítulos). A dica, portanto, é comparar os conteúdos, para ver o que é novidade e o que não é. Preferi O Mundo Contemporâneo (ler apenas do capítulo 3 em diante). O manual possui alguns erros (especialmente, de datas), mas nada que não possa ser facilmente detectado por um leitor atento (e que saiba um pouco de História, obviamente) ou que comprometa o livro como um todo. Se não tiver acesso ao O Mundo Contemporâneo, o manual não é de todo ruim.
Obs.: não confundir! Há outro manual mais novo, de autoria de Cristina Pecequilo, que está descrito abaixo, na parte de Política Internacional.
- Manual do Candidato: História Mundial (Vizentini): sabe aqueles livros que dão vontade de chorar e de abrir o Word, para fazer todas as doze milhões e quatrocentas mil correções de Português necessárias? Então, aqui está um prato cheio. Tenho amigos que começaram a ler e não conseguiram terminar. Não sei como eu resisti até o final, mas devo dizer que está longe de ser uma leitura prazerosa ou primordial. Passe adiante!
- História da Paz e História da Guerra (org. Demétrio Magnoli): os livros são, de maneira geral, bons e rendem boas anotações, embora não sejam imprescindíveis. O História da Guerra está disponível para download no “REL UnB”.
- As “Eras” de Hobsbawm: não li nada do Hobsbawm. Para falar a verdade, só para não dizer que não li nada, li dois trechos curtos de capítulos, sobre Revolução Mexicana e sobre a Revolução Russa de 1905. Foi o suficiente para decidir não ler mais nada. Mil desculpas aos amantes da História e do Hobsbawm, mas cheguei à conclusão de que não tinha tempo para gastar com capítulos longos e, muitas vezes, com informações desnecessárias (ou até mesmo sem as informações que, para o concurso, realmente importam, haja vista a parte de Revolução Mexicana, que não fala nada com nada). Aí alguém diz “mas havia um item em 2011 que era praticamente cópia do Hobsbawm”, e respondo: 1) acho pouco provvel que alguém consiga decorar detalhes como os que foram pedidos; 2) a questão foi tão mal feita que, apesar de ser quase a cópia do livro, copiou errado, e o gabarito ficou errado (ou seja, se a prova fosse de consulta, é provável que eu errasse a questão – pode ser que eu seja muito burro para entender o Hobsbawm também, mas não consegui entender de onde a banca tirou o gabarito louco a questão). Se você fizer muita questão de ler o Hobsbawm, mas muita questão mesmo, sugiro que leia apenas a Era dos Extremos. Se, ainda assim, você quiser ler e fichar todos os quatro livros, saiba que estará perdendo tempo. Todas as “Eras” est~o disponíveis para download no “REL UnB”. Reproduzo, a seguir, uma indicação de leituras que achei na internet, para aqueles que querem ler o Hobsbawm de qualquer maneira. Não sei se a seleção de capítulos é boa, se é muita leitura (provavelmente, sim) etc. De qualquer forma, aí vão os capítulos recomendados no blog “Estudos Diplomticos”:
- Era das Revoluções: cap. 1 a 3, 6, 7, 16;
- Era do Capital: cap. 1, 5, 6, 9, 12 a 16;
- Era dos Impérios: cap. 3 a 6, 9 a 13;
- Era dos extremos: cap. 1 a 8, 11 a 13 e toda a parte III.
- O Longo Século XX (Giovani Arrighi): Só li na universidade, não para o concurso. A recomendação é ler apenas os capítulos 1 e 4 (obviamente, ponderando, de acordo com o edital, o que é realmente importante nesses capítulos). Não acredito que seja indispensável.
- Ascensão e Queda das Grandes Potências (Kennedy): Só li na universidade, não para o concurso. A recomendação é ler apenas os capítulos 4 a 8. Não acredito que seja indispensável.
- Diplomacia (Kissinger): Só li algumas partes na universidade, não para o concurso. Um professor de História Contemporânea da UnB, ex-professor de cursinho preparatório para o IRBr, recomendou a um amigo a leitura dos capítulos 9, 10, 16, 19, 24 a 30. Não acredito que seja indispensável.
- “Wikipédia”: como tudo na vida, é necessário usar com consciência, mas pode ajudar bastante, especialmente para coisas pontuais. Ainda que, como todo mundo não se cansa de repetir, haja muitos erros (nisso ela não inovou: quantos milhares de erros também achamos nos livros da bibliografia?), acho que, desde que não seja sua única ou principal fonte de conhecimento, pode ajudar bastante em História Mundial.
Outras sugestões que recebi (mas não li nem as obras, nem comentários a respeito delas): História da América Latina (Donghi), História do Capitalismo de 1500 a Nossos Dias (Michel Beaud), Introdução à História Contemporânea (G. Barraclough), The Penguin History of the Twentieth Century: The History of the World, 1901 to the Present (J. M. Roberts), O Século XX (org. Daniel Aarão, 3 vol).
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2020.07.23 10:44 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt2

DIREITO
Não sou muito fã de livros de Introdução ao Estudo do Direito, mas, caso seja de interesse de alguém que nunca ouviu falar no assunto, antes de partir para os estudos específicos do Guia de Estudos, sugestões possíveis são Introdução ao Estudo do Direito (Paulo Dourado) e Lições Preliminares de Direito (Miguel Reale). De todo modo, acho desnecessário para o concurso. Você não precisa saber essas teorias iniciais, para passar ao que, de fato, cai nas provas.
- Manual do Candidato: Noções de Direito e Direito Internacional Público (Alberto do Amaral Junior) – não li. Não é indispensável e há leituras mais interessantes. De qualquer modo, não diria que é desprezível.
- Direito Internacional Público (Rezek): é, praticamente, a bíblia da prova de Direito. Além de ser o livro mais importante para a prova de Direito Internacional Público (DIP), é, entre os livros que citarei de DIP, o mais curto e com as letras maiores (depois de meses lendo letras miúdas, isso é uma bênção). Se você estiver lendo outro manual de DIP e encontrar alguma coisa que vá contra o que o Rezek disse, atenção: não desconsidere o Rezek. Os dois argumentos podem ser contrapostos, por exemplo, em uma questão de terceira fase (para a primeira fase, normalmente, evita-se esse tipo de questão que dá margem a confusões). Um professor de cursinho gostava de falar que “in dubio pro Rezek”. A única exceção é a consideração do indivíduo como sujeito de DIP (Rezek não o considera), que é praticamente consensual para a banca. Sobre isso, vide a referência a Cançado Trindade abaixo.
- Manual de Direito Internacional Público (Accioly): muitos adoram e falam muito bem, mas vejo alguns problemas. Em primeiro lugar, de ordem prática: o livro possui excessivas citações e referências históricas e de autores, o que é muito bom para quem deseja conhecer a fundo determinado assunto de DIP, buscar outras fontes etc., mas é (pelo menos eu acho assim) péssimo para alguém que está estudando com a cabeça voltada para a aprovação no concurso. Obviamente, o livro tem seus méritos, e há coisas nele que não há no Rezek, por exemplo, mas não o considero a melhor opção para os estudos para o concurso. Se tiver de escolher entre Rezek ou Accioly, eu sugeriria o Rezek. Se eu tivesse tempo para ler os dois, eu não leria o Accioly e o substituiria pelo Portela, indicado abaixo (sempre conferindo os conteúdos, obviamente, com o Guia de Estudos).
- Introdução ao Direito Internacional Público (Alberto do Amaral Júnior): não muito extenso, bom complemento ao Rezek. Em algumas partes, é até melhor que o Rezek. Pode valer a pena dar uma olhada, apesar de não ser indispensável.
- Direito Internacional Público e Privado (Paulo Henrique Gonçalves Portela): não conheço o livro, mas ele foi indicado por um professor de cursinho para o IRBr. O professor falou que o livro é excelente, mas ele estava esgotado na editora. Em 2011, lançaram nova edição, que já está disponível para a compra, mas não cheguei a ter acesso a ela. De todo modo, esse professor é ótimo e tem uma “filosofia pragmtica” muito próxima { minha, ent~o confio nas recomendações dele.
- International Law (Malcolm Shaw): não li, mas já recebi boas indicações a respeito. Está disponível para download no “REL UnB”.
- Direito Internacional Público (Nguyen Quoc, Patrick Dailler e Alain Pellet)
- Documento “Atos Internacionais – Prática Diplomática Brasileira – Manual de Procedimentos” (Alessandro Candeas): curtíssimo documento sobre a celebração de atos e de acordos internacionais no Brasil (disponível para download no “REL UnB”).
- Artigo “Efetividade do Órgão de Solução de Controvérsias da Organização Mundial do Comércio: uma análise sobre os seus doze primeiros anos de existência e das propostas para seu aperfeiçoamento” (Marcelo Dias Varella): ótimo artigo. Responderia a uma quest~o da terceira fase de 2010 e a uma (ou quase uma) de 2011.
Quanto ao Direito Internacional Privado (DIPri), não estudei em nenhum livro. Como tive aula sobre isso no cursinho, fiquei apenas com minhas anotações de aula mesmo. Por não conhecer o livro do Portela, não sei dizer se é suficiente, mas a parte de DIPri que é preciso saber para a prova não é muita coisa: ler a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (antiga Lei de Introdução ao Código Civil) – artigos 7º ao 11; 15; 17 – e a RES STJ 09/05 – artigos 5º e 6º - já é um começo. Para completar, procure algum artigo curto que trabalhe bem esses temas na internet, não deve ser difícil de encontrar.
- O Direito Internacional em um Mundo em Transformação (Cançado Trindade): recebi boas indicações, mas não passei nem perto, por falta de tempo e por pragmatismo, já que tem mais de mil páginas.
- Coletânea de Direito Internacional (Valerio Mazzuoli): essa obra reúne dezenas dos tratados internacionais mais importantes. Muito útil e prático (bem melhor que ficar procurando tudo na internet), com índice de assuntos, índice temático e índice cronológico (o que facilita bastante os estudos). Usei bastante como livro de consulta (em diversos momentos, será importante saber alguns artigos e capítulos especiais de certos tratados, como discutido abaixo) e recomendo fortemente.
Especialmente, para a terceira fase, para complementar suas respostas, decorei os principais artigos, incisos, recursos extraordinários e leis de importantes documentos referentes ao Direito Internacional: Carta da ONU (art. 1º; art. 2, §4º; cap. VI; cap. VII; art. 33, 39, 41, 42, 51), Estatuto da CIJ (art. 38), 4 Convenções de Genebra (art. 3º comum), Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos (art. 1º), Convenção de Viena sobre Direito dos Tratados (artigos 27 e 46), Protocolo de Ouro Preto (art. 34), Constituição da República Federativa do Brasil (art. 4º; art. 5º §2º, 3º e 4º; art. 12; art. 21, incisos I e II; art. 49, inciso I; art. 84, incisos VII e VIII), RE 80.004/77; Lei 6.815/1980; Lei 9.474/1997; RE 466.343/SP. Pode parecer muito, mas, durante os estudos, você verá que não é. Acho que todos esses são importantíssimos e fundamentais para qualquer prova de Direito Internacional. Ao longo de seus estudos, complemente a lista com outros que você julgar importantes (todos os que usei em meus estudos e decorei para a prova estão aí).

>> DIREITO INTERNO

Não costuma cair frequentemente na primeira fase (cai em alguns anos, em outros não cai nada), por isso alguns não dão muita atenção ao Direito Interno. De qualquer forma, é item do Guia de Estudos e não pode ser deixado de lado. Na terceira fase, pode cair indiretamente, misturado a elementos de Direito Internacional (especialmente, Direito Constitucional Internacional).
- Sinopses Jurídicas nº 17 e 18 (editora Saraiva)
- Direito Constitucional Descomplicado (Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino): acredito ser ótima alternativa para o estudo de Direito Constitucional. Esqueça manuais de Direito Constitucional (como o gigantesco do Gilmar Mendes, por exemplo), eles são pouco práticos. Além disso, não precisa ler o livro todo, siga os itens pelo edital. Mesmo o livro do Alexandrino terá muitas coisas que não são tão importantes para o CACD. Conhecer as questões de Direito Interno que caíram nas provas anteriores é fundamental para saber ponderar o que é útil e o que não é.
- Direito Constitucional Esquematizado (Pedro Lenza): já me falaram que é melhor que o Direito Constitucional Descomplicado, mas só descobri isso depois, quando já havia comprado o Alexandrino. De qualquer forma, ambos são válidos (repito: confira os tópicos com o Guia de Estudos, senão vai estudar muita coisa à toa).
Quanto ao Direito Administrativo (DA), recomendaram-me o livro da Maria Sylvia Zanella Di Pietro, e estudei por ele, mas não sei se é o ideal. Já me recomendaram, também, os livros de DA de Carvalho Filho e de Celso Antônio Bandeira de Mello, mas não os conheço. Os tópicos de DA do edital são bem específicos (princípios constitucionais da administração pública, controle de legalidade dos atos da administração e responsabilidade civil do Estado), então acho que dá para estudar esses itens específicos ou por bons artigos jurídicos disponíveis na internet ou por qualquer manual de DA, selecionando esses tópicos essenciais. Procure algum manual de DA em bibliotecas e veja o que mais lhe agrada quanto a esses tópicos, que são curtos e fáceis (em uma ou duas páginas, você faz um resumo bom dessa matéria). Na internet, h vrios “resumões de Direito” que podem ajudar nos estudos, especialmente, em DA. Disponibilizei alguns a que tive acesso no “REL UnB”. Reitero a necessidade de conferir os itens com o Guia de Estudos. H muita coisa de DA que é desnecessria (no “Resum~o de DA” que disponibilizei no “REL UnB”, basta ler os itens 3, 6, 10, 12 e 15).
- “Constituição Federal de 1988”: não vai querer decorar a CF toda, porque não adianta nada. Se você souber todos os artigos e incisos dela indicados acima, acho que já conseguirá responder às questões de Direito Internacional que envolverem o tema. Para Direito Administrativo e para Direito Constitucional, acho que não precisa saber nenhum artigo da CF de cor, basta estudar a teoria mesmo (vale dizer que, nos concursos de 2010 e de 2011, não foi cobrado praticamente nada de Direito interno).
ECONOMIA
- Manual do Candidato: Economia (Carlos Paiva e André Cunha): achei não prático e não objetivo em muitas partes e acho que, para alguém não iniciado em Economia, será grande perda de tempo. Por outro lado, é tão incompleto em outras partes que, para alguém já iniciado em Economia, também será perda de tempo. Em resumo: não recomendo a ninguém, com uma ressalva: não li a parte de História Econômica do Brasil no manual, então não posso dizer nada a respeito. Já vi professores recomendarem o capítulo 8, mas não li.

>> MICROECONOMIA, MACROECONOMIA E ECONOMIA INTERNACIONAL

Os três manuais básicos de Economia são:
- Introdução à Economia: Princípios de Micro e Macroeconomia (Mankiw): a recomendação dada por um professor, em uma sugestão que li na internet, é que, na 3ª edição, os capítulos recomendados são: 3 a 9, 14, 15, 18, 21, 23, 24, 29, 31, 33 a 35.
- Economia (Samuelson e Nordhaus)
- Manual de Economia – equipe de professores da USP (org. Pinho e Vasconcelos)
O Mankiw é o mais tradicional e o que conheço melhor. Já ouvi alguns dizerem que preferem o manual do Samuelson ao do Mankiw, mas não o conheço. Se você tiver acesso às duas obras (são figurinhas carimbadas em bibliotecas universitárias) e não estiver satisfeito com uma, tente a outra. De qualquer forma, o Mankiw deve atender bem a suas necessidades. Com relação ao manual dos professores da USP, alguns (principalmente os menos familiarizados com Economia) costumam reclamar quanto a algumas partes em que se aprofunda demais em certos temas que podem parecer incompreensíveis para alguns. Não usei nenhum dos três manuais em minha preparação, pois não estudei essa parte da Economia, que já sabia à exaustão, mas os três são válidos. Escolha o que mais lhe agradar e, caso tenha problemas com algum tema específico, procure em outro. Tenho as versões em “pdf” de todos e disponibilizei-as para download no “REL UnB” (as versões digitalizadas do Mankiw e do Samuelson são em inglês). Não custa repetir: não leia os manuais integralmente! Acompanhe a matéria com o programa discriminado no Guia de Estudos, ou você perderá precioso tempo.
Para quem é de Brasília, sugiro as apostilas de Introdução à Economia da UnB (para adquiri-las, entre em contato pelo site http://www.unb.bface/eco/inteco/). As apostilas não contemplam toda a matéria exigida no concurso, mas podem servir de base para aqueles que estão iniciando seus estudos. Sugiro buscaaprofundar, no mínimo, os seguintes temas além da apostila: teoria da firma e tipos de mercado, teoria do consumidor, contabilidade nacional, multiplicador monetário (não confundir com o bancário), meios de pagamento, oferta e demanda agregadas e Economia Internacional (veja as indicações de Krugman e Obstfeld/Dornbusch e Helmers abaixo). A parte de economia brasileira das apostilas é de caráter bem introdutório e superficial, o que torna indispensável a leitura de toda a matéria em outras fontes (ver indicações abaixo). Além disso, a prova de terceira fase de 2011 provou que é indispensável saber correlacionar os conceitos econômicos aprendidos na matéria com as circunstâncias econômicas globais contemporâneas. Por esse motivo, vale dizer que é muito importante ficar atento aos noticiários econômicos.
- Economia Sem Mistérios (Matthew Bishop): segundo recomendações, bom livro para conceitos de Economia.
- Microeconomia: Princípios Básicos (Hal R. Varian): esse livro não é indicado para quem não possui conhecimentos de Economia Quantitativa. Há, obviamente, muita coisa desnecessária ao concurso (no concurso de 2011, por exemplo, não serviu para absolutamente nada). Passei o olho no livro de maneira rápida, selecionando as partes que se encaixam no conteúdo pedido no CACD (no fim das contas, não é muita coisa). De modo geral, não recomendo estudar por ele (não é todo mundo que está familiarizado com a linguagem matemática de Economia). Fica a sugestão apenas para aqueles que estiverem mais confortáveis com os números (com a observação de, como eu disse, selecionar apenas as poucas partes do livro que são relevantes para o concurso – ter uma noção do que já foi cobrado nos anos anteriores é fundamental para isso).
- Contabilidade Social: a Nova Referência das Contas Nacionais do Brasil (Carmen Feijó): segundo o Guia de Estudos antigo, os capítulos recomendados são: 3 e 5.
- “Estrutura do Sistema de Contas Nacionais” (IBGE) e “Notas Metodológicas do Balanço de Pagamentos” (Banco Central do Brasil): texto curtos e técnicos, mas bastante importantes (os dois textos est~o disponíveis para download no “REL UnB”).
Estudei Contabilidade Nacional apenas por uma folha de fórmulas que xeroquei de um amigo que fez Economia em um cursinho preparatório. De todo modo, se você fizer as provas anteriores (da primeira e da terceira fases), verá quais são as identidades contábeis comumente cobradas no concurso. No “REL UnB”, disponibilizei algumas tabelas de fórmulas de Contabilidade Nacional que encontrei na internet.
Para os itens “teorias clássicas do comércio, vantagens absolutas e comparativas e pensamento neoclssico” e “comércio internacional, efeitos de tarifas, quotas e outros instrumentos de política governamental”, recomendo Economia Internacional: teoria e política (Krugman e Obstfeld), capítulos 1 a 4, 8, 9. Nos capítulos 2 a 4, não dê muita atenção às partes com fórmulas/gráficos, que, para quem não é muito familiarizado com Economia e com Matemática, podem parecer incompreensíveis. O importante, aqui, é entender apenas quais são os principais fundamentos das teorias clássica e neoclássica (esta última entendida como o modelo Heckscher-Ohlin) de comércio internacional. Agora vem a dica de ouro: para os capítulos 2, 3 e 4, leia apenas o a parte “Resumo”, ao final dos capítulos, que contém todas as informações teóricas necessárias para o entendimento das teorias em questão [com a única exceção de, no capítulo 2, ler as duas primeiras páginas (até o final do item “O conceito de vantagem comparativa”) e as duas últimas (do item “Evidências empíricas do modelo ricardiano” até o final)]. Quanto ao capítulo 8, aí, sim, é necessário entender os gráficos e os cálculos empregados (que não são nem um pouco difíceis), pois já foram objeto de questões do CACD em anos anteriores (como na primeira fase de 2009). Os capítulos 1 e 9 são predominantemente descritivos, de leitura fácil e rápida. Em resumo:
· Capítulo 1: ler integralmente;
· Capítulo 2: ler apenas as duas primeiras páginas, as duas últimas e o resumo;
· Capítulos 3 e 4: ler apenas os resumos;
· Capítulos 8 e 9: ler integralmente.
Por fim, algumas partes de Economia Internacional também podem ser encontradas no livro Economia Aberta: Instrumentos de Política Econômica nos Países em Vias de Desenvolvimento (Dornbusch e Helmers). O livro não é próprio para iniciantes (requer conhecimentos sólidos de Introdução à Economia), mas, para os já iniciados, recomendo fortemente. A obra trata desde conceitos iniciais (taxa de câmbio, balanço de pagamentos e política comercial) até história econômica (evolução do sistema financeiro internacional, abertura comercial nos países latino- americanos). Li apenas na graduação, não para o concurso. De todo modo, se tiver tempo, acho que pode ser uma leitura interessante (pelo que me lembro, gostei bastante quando li).
ECONOMIA BRASILEIRA
A seguir, uma série de recomendações de livros de Economia Brasileira15
15 Se sua memória não está muito fresca quanto à história brasileira a partir de meados do século XIX, sugiro começar a estudar a parte de Formação Econômica do Brasil após haver estudado (ou, ao menos, após uma passada mais geral nos temas de) História do Brasil. Acho mais fácil entender, primeiramente, a história, para, depois, entender a história econômica. Além disso, são necessários, pelo menos, conhecimentos básicos de Economia, para estudar Economia Brasileira. Acho importante, se você não teve nenhum contato com Economia ainda, começar com a parte de Economia (Microeconomia, Macroeconomia e Economia Internacional), para, depois, preocupar-se com Economia Brasileira. Enfim, mera sugestão.
- Formação Econômica do Brasil (Celso Furtado): também recomendado para as disciplinas de História do Brasil e de Português (embora com enfoques diferentes). Não li nada para o concurso, e acho que não perdi nada em termos práticos.
- Economia Brasileira Contemporânea (Giambiagi), Economia Brasileira Contemporânea (Gremaud) e Formação Econômica do Brasil (Gremaud): todos foram recomendados, mas não li nenhum para o concurso. Como já disse anteriormente, fiz a parte de Economia Brasileira da prova apenas com minhas anotações de aula da disciplina homônima que cursei na UnB.
- A Ordem do Progresso: Cem Anos de Política Econômica Republicana, 1889-1989 (Marcelo de Paiva Abreu): muitos acham o livro de difícil leitura. Não cheguei a lê-lo para o concurso (havia lido apenas na graduação, já não me lembro muito bem do que achei). Acho que até mesmo o resumo disponível no “REL UnB” pode ser complicado. De verdade, em termos práticos, não sei se vale muito a pena.
- A Economia Brasileira (Baer): também uma opção, embora não indispensável.
- Formação Econômica do Brasil: a Experiência da Industrialização (Versiani e Mendonça de Barros): ler “A Industrializaç~o Brasileira Antes de 1930: Uma Contribuiç~o”.
- Pensamento Econômico Brasileiro (Ricardo Bielschowsky): segundo a bibliografia indicada no Guia de Estudos antigo, os capítulos recomendados são: 2, 9, 10 e 11. Não tenho o livro e não li todos esses capítulos, apenas reproduzo a sugestão (na verdade, só li uma parte do capítulo 3).
Sobre o pensamento econômico de Celso Furtado, incluído no Guia de Estudos de 2011, há, por exemplo, o artigo “Celso Furtado e o pensamento social brasileiro”, de Bernardo Ricupero (disponível para download no “REL UnB”) e o livro de Ricardo Bielschowsky (eu li apenas o “Cap.
III.4 – O Pensamento Desenvolvimentista - O Setor Público: Desenvolvimento Nacionalista”; disponibilizei meu fichamento no “REL UnB”).
- Notas de Aula – UVB: encontrei, na internet, as notas de aula de uma faculdade virtual (UVB) das disciplinas Formação Econômica do Brasil (1500-1930), Economia Brasileira (a partir de 1930) e Comércio Internacional. Compilei as notas e disponibilizei para download no “REL UnB”. Apesar de as notas serem, às vezes, um pouco superficiais, acredito que são boa introdução geral aos temas de Economia Brasileira (ou, ainda, boa revisão geral, depois de já ter estudado). Obviamente, é necessário ponderar, de acordo com o edital, o que é útil e o que não é. As notas de Formação Econômica do Brasil, por exemplo, são muito grandes, mas, conferindo no edital, você verá que só cai História Econômica Brasileira a partir do século XIX (nas notas de Formação Econômica Brasileira, destaco os capítulos 11, 12, 13 e 15). O mesmo vale para o arquivo de notas de Comércio Internacional (ler apenas capítulos 2 a 7). Para Economia Brasileira, sugiro os capítulos de 1 a 10.
Para quem desejar treinar um pouco com exercícios de Economia Brasileira, sugiro, além das provas anteriores do CACD (obviamente), as provas da ANPEC (Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia). Não tente fazer as provas das outras disciplinas, achando que estará estudando para o concurso, porque as matérias cobradas no exame da ANPEC de Microeconomia e de Macroeconomia, por exemplo, são muito mais avançadas e requerem cálculos muito mais elaborados que o CACD exige. Faça uso, portanto, apenas das provas de Economia Brasileira (são muitas: há, no site da ANPEC, as provas desde 1990). Fazer todas as provas de 1990 até hoje tomará, com certeza, bom tempo de sua preparação. Não fiz nenhuma por falta de tempo mesmo, mas talvez valha mais a pena selecionar duas ou três provas de Economia Brasileira e tentar fazer, como sondagem de suas maiores dificuldades. As provas anteriores podem ser encontradas no site da ANPEC, http://www.anpec.org.bexame.htm (menu à direita).
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2020.07.23 10:31 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 8 a 1ra fase do CACD

A prova da primeira fase é inteiramente objetiva, com questões de Certo ou Errado que valem 0,25 pontos cada (com fator de correção, ou seja: uma marcação errada anula uma marcação certa) e com questões de múltipla escolha que valem 1 ponto cada (com penalização de -0,2 pontos por marcação que divirja do gabarito oficial). Se deixar alguma questão em branco, não há penalização.
Em 2011, após dois concursos com 80 questões, a primeira fase voltou a ter 65 questões, divididas em duas etapas: a primeira pela manhã, com duração de 2h30 (com questões de Português, de Política Internacional e de Geografia), e a segunda pela tarde, com duração de 3h30 (com questões de Inglês, de História do Brasil, de História Mundial, de Direito e de Economia). A ordem das matérias nas provas não é pré-determinada (não há previsão, no edital do concurso, de quais provas serão de manhã e de quais serão de tarde, e essa ordem varia de um ano para o outro). Uma inovação do CACD 2011 em relação aos últimos concursos realizados foi a informação, no edital, do número de questões de cada matéria na primeira fase (13 questões de Português, 12 questões de Inglês, 11 questões de Política Internacional, 10 questões de História Mundial, 5 questões de Direito, 5 questões de Economia, 5 questões de História do Brasil e 4 questões de Geografia). Esse número pode ser um indicativo das matérias mais importantes para a primeira fase. Com relação a isso, vale observar algumas coisas:
- Português tem o maior peso na primeira fase, com cobrança tanto de Gramática quanto de interpretação de textos e de Literatura.
- Inglês e Português são consideradas por alguns as matérias mais importantes da primeira fase, tanto por seu elevado peso (quase 40% da prova) quanto por sua cobrança mais rígida (vide provas anteriores).
- A prova de Política Internacional da primeira fase é bastante diferente da prova da terceira fase. Na primeira, há foco tanto na abordagem histórica da política internacional, conforme previsto em edital, quanto em acontecimentos contemporâneos, além de eventuais questões sobre Teoria das Relações Internacionais. Na terceira fase, o cerne das questões muda, cobrando-se, majoritariamente, temáticas mais atuais, com ênfase na política externa brasileira.
- História Mundial tem peso grande na primeira fase, mas não é cobrada nas fases subsequentes do concurso (tudo bem que pode até ser importante entender de História Mundial para estudar Política Internacional, por exemplo, mas é fato que não há mais provas discursivas de História Mundial, como já houve no passado).
O mais importante de fazer provas anteriores da primeira fase o CACD é que você passa a perceber diversas coisas. No meu caso, o que eu percebi foi que:
1) Quando eu chutava questões que não sabia, sempre saía com saldo positivo no final (ainda que errasse algumas coisas do que chutava, acertava muitas questões no chute também). Logo, a decisão que tomei foi: chutar sempre que não souber. Assim, não deixei nenhum item em branco nas questões da primeira fase. Para mim, esse negócio de “só marcar o que sabe” pode ser completamente inútil e prejudicial. J vi muita gente deixando algo como 10 questões inteiras (de quatro itens cada) em branco, o que acho um absurdo. É difícil que a pessoa tenha, de fato, acertado todas as questões que marcou.
📷Assim, as chances de aprovação são mínimas. Acho que a decisão de chutar ou de deixar em branco é extremamente pessoal, e cada um deve perceber o que vale mais a pena à medida que fizer as provas anteriores. Sugiro que faça uma experiência, fazendo duas provas antigas de teste: em uma, você chuta; em outra, você só marca o que sabe. No fim das contas, veja em qual se saiu melhor, analise a nota mínima para aprovação e tire suas próprias conclusões. De todo modo, se você optar por não chutar, recomendo que não entregue a prova com menos de 90% das questões marcadas (em 65 questões, isso corresponde a 58,5). Eu sei que pode ser um número um pouco alto para quem pensava em não chutar, mas pense bem: mesmo quando marcamos com certeza absoluta, acabamos errando alguma coisa. Suponhamos que você erre 10% do total de questões e que a penalização seja de outros 10%. Assim, sua nota final será de 70%, um número bem próximo à média necessária para a aprovação nos últimos concursos. Se você marcar só 80% das questões (52 de 65) e errar os mesmos 10%, ficará com a média final de 60%, insuficiente para a aprovação em qualquer um dos concursos dos últimos anos.
1) Às vezes, a questão não está certa, mas você percebe que o Cespe quer que ela seja certa, apenas por experiência com provas anteriores. É meio difícil explicar isso, mas, depois de muito treino, você percebe que há algumas tendências de prova que se repetem, por isso acho fundamental fazer as provas anteriores quantas vezes puder (fiz duas vezes cada prova de 2003 para cá; até tenho as provas mais antigas, mas acho que as provas de antes de 2003 não valem a pena, pois eram extremamente diferentes).
2) Outras vezes, em questões de múltipla escolha, pode haver mais de uma alternativa possível (ou nenhuma alternativa plenamente correta). Nesse caso, é necessário fazer um juízo instantâneo do que é mais provável que o Cespe considere correto (ou da alternativa que é “menos errada”). Não deixe de marcar uma questão na esperança de que o Cespe irá anulá-la, pois, muitas vezes, isso não acontece. Minha estratégia era: marcar a menos errada (no caso de todas estarem, aparentemente, incorretas) ou a mais simples (no caso de mais de uma parecer correta). Mais uma vez, é apenas um relato do que fiz, cada um deve encontrar sua melhor estratégia nesse sentido, n~o h “receita de bolo”. A única coisa que não pode é não ter estratégia nenhuma e deixar em branco (deixar questão de múltipla escolha em branco não é, em minha opinião, vantajoso, pois a possível perda de 0,2 pontos, em caso de erro, não compensa o possível ganho de 1 ponto para o acerto).
Sobre conteúdo, alguns tópicos que tenho a comentar sobre a primeira fase são:
- Português – os conteúdos mais cobrados são gramática e interpretação de texto (Literatura cai muito raramente, não acho necessário perder muito tempo com isso). Na parte de gramática, atenção para alguns itens mais frequentes, como: uso de sinais de pontuação, orações subordinadas, funç~o das partículas “que” e “se” etc.
- História do Brasil - temas recorrentes e importantes são : formação territorial (delimintação das fronteiras nacionais na Colônia, no Império e na República Velha), revoltas coloniais, período joanino, Independência e sistema de tratados desiguais, revoltas regenciais, Era Vargas, período militar. Há bastante cobrança de conhecimento factual e cronológico.
- Inglês – a gramática cobrada está, na maioria das vezes, disfarçada de interpretação de texto. Não acho que haja um método eficaz de estudar para a prova que não seja o conhecimento da língua, a leitura de textos em Inglês etc. Fiz um curso preparatório de Inglês, mas visando à terceira fase, e não acho que tenha me ajudado em nada para a primeira. Não li textos, não li notícias, não estudei gramática, não fiz nada para a prova de Inglês, só fui lá e fiz. Se você tem dificuldades com o idioma, não perca tempo, pois o peso dessa matéria na quantidade total de questões da primeira fase é bastante elevado.
- História Mundial – a prova de 2011 teve algumas questões bastante loucas, e minha “técnica” de chutes foi a salvação. Acertei questões inteiras no chute (até parece que eu sabia alguma coisa de historiografia alemã), então minha dica é: não se desespere com esses conteúdos absurdos que caem vez ou outra. Por mais que você estude, é bem provável que caiam coisas absurdas na prova da primeira fase, quando você fizer o concurso. Ao invés de perder tempo, estudando esses conteúdos absurdos, acho que é mais fácil chegar à prova seguro dos conteúdos básicos, ir bem nas questões que não são absurdas e, eventualmente, chutar ou deixar em branco as questões loucas. Como já disse, em meu caso, chutei todas as absurdas e tive saldo positivo no final. Isso fica a critério de cada um.
- Política Internacional, Geografia, Economia, Direito – essas provas variam tanto de um ano para o outro que não sei nem o que comentar. O melhor é, mesmo, fazer as provas antigas, para ver como são na prática
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2020.07.21 21:22 SucataCoin Sucata Coin - Mercado

Sucata Coin - Mercado


Mercado

O mercado de SBR é uma loja descentralizada aberta para todos os bens digitais. Você pode vender ou adquirir software, música, vídeo ou qualquer outro tipo de bem digital aqui. De certa forma, é como comprar um produto eletrônico da Amazon ou eBay, você navega nos produtos disponíveis, faz um pedido e o vendedor envia informações sobre como fazer o download do bem (geralmente um link) dentro do sistema SBR. Acessando o SBR Marketplace Para usar o Marketplace, você deve estar executando o cliente SBR versão 1.11.15 ou posterior. Se você não souber instalar o cliente SBR, consulte a página de introdução ou a página de problemas e resoluções comuns, caso esteja com problemas. Guias rápidos Compra no mercado Ok, então você não quer ler o manual inteiro apenas para comprar algo no mercado digital. Aqui está uma breve descrição com as informações mais essenciais sobre como fazê-lo: Clique no menu "Mercado" e, em seguida, em "Produtos mais novos", agora você verá uma lista de produtos que estão à venda. Quando encontrar o produto que deseja comprar, clique no nome e, no pop-up, insira a quantidade, o prazo de entrega (quanto tempo você deseja esperar que o vendedor entregue até a transação ser cancelada), observação (opcional) e sua senha. Verifique o preço e pressione o botão de compra. O pedido agora foi feito no menu "produtos adquiridos" e aqui você pode ver o status do pedido. Quando o vendedor entregar a mercadoria, ele será exibido como "Status do pedido: concluído". Clique no nome e, na janela pop-up, digite sua senha e pressione 'decifrar' para ver a mensagem do vendedor. A mensagem deve conter informações sobre onde você pode buscar seu bem digital, parabéns! Agora você tem a opção de deixar um feedback para o vendedor (é privado, ou seja, apenas o vendedor poderá vê-lo). Pressione o botão "enviar comentários", insira seus comentários e sua senha e pressione "enviar comentários" e pronto! Venda no mercado Aqui está uma breve descrição com as informações mais essenciais sobre como vender um bem digital: Clique no menu "Mercado" e, em seguida, "Listar produtos à venda". Na janela pop-up, insira um nome, descrição, tags (opcional), preço (por mercadoria), quantidade de mercadorias disponíveis e senha. Em seguida, pressione o botão "colocar à venda". Depois que sua listagem for incluída em um bloco (geralmente acontece após 1 a 2 minutos), ela será exibida no menu "Produtos mais recentes". Agora tudo que você precisa fazer é esperar pelos compradores. Quando alguém fizer um pedido para comprar uma mercadoria, ele será exibido no menu "Meus pedidos pendentes". Vá aqui e pressione o botão "entregar mercadorias". Na janela pop-up, digite sua senha para descriptografar a mensagem do comprador. Em seguida, insira detalhes de como o comprador pode fazer o download do seu bem digital no campo de dados, insira desconto (opcional) e sua senha. Por fim, pressione o botão "entregar compra" para finalizar a compra. Agora você pode ver o pedido concluído no menu "Meus pedidos concluídos". Aqui você pode ver se o comprador enviou comentários e você também pode reembolsar a compra. A interface Com o servidor em execução, acesse a interface SBR do seu cliente visitando http: // localhost: 36876 / (ou https: // localhost: 36876 / se você ativou o SSL). Na barra lateral, clique no menu Marketplace, para acessar as seguintes opções: Produtos mais recentes: Aqui você pode navegar, pesquisar e comprar produtos no mercado. Se você deseja comprar um bem digital, este é o lugar certo! Produtos comprados: Esta página listará todos os seus produtos comprados anteriormente. Meus produtos à venda: lista os itens que você está vendendo no mercado e permite atualizar algumas propriedades de suas vendas. Meus pedidos pendentes: aqui você verá pedidos pendentes de usuários que desejam comprar seus produtos digitais. Meus pedidos concluídos: mostra todos os pedidos que foram entregues e se você recebeu feedback do seu cliente. Listar produtos à venda: Uma janela será exibida, permitindo que você liste um novo bem digital no mercado. Menu Produtos mais recentes Todos os produtos digitais são listados em ordem de data, mostrando primeiro a entrada mais nova. Cada entrada possui um Nome, Preço, Descrição, além de uma conta do Vendedor e um ID do produto. Opcionalmente, uma entrada também pode ter uma tag, que é palavra-chave para ajudar a descrever que tipo de produto está sendo listado. Ao clicar no nome, você poderá comprar o item no mercado Quantidade: o número de itens que você deseja comprar, campo obrigatório. Ao atualizar a quantidade, o preço será atualizado automaticamente para refletir o custo total. Prazo de entrega: quanto tempo (horas) você está disposto a esperar antes que a compra seja excluída automaticamente, a menos que o vendedor tenha entregue o campo obrigatório bom. Nota: Um campo de texto livre, que somente o vendedor poderá ler, pois será criptografado, campo opcional. Frase secreta: digite sua frase secreta, campo obrigatório. Quando você concluir sua compra, o dinheiro que você pagou será mantido em custódia pelo nxt blockchain até que o vendedor entregue a mercadoria e o vendedor obtenha o dinheiro ou o prazo de entrega tenha passado, o que reembolsará o dinheiro para vocês. Menu Produtos comprados Esta seção mostra todas as suas compras anteriores, incluindo aquelas que concluíram, aqueles que estão em andamento. Data do pedido: data em que você enviou a compra. Status do pedido: Tentativa, a transação não foi confirmada (ainda não incluída em um bloco). Pendente, ele está incluído em um bloco, mas o vendedor ainda não o entregou. Completo, o vendedor entregou o bem. Prazo de entrega: se o vendedor não tiver entregue a mercadoria até essa data, a compra será cancelada (mostrada apenas quando o status do pedido não estiver completo). Preço: o preço que você pagou pelos produtos. Quantidade: o número de itens que você comprou. Feedback: indica se você enviou um feedback ou não (mostrado apenas quando o status do pedido está completo e você enviou um feedback). Meus produtos à venda menu Os itens que você está vendendo atualmente serão mostrados nesta página. Aqui você também pode alterar o preço ou a quantidade de qualquer produto ou excluí-lo totalmente do mercado. DGS meus produtos para sale.png Para alterar o preço de um produto, clique no botão "Alterar preço" e você verá uma janela pop-up onde especificará o novo preço (obrigatório) e a senha (obrigatório). Depois de clicar no botão "alterar preço", ele será enviado. Alterar quantidade funciona da mesma maneira que alterar preço, especifique nova quantidade (obrigatório) e senha (obrigatório) e pressione 'alterar quantidade' e sua atualização será enviada. A exclusão é ainda mais simples, pois requer apenas a sua senha (obrigatória). Depois de clicar em "excluir meu item", ele será removido da opção de menu "produtos mais recentes". Menu Meus pedidos pendentes Depois que um usuário comprar uma de suas mercadorias e o pedido estiver pendente, você verá esse pedido de compra neste item de menu. Cada pedido pendente inclui informações sobre o produto que você está vendendo: DGS my orders.png pendente Data do pedido: a data e a hora em que o comprador fez o pedido. Prazo de entrega: a data e a hora em que o pedido será cancelado automaticamente e não entregue. Preço: o preço do bem, multiplique pela quantidade, se você quiser a soma total. Quantidade: a quantidade de produtos que foram pedidos. Comprador: o endereço do comprador, clique aqui para ver detalhes das transações, ativos, etc. do usuário ID do produto: o produto que você está vendendo. Ao clicar em "Entregar mercadorias", uma janela pop-up será exibida, onde você deve inserir detalhes sobre como seu cliente pode buscar ou fazer o download do bem digital que você está vendendo. Dados: texto livre que será enviado ao comprador (obrigatório) Desconto: aqui pode dar ao comprador um desconto (opcional) Senha: sua senha (obrigatória) para criar a entrega. Menu Meus pedidos concluídos Como vendedor, é aqui que você encontrará todos os pedidos concluídos anteriormente. DGS meus orders.png concluídos Data do pedido: a data e a hora em que o comprador fez o pedido. Status do pedido: sempre estará "concluído" nesta página. Preço: o preço do bem, multiplique pela quantidade, se você quiser a soma total. Quantidade: a quantidade de produtos que foram pedidos. Feedback: indica se você recebeu feedback do comprador (mostrado apenas quando você recebeu feedback). Vendedor: sempre será "Você" e um link para sua conta SBR. ID do produto: o produto que você vendeu. E se você clicar em um pedido, verá uma janela pop-up onde poderá ver a mensagem 'Entregar mercadorias' que você enviou anteriormente, bem como comentários do cliente, se o cliente tiver enviado alguma. Listar produto à venda menu Se você deseja vender um produto no mercado, este é o primeiro item de menu que você deve visitar. Ao clicar aqui, será apresentada uma janela pop-up, onde você poderá especificar detalhes sobre o produto que está vendendo. Quando terminar, ele será mostrado na parte superior dos "Produtos mais recentes". Nome: o nome do produto (obrigatório). Descrição: aqui você pode inserir mais detalhes sobre o produto (obrigatório), talvez adicione um link para um site em que você apresenta o produto em detalhes. Tags: insira até 3 tags separadas por vírgula (opcional). Uma tag é uma palavra-chave que ajuda a descrever que tipo de produto está sendo listado. Preço: o preço em SBR pelo qual você deseja vender cada mercadoria (obrigatório). Quantidade: o número de mercadorias que você tem em estoque. Isso diminuirá sempre que um comprador comprar de você. Senha: sua senha (obrigatória) para listar o produto.


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2020.07.16 16:24 fobygrassman SITE DE TRAIÇÃO Nº1 DO BRASIL

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2020.07.12 02:38 MrLucax Função TESOURODIERTO() no Google Sheets

Fala pessoal!
Passando aqui apenas para deixar um hackzinho simples mas muito eficaz pra quem faz o acompanhamento do Tesouro Direto por planilhas do Google Sheets. Como não estava encontrando nada do tipo, acabei fazendo eu mesmo rsrsrs. Segue a ideia:
  1. Criar um script para sua planilha. Siga esse tutorial.
  2. Dentro do editor de script, cole este código no seu script.
  3. Volte a sua planilha e chame a função que você acabou de criar, passando o nome completo do título que deseja obter a cotação. O nome segue o mesmo padrão daqui. Sua função vai ficar assim, por exemplo:
    =TESOURODIRETO("Tesouro IPCA+ 2026")
  4. Pronto! Agora, toda vez que vc abrir a planilha, a função irá executar e buscar a cotação mais atualizada.
Resumo do código: O que ele faz é buscar um arquivo público do novo site do Tesouro Direto e processar seu retorno. Esse retorno é no formato JSON. O código simplesmente itera sobre os itens de um array, buscando nos campos do JSON, o item que possua no campo nm o mesmo nome que o título recebido como parâmetro. Quando ele encontra, retorna a cotação correspondente. Se não encontrar lança uma exceção.
Não sei bem a frequência de atualização dos dados, mas como é a mesma fonte de dados da própria página do TD, deve ser bem aceitável. No meu caso, costumo olhar umas 2x por dia somente, para ver como vão as coisas.
Ao curiosos, descobri esse JSON usando o famoso F12 no site do TD, e olhando a aba Network, para encontrar de onde vinham os dados (se é que vinham via fonte externa).
Enfim, é isso ai. Para melhorias e dúvidas estou a disposição. Espero que ajude alguém por ai.
EDIT: tirei o código daqui, pq não estava conseguindo formatar ele direito.
EDIT2: agora que vi que o titulo ficou errado 🤦‍♂️.
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2020.07.04 17:34 Natsu-Toswio Descrição das Atualizações do TownCenter - Versão 1.0 ao 1.9

Descrição das Atualizações do TownCenter - Versão 1.0 ao 1.9

https://preview.redd.it/szkj10c3uu851.png?width=534&format=png&auto=webp&s=25688a224a6014ebbf8f1ec8db637c3b28bf5cd4
Olá pessoas! Como estão?
Nesse post estarei fazendo uma descrição das atualizações importantes que foram feitos no protótipo TownCenter e sua data de lançamento ao lado. Com isso, vocês poderão compreender de forma precisa o andamento do jogo e no que foi trabalhado até o momento. Lembrando que se você era jogador(a) do SmallWorlds ativo(a) pelo menos por um ano antes do encerramento em 08 de abril de 2018 e não foi banido(a), pode importar sua conta e acessar a fase de desenvolvimento no site: https://www.towncenter.app/
No momento, contas do MiniMundos não podem ser importadas e não há uma previsão da liberação de novos registros. Fique atento(a) que divulgaremos aqui novas informações.

Lançamento do protótipo TownCenter - 18/12/18 \Momento de Nostalgia)
  • Importação de conta apenas para jogadores do SmallWorlds;
  • Visualização do avatar mais ativo;
  • Lista de amigos (amizades importadas da sua conta do SmallWorlds) sem a opção de chat no TownCenter;
  • Visualização dos itens que o usuário tinha no SmallWorlds (não é possível usar esses itens);

TownCenter 1.0 : CHAT - 22/05/19
https://preview.redd.it/sajrafz30v851.png?width=589&format=png&auto=webp&s=cd1e0699f5e4adfd06ce1189b59bc8fa8c0d9b75
  • É possível enviar mensagens para amigos existentes do SmallWorlds que também ingressaram ao TownCenter;
  • O campo de entrada do texto é HTML padrão (para que você possa copiacolaverificação ortográfica, etc!)
  • Mensagens offline são suportadas;
  • Histórico completo da conversa;
  • Os emojis são suportados dentro do chat, porém não há o seletor de emojis;
  • Você pode silenciar conversas sem o infrator saber;
  • É possível saber que a mensagem foi visualizada quando o circulo delineador se transforma em um circulo sólido azul;
  • A indicação de digitação também é suportada nessa atualização, para que você saiba quando seu amigo está digitando.

TownCenter 1.1 : ADICIONAR AMIGOS - 02/09/19
Adicione o nome do cidadão na caixa de texto e clique em Add Friends.
  • É possível adicionar amigos ilimitados na sua Lista de Amigos;

TownCenter 1.2 : CHAT EM GRUPO - 31/08/19
https://preview.redd.it/o9iuzgvsuu851.png?width=415&format=png&auto=webp&s=e834c31ec7b20c22bddf1c24bb5ed887b7257f73
  • Criação ilimitadas das salas de chat;
  • É possível adicionar 50 amigos no chat em grupo;
  • É possível editar e excluir as mensagens;
  • Sair do chat;
  • Remover os cidadãos do seu chat;
  • Lista de participantes;
  • Chat inicial - Possível conversar com você mesmo, salvar anotações, testar os emojis e etc.

TownCenter 1.3 : DRAG DROP - 10/10/2019
https://preview.redd.it/u6lp5wb60v851.png?width=598&format=png&auto=webp&s=2c4dcc8ff66ec6a2e2b7d014a1e3e8bbc5982ffa
  • Introdução ao Drag Drop ao jogo, conhecido por arrastar e soltar objetos.
    • Com esse recurso é possível reorganizar os menus do TownCenter, enviar cartões de amigos ao chat, adicionar amigos em um chat novo e/ou existente.

TownCenter 1.4 : SOBRE MIM, NOTIFICAÇÕES E APRIMORAMENTO NO BATE PAPO - 14/11/2019
https://preview.redd.it/0ns9207jvu851.png?width=501&format=png&auto=webp&s=c09e0ea64d4db6482f98423ae5609bcbac43d16d
  • Os avatares são visíveis no painel Lugares;
    • Com isso, é possível visualizar os avatares de outros jogadores nos bate-papos privados e em grupos.
  • Alteração no perfil e sobre mim do seu cidadão disponível;
    • Agora você pode incluir informações como: seu sexo, status de relacionamento, país, escolaridade, ocupação profissional, idioma e signo. Além de incluir uma área de texto livre na qual pode ser utilizado para descrever melhor o tipo de pessoa que você é e seus interesses.
https://preview.redd.it/wu5ck2bywu851.png?width=302&format=png&auto=webp&s=4beeeeccd7a7a6a4dc59ddea15982ce9b0cb6316
  • Visualizar o perfil de outros cidadãos;
  • Notificações;
    • Deixando o TownCenter em execução e alternar a guia do seu navegador, é possível receber notificações que alertam sobre mensagens recentes.

TownCenter 1.5 : SELETOR DE EMOJIS, DISPLAYNAME E FERRAMENTAS DE MODERAÇÃO PARA O CHAT - 18/12/2019
  • Seletor de Emojis disponível;
    • Esse painel pode ser encontrado clicando no simbolo do sorriso. Diante disso, é possível adicionar emojis que estão disponíveis no seletor (sem precisar copiar e colar de outro site), pesquisar por emoticons, usados recentemente, categorias, código ao passar o mouse sobre eles e futuramente será o lar dos emotes exclusivos do TownCenter que serão conectados ao sistema de coleção rara do jogo.
https://preview.redd.it/jjfq3wjmwu851.png?width=586&format=png&auto=webp&s=f8b232edaa5db40152c139919854031fe04f3786
  • Ferramentas de moderação no bate-papo:
    • Freeze chat (congelar bate-papo): bloqueia as conversas dentro do chat, fazendo com que apenas o usuário moderador possa enviar mensagens.
    • Remove Citizens (expulsar cidadãos): expulsa um ou mais cidadãos que estão causando problemas com apenas um clique do mouse. Você pode escolher o tempo determinado que esse jogadores estarão impedidos de entrar no chat.
    • Mute Citizens (silenciar cidadãos): semelhante ao remove citizens, porém apenas silencia os cidadãos sem a necessidade de expulsar.
  • Ao passar o mouse sobre um cidadão visível no painel Lugares, é possível visualizar o nome deste avatar dentro do jogo (DisplayName);

https://preview.redd.it/0xclnbwuvu851.png?width=290&format=png&auto=webp&s=80dd84e951689bcf1c28df7449ab5333a22d1532
  • Correção de pequenas falhas.

TownCenter 1.6 : SITE EM MOBILE, CHAT EM GRUPO PUBLICO E MELHORIAS DIVERSAS - 09/03/2020
https://preview.redd.it/jostb3490v851.png?width=596&format=png&auto=webp&s=f5f92e53947482cdb3420a99a43024232f0885a9
  • Melhorias para acessos ao TownCenter em aparelho mobile;
    • O TownCenter agora funciona muito melhor em smartphones. Não é perfeito e não possui suporte a arrastar e soltar, mas usá-lo é muito mais fácil.
  • Chat em grupo público e melhorias disponíveis:
    • Privado/Público: Criar um bate-papo agora oferece duas opções: privado ou público. Isso permite que você crie bate-papos que apenas o administrador pode adicionar cidadãos. O modo público permitirá que os cidadãos convidem outras pessoas para o seu espaço.
    • Renomear o chat do espaço: Agora você pode atribuir um Nome e Descrição de sua escolha ao chat do espaço!
    • Promover Cidadãos: Admin, Moderador, Comerciante e Cidadão. Se você criar um bate-papo, você é o administrador, o que permite controlar tudo. Você pode atribuir moderadores, que podem excluir mensagens, silenciar e remover cidadãos, congelar o bate-papo e atribuir comerciantes. Os comerciantes eventualmente permitirão que os cidadãos tenham permissão para vender colecionáveis ​​dentro dos quartos.
    • Recolorir cidadãos no menu: para ajudar na visualização dessas diferentes funções, o Citizens será codificado por cores no menu. Admin = Vermelho, Moderadores = Laranja, Comerciantes = Verde, Cidadãos = Azul.
    • Mensagens de convites de bate-papo: Para ajudar com os novos recursos de bate-papo público, você pode simplesmente arrastar e soltar um bate-papo no Painel de Contatos e soltá-lo no Bate-papo para compartilhar com outras pessoas.
  • Indicador de Chat no painel de contatos;
  • É possível visualizar balões de falas durante a digitação e quando uma mensagem é enviada nos espaços.
  • Status offline disponível;
    • Os cidadãos offline aparecem com um círculo cinza escuro.
  • Agora é possível visualizar quando os seus amigos estiveram online pela última vez no TownCenter.

TownCenter 1.7 : COMPARTILHAR CHAT - 25/03/2020
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  • Links de convites para bate-papos disponíveis;
    • É possível criar links de convite que podem ser colados em suas redes sociais que permitem acesso instantâneo ao seu chat (isso é apenas para cidadãos válidos no TownCenter). Experimente e compartilhe seu próprio lugar usando o menu do CHAT > opção Add/Invite Citizen. Ex.: https://towncenter.app/Chat/fvSoe9W-Centro
  • É possível reduzir cidadãos;
    • Quando os chats ficarem cada vez maiores, os administradores e moderadores desejarão ter ferramentas para permitir a remoção/redução do tamanho dos participantes. Essa ferramenta permitirá que os administradores mantenham seus Comerciantes e Moderadores, mas removem grandes quantidades de cidadãos inativos com base em uma porcentagem.
  • Twimoji no painel do cidadão;
  • Cidadãos dentro de convites de bate-papo ;
    • Os convites exibirão o número atual de cidadãos dentro do local de bate-papo.

TownCenter 1.8 : ESPAÇOS EM DESTAQUES - 05/05/2020
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  • Índice;
    • Semelhante à janela de espaços do MiniMundos/SmallWorlds, o TownCenter possui uma lista de salas em destaque. Você pode encontrar isso no canto superior esquerdo do painel Place & Chat.
  • Espaços em Destaques;
    • Foi disponibilizado nesta atualização uma versão básica de como será os mundos no TownCenter. Os espaços lançados foram: Cue Club, Center, Rachel's Tea Room, Smallwear, Trading Post, Scoops e Find Friends.
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  • Melhorias na Interface do Usuário;
    • UI do TownCenter recebeu uma atualização para animar de forma mais natural, melhorar seu desempenho e parecer bem legal (especialmente em smartphones!)
  • Detalhes do Chat;
    • Agora você pode verificar os participantes, nome, descrição, data de criação e futuras tags na nova opção Detalhes, que pode ser encontrada no menu Bate-papo e local!

TownCenter 1.9 : STREAM CHAT - 24/06/2020
  • Stream Chat disponível;
    • Os locais de bate-papo do TownCenter agora suportam até 500 cidadãos - e isso é apenas o começo. Num futuro próximo, queremos permitir que um número muito maior de vocês participem de um hangout em cada bate-papo (a próxima atualização será de 2000 e 20.000, se tudo correr bem).Isso também está disponível não apenas em nossos locais em destaque, mas em todos os locais com pelo menos 150 participantes. Depois de ter uma sala de bate-papo próspera, o switch Stream Chat estará disponível, o que permitirá até 500 convidados ao mesmo tempo.
  • Agora aparece somente cidadãos ativos no TownCenter nos espaços;
  • Melhorias de velocidade;
    • O TownCenter agora possui menus mais rápidos e carregamento do local. Também incorporamos um sistema de rampa gradiente para pessoas com conexões mais lentas. Esse sistema de rampa é carregado rapidamente antes que os gráficos visuais estejam prontos para exibição, permitindo feedback imediato ao pular bate-papos. Esse recurso também permitirá ocultar a eventual otimização de cenários (planos de fundo de lugares) para facilitar as compras, a verificação de roupas e o tempo de economia / carregamento de dados para aqueles que usam 4G.
Com isso fechamos a versão 1 do TownCenter e estaremos avançado para a versão 2.0 que se concentrará mais no design.
submitted by Natsu-Toswio to MiniMundos [link] [comments]


2020.05.24 20:10 romanof13 Gostaria de anunciar minha coleção de armas medievais.

Gostaria de anunciar minha coleção de armas medievais.

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Olá amigos do sub.
Estou vendendo minha coleção de armas medievais, sou fã de jogos, filmes e séries envolvendo fantasia medieval e sempre quis ter um arsenal de armas nesse estilo. Eu nunca tive condições de comprar então decidi fazer eu mesmo, ja trabalhei com metalurgia e tinha acesso as ferramentas necessárias. Todas as peças abaixo foram feitas artesanalmente por mim.
Estes são os itens que tenho:
- Espada estilo Zweihander feita de aço, tem 1,3m de comprimento, com bainha de PVC. Essa espada foi feita utilizando aço comum não foi feito nenhum tratamento termico, possui fio porem não é indicado para cortar objetos, é mais indicado para decoração. Estou pedindo R$ 550,00.
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- Maça de espinhos com 61cm de comprimento, feita com tubo e 16 pregos de aço, o cabo é de madeira com detalhes prateados, é 100% funcional. Inclusive é o que deixo atras da porta aqui em casa hehehe. Estou pedindo R$ 300,00.
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- Mangual (Flail) possui 75cm de comprimento com a corrente esticada, sendo 33cm de cabo, 28cm de corrente e 14cm da cabeça. Feito totalmente de aço, incluindoo cabo, a corrente e a cabeça com as 8 flanges. É 100% funcional e é sem duvida o item mais perigoso que tenho, inclusive para quem o manuseia, a cabeça de aço possui peso consideravel, logo é necessário muita pratica e ainda assim não aconeselho sair rodando isso por ai. Estou pedindo R$ 400,00
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- Machado viking de duas mãos, tem 1m de comprimento total, a lamina tem aproximadamente 34cm, feita de aço carbono 1070 temperado, um tipo de aço duro e muito mais resistente que o aço comum, o cabo é feito de madeira, com etalhes feitos a mão a moda antiga (martelinho e formão). Esta é minha obra prima possui fio e é 100% funcional, ele também exige um pouco mais de cuidado devido ao peso e a lamina afiada. Estou pedindo R$ 800,00
https://i.pinimg.com/originals/da/02/f9/da02f9f48a55dd08189c7989e9581623.jpg
https://i.pinimg.com/originals/7a/7d/b5/7a7db5b83b45c6ada37714093f9ac86d.jpg
https://i.pinimg.com/originals/61/d0/cc/61d0cc299fcc99b5f75a13c49c5a1993.jpg
https://i.pinimg.com/originals/a0/0a/09/a00a0997c0355547baf0dd7cece10dc6.jpg
https://i.pinimg.com/originals/b4/39/54/b43954c1b26e4a48a489f15b3acd74dd.jpg
https://i.pinimg.com/originals/0b/b9/04/0bb904bcbf2b94480e7191bd2393295f.jpg
Eu já tentei anunciar no facebook, e OLX mas eles são bem chatos com anuncios desse tipo, e não gosto da plataforma do mercado livre.
Só quero encontrar alguém que aprecie esses objetos tanto quanto eu. Se você tiver interesse pode me contactar e sinta-se a vontade para fazer propostas.
Obs: Embora tenha feito estas peças com fins de decoração elas são reais, devem ser manuseadas com cuidado, possuem fio e poder de dano considerável. Mesmo assim elas não são indicadas para guerras, cruzadas e duelos ;D
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2020.05.18 21:59 IceFluxxx [Guia] D'Noob à Pro - Priest Build

[Guia] D'Noob à Pro - Priest Build
Olá a todos,
Notei que com a reabertura dos servidores do Florensia novas pessoas começaram a jogar. Por conta disso, e das dúvidas carregadas por esses jogadores novatos, me senti motivado a compartilhar um pouco da experiência que obtive nos últimos 3~4 anos que joguei Florensia, sem mais delongas, vamos ao tutorial:
Características da classe: Priest, segunda classe de Saint, é uma classe voltada ao suporte por possuir buffs (habilidades que por um determinado tempo aumentam sua def. física ou atk. físico em combate) e habilidades de recuperação de HP(vida), além disso a classe conta com 1 habilidade de cura a mais, em relação ao Shaman.
Prós:
  1. Possui uma boa defesa, tanto física (com auxílio de buffs) quanto mágica.
  2. Maiores curas do jogo, devido a sua habilidade passiva (Prayer).
  3. Pode ser um bom tank, devido às buffs e curas.
  4. É uma classe consideravelmente barata, ou seja, não precisa de tantos itens ou estar "full" para jogar satisfatoriamente.
  5. Pode ser razoavelmente bom em PvP e Guerras.
Acho que é isso... se lembrar de mais algum pró ou alguém citar, eu adiciono ao post.
Contras:
  1. Seus stuns não são tão efetivos.
  2. Possui um dano baixo relativamente baixo.
  3. Poucas habilidades úteis no ataque.
  4. Velocidade de movimento baixa.
  5. Difícil de upar pois, seu ataque em área precisa ser conjurado e quando os monstros te atacam a "barra de conjuração" retrocede. Ps.: Caso você tenha muita destreza, ou itens de esquiva esse problema pode ser sanado facilmente.
Caso eu lembre de mais algum contra ou alguém sugerir, atualizarei o tópico.
Dito o básico,vamos a build:
Status: O Status é uma parte bem interessante da build, no entanto, ela é regida, ou melhor, moldada pelo seu "poder de compra" no jogo, por seus recursos disponíveis. Portanto, vou apresentar alternativas fazendo as devidas considerações relacionadas aos seus recursos disponíveis.
Status 1: Para os iniciantes e/ou jogadores que não dispõem de muitos recursos(itens): No mínimo100 pontos de destreza, no máximo 125; 50 pontos em sabedoria e o restante poderão colocar em constituição.
Status 2: Para os que já possuem alguns itens de esquiva(Colares, brincos, anéis ou até mesmo alguns itens de cash que concedam esquiva): 80 pontos em destreza, 50 em sabedoria o resto em constituição.
Status 3: Para os que já possuem bons itens(Conjunto de joias do 73 com selos de esquiva , bota +6 e luva +6 ambos com selo de acerto mágico): 50 pontos em destreza, 50 em sabedoria e o resto em constituição.
Habilidades:
  • PvP, Guerras e UP:
https://preview.redd.it/hr1932spwkz41.png?width=459&format=png&auto=webp&s=ba771bb15983d7feb69d384a0f29f81ccda83880
Considerações: Essa build não é especifica, tanto serve para um PvP, como Guerras e upar, devido a AoE. Com alguns macetes é até possível solar alguns bosses de ataque físico como: Ignis. E, para os mais corajosos, é possível solar(ou quase) bosses de ataque mágico como: o Robinson.
Status recomendado: Podem escolher livremente dentre os 3 disponíveis acima, desde que atendam os requisitos.
  • Suporte, UP, Tank:
https://preview.redd.it/zrnoowqxwkz41.png?width=457&format=png&auto=webp&s=402911a6e87e1e211cc8d889774d3857a6d9ed58
Considerações: Essa build é bastante útil para dar suporte, seja em guerras ou bosses, tankar e solar bosses e, por fim, upar.
Status recomendado: Para essa build recomendo o Status 1 ou 2.
  • Totalmente Suporte:
https://preview.redd.it/y3m3wf61xkz41.png?width=457&format=png&auto=webp&s=30f015170e6652a94f770b00b0278d44bc5d09ef
Considerações: Essa build é exclusivamente para os que buscam se suporte em bosses, guerras e quaisquer outros afazeres que necessitem um jogador suporte. ESSA BUILD NÃO DEVE SER SEGUIDA INICIALMENTE POR NENHUM JOGADOR, ela se destina aos jogadores de altos leveis que necessitam de algum suporte.
Status Recomendado: Status 3.
  • Totalmente UP:
https://preview.redd.it/rtu1krl4xkz41.png?width=459&format=png&auto=webp&s=90486aed58869e8181823a2626415dad12348609
Considerações: Essa é uma build voltada para o up, sendo possível também o uso em guerras ou bosses servindo de suporte. Status Recomendado: Status 1, sendo altamente recomendável atingir o limite máximo de destreza(125).
Estratégias de Combate: Para a efetividado das táticas a seguir, recomendo fortemente o uso da build "PvP, Guerras e UP".

  • CM ou MK: Bom, contra CM/MK não há muito o que fazer. No entanto, podemos tentar... No ínicio do duelo usar Amor of Light e, se quiser, Recovery. Pois, a Recovery pode ser usada no início do duelo ou após o combo, se houver tempo.
Combo recomendado: Chain of Light, Thorn Trunk, Curse of Leaf (Se estiver com ela estantânea), Mist of Darkness e Flow, Muita flow.​
  • Shaman ou Priest: Em duelos contra essas classes, é recomendável se atentar a alguns detalhes, pois são eles que definem o vencedor. Recomendo iniciar o duelo usando Armor of Light, no entanto, o Recovery deverá ser usado apenas quando você começar a sofrer ataques de seu oponente. O Armor of Light tem 60s de duração, isso significa que durante o Armor of Light você poderá usar a Chain of Light duas vezes, devido ao seu tempo de recarga (25s). Use sua primeira Chain of Light nos primeiros 5 segundos do duelo e a segunda assim que a habilidade recarregar, dessa forma, após o final do seu Armor of Light, que é o momento onde os oponentes costumam concentrar seus ataques mais fortes, você poderá interrompê-los com a Chain of Light e recuperar seu HP totalmente. Nota: Após o final de seu Armor of Light, espere seu HP chegar na metade, para assim usar a Chain of Light, por último use a Recovery. Poderá também usar a Thorn Trunk e se afastar de seu oponente, impedindo-o de desferir ataques contra seu personagem, ou simplesmente "correr" até que o Armor of Light esteja novamente recarregado. Outra coisa importante, aplicável não somente ao duelo contra Shamans ou Priests, é usar a Chain of Light e depois sentar para recuperar seu HP/MP, dessa forma você não precisará usar poções de MP durante o duelo ou gastar mais MP recuperando o próprio HP.
Combo recomendado: Levando em consideração o que foi dito acima, esse continua sendo o combo recomendado: Chain of Light, Thorn Trunk, Curse of Leaf (Se estiver com ela estantânea), Mist of Darkness e Flow, Muita flow.​
  • SnipeExcava: Contra essas classes não tem segredo, é bom apenas se atentar ao Crimson Dust do Excavator que reflete 100% do dano infligido contra ele, além disso o duelo é bem tranquilo. Sempre que for Atingido por Poison Bullet, Gás Bomb use o Cure, pois geralmente após essas habilidades os Excavatos lançam o Crimson Dust e você não consegue removê-lo diretamente por conta das habilidades venenosas anteriores. Já em relação a um duelo contra sniper, apenas Thorn Trunk e Flow já tiram bastante HP dele. É IMPRESCÍVEL começar o duelo com Armor of Light e Recovery contra ambas as classes, com uma atenção especial ao Sniper que pode te dar um dano absurdo caso você esteja sem o Armor of Light. Outra dica que se aplica aqui também é a contagem do delay da Chain of Light baseando-se na duração do Armor of Light, é bom sempre tê-lo como referência. Dessa forma, no final do Armor of Light você terá a Chain of Light para parar seu oponente e conseguir recarregar seu HP.
Combo recomendado: Chain of Light e Flow, caso eles tentem correr, usa-se Thorn Trunk.​
  • GladiatoGuardian S.: Não querendo menosprezar essas classes, mas esse é um duelo relativamente fácil. Até mesmo sem o Set é possível ganhar dessas classes facilmente, se valendo apenas dos trunfos: Reflete + Cura. Não tenho muito a acrescentar aqui, poderão usar táticas semelhantes as citadas anteriormente para duelos contra SnipeExcavator. Um breve adendo, quando o GS usar Absolut Defence, vocês poderão usar Thorn Trunk para trava-lo no chão e para gerar dano, apenas habilidades que tenham dano por segundo Ex.: Flow of Darkness e Mist of Darkness.
Combo recomendado: Chain of Light e Flow, caso eles tentem correr, usa-se Thorn Trunk. ​Bom, é isso... Na verdade nesse tópico não contém tudo o que tem de ser aprendido por quem quer jogar com a classe, mas já da uma bela vantagem. Espero que gostem e que seja bastante útil. Ps.: Builds que funcionam para o meu modo de jogar, podem não funcionar para o seu. Portanto, esse post não tem como objetivo ditar o caminho a ser seguido pelos jogadores ao elaborar suas respectivas builds. Tenho em mente que build é algo muito pessoal e, de certa forma, é inerente ao modo que você está habituado a jogar. Dessa forma, o post foi feito apenas com o intuito de nortear suas decisões iniciais, para que assim, possa encontrar por conta própria a build que se encaixe no seu modo de jogar, a build perfeita.

(c) iBest
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2020.04.26 07:56 pswerlang Atualização - gladCode 2.8.1

Atualização - gladCode 2.8.1
A gladCode foi atualizada para a versão 2.8.1-beta.Confira abaixo a lista de mudanças:
Treinos
Uma nova modalidade foi adicionada à gladCode: o modo de Treinos. Este modo foi desenvolvido pensando em tutores e professores que querem trazer a experiência da gladCode para sua sala de aula.Neste modo o tutor pode criar treinos, que são semelhantes à torneios, com as seguintes diferenças:

https://preview.redd.it/n81a489jq3v41.png?width=602&format=png&auto=webp&s=0540b5238bb165b2ee89b600137ff8ba8e755503
  • Os treinos possuem uma duração curta (entre 5m até 2h), ideais para serem executados no período de aula.
  • O tutor pode escolher a quantidade de gladiadores participantes por batalha.
  • Cada aluno escolhe somente um de seus gladiadores para competir no treino, e este gladiador continuará disputando todas as rodadas do treino mesmo se for derrotado.
  • Os alunos ganham pontuação pelas batalhas. Os vencedores de cada batalha ganham 10 pontos, o último a morrer (segundo colocado) ganha 6 pontos, e os outros ganham pontuação de acordo com o tempo que sobreviveram dentro da arena, sendo que o último colocado (o primeiro a morrer) ganha 0 pontos.
  • Entre cada rodada, o tutor definirá um tempo até o início das batalhas. Este tempo pode ser usado pelos alunos para ajustar o código de seus gladiadores.
  • Quando o tempo do treino terminar, o ranking será dado pela pontuação obtida, e tempo médio de sobrevivência na arena como critério de desempate.
Cada treino poderá possuir uma ou mais #hashtags em sua descrição. Estas hashtags serão utilizadas para rastrear o torneio e criar um ranking único, específico da escola.No menu ranking, automaticamente serão criadas abas para cada hashtag presente nos treinos que o usuário gerencia ou participa.Ao acessar uma destas abas, será mostrado um ranking baseado em todos treinos que compartilham daquela hashtag.A colocação que o aluno obteve em cada treino (e não a pontuação dentro do treino) concederá pontos para a composição do ranking da hashtag, de maneira que serão dados 10, 6, 4, 3 e 2 pontos para o primeiro, segundo, terceiro, quarto e quinto lugares respectivamente de cada treino. O critério de desempate será a média dos tempos de sobrevivência obtidos em todos treinos.Com estas hashtags, os tutores poderão usar o desempenho dos alunos nos treinos realizados em suas aulas para composição de rankings específicos de cada uma de suas turmas, da escola inteira, ou qualquer outro critério de sua conveniência.

Balanceamento
  • O atributo Precisão (dano à distância) teve seu valor modificado para 5 + 0.4 x AGI (antes 5 + 0.5 x AGI). Motivo: As estatísticas ainda mostram que os gladiadores focados em agilidade estão levando vantagem nas vitórias se comparado à outros tipos de gladiadores. Por isso, a contribuição do atributo agilidade para o dano à distância foi reduzido em cerca de 16.9% em nível 8.

Perfil
  • Na página do perfil, além de poder acessar cada um dos menus com um endereço específico (/news, /profile, /glads, /battle, /reports, /rank, /messages, /friends), o menu de batalha agora pode ter cada um de seus itens acessados diretamente pelo endereço: (/battle.match, /battle.duel, /battle.tourn, /battle.train).
  • Houveram mudanças leves no design dos menus de histórico e ranking. Os botões para mudar a página foram alterados, e agora há um indicativo de transição das páginas.
  • Ao clicar no item ranking do perfil será mostrado automaticamente o ranking na página correspondente ao seu gladiador com melhor colocação no ranking.
  • O ranking agora ganhou abas. A classificação geral, por renome, está na aba Geral e será a aba principal a ser mostrada. Outras abas poderão ser adicionadas para rastrear hashtags referentes a treinos (disponível apenas para contas verificadas de instituições de ensino). Caso você participe de um treino que contenha uma hashtag rastreada por um tutor, a aba correspondente a esta hashtag será automaticamente adicionada no seu perfil.
  • Agora a consulta do histórico de batalhas possui a opção de mostrar somente as batalhas não lidas na lista. Agora ao mostrar a lista de batalhas, o sistema só irá marcar como lido os itens mostrados na página.
  • Quando houver notificações de batalha, agora as abas de batalhas e duelos do histórico irá mostrar um pequeno ícone indicando de onde vem a notificação.
  • Quando houver uma notificação de duelo, agora irá mostrar um indicador no botão de duelo no menu batalha.
  • A tabela indicando que há um desafio de duelo foi movida, e agora será mostrada somente ao clicar no botão de duelo no menu batalha.

https://preview.redd.it/cee1vkimq3v41.png?width=1151&format=png&auto=webp&s=650b2d83e4498d665adba6bdc174735796d09394
Chat
  • Agora quando for banido ou removido de uma sala, o usuário receberá uma mensagem na tela.
  • Foi adicionado o comando /kick no chat. Ele permite que o líder da sala expulse um membro, sem bani-lo.
  • Os comandos /kick e /edit agora podem ser realizados sem estar dentro de uma sala, usando o argumento -r SALA.

Site

Correção de bugs
  • Foi corrigido um problema onde gladiadores simultaneamente usando charge um no outro não estavam causando o devido dano ao encostar no oponente. (ty Coronel)
  • Corrigido erro onde os snippets do editor não estavam mais sendo mostrados. (ty Rob)
  • Corrigido um erro nos códigos recebidos como exemplo no tutorial Python. (ty Glac)
  • Correção no layout dos cartões de gladiadores.
  • Correções menores no layout de páginas.
  • Agora quando o sistema não encontrar o log de uma batalha, a página será redirecionada ao invés de ficar presa na tela de carregamento.

Não deixe de conferir as novidades em https://gladcode.dev
Obrigado pelo apoio, e qualquer dúvida deixem seu feedback em um de nossos canais.
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2020.03.30 15:37 SamuraiBrz COVID-19: stress, ansiedade e incertezas

Meu post não é um desabafo, mas uma tentativa de dar uma resposta mais organizada e completa em relação a dicas que eu tenho passado aqui para várias pessoas. Espero que não tenha problema.
TLDR: Dicas baseadas na minha experiência sobre como lidar com o lado psicológico dessa crise, incluindo coisas como meditação que eu sempre recomendo aqui.
Link pra quem quiser acessar no site (acabei de criar pra facilitar o uso futuro do texto, espero que esteja funcionando): https://sites.google.com/fco.net.barquivo-de-pensamentos/in%C3%ADcio
____________________
Minhas dicas de como lidar com stress e ansiedade
A crise atual do coronavírus (COVID-19) já está afetando o estado emocional e mental de muita gente, e a situação deve ainda permanecer preocupante por um tempo.

Por conta disso, resolvi compartilhar um pouco da minha experiência em relação ao combate a stress e ansiedade, na esperança de que minha experiência possa ajudar outras pessoas. Minha vida foi marcada por vários momentos estressantes, incluindo uma longa carreira em finanças, um período de crise pessoal em que realmente quase morri, e atualmente fazendo o doutorado nos EUA (que recentemente se tornou o país com maior número de casos da doença). Isso fez que que ao longo da minha vida, eu desenvolvesse maneiras de lidar com stress, ansiedade, entre outras coisas.

Meu foco vai ser em versões mais simples e básicas daquilo que eu faço. Todos esses itens podem ser ampliados e melhorados ao longo do tempo, mas o objetivo maior é ajudar quem está começando.

1 - Meditação.

Meu caminho para a meditação não foi muito tradicional, então minhas dicas podem ser um pouco diferentes. Na época que eu comecei, a internet ainda estava começando, não existia muita informação facilmente disponível ou aplicativos pra isso.

1.a) Comece pela respiração.

Em uma posição qualquer que considere confortável, respire fundo. Procure respirar lentamente, absorvendo o máximo de ar que conseguir, e depois soltando o máximo de ar que puder.

Apesar de respirarmos o tempo inteiro, o estilo de vida moderno faz com que na maior parte do tempo a gente respire de maneira muito superficial. A gente não está acostumado a realmente respirar de maneira a dar mais oxigênio para o corpo. A exceção é quando fazemos exercício, mas aí respiramos mais forte porque o corpo está pedindo muito mais ar mesmo.

Respirar profundamente ajuda a dar mais condições para a mente e o corpo fazerem seu trabalho direito.

Respirar é fácil, todo mundo faz, então é um jeito bom de iniciar. Eu vejo muita gente preocupada sobre como começar a meditar, qual seria o jeito certo, e isso acaba aumentando o stress ao invés de ajudar. Mas respirar fundo não tem muito o que errar.

1.b) Encontre um ponto de foco.

Meditação está relacionada a desenvolver foco e concentração. Isso pode levar um tempo, até porque não estamos mais acostumados a parar pra prestar atenção em algo. Tudo bem se não conseguir. Perder o foco e tentar recuperar o foco é parte natural do processo.

Para ajudar no foco, as pessoas podem encontrar algo para se concentrarem durante a meditação. Isso varia muito de cada pessoa, então às vezes tem que tentar algumas coisas diferentes pra ver o que funciona pra você.

Algumas possibilidades:

Foco no movimento. Apesar da imagem da meditação ser algo feito com a pessoa sentada e parada, isso não precisa ser assim. Para algumas pessoas, o movimento ajuda na concentração. O pessoal que faz yoga e tai-chi, por exemplo, usa muito isso. Mas os movimentos malucos de yoga assustam quem está começando, e não precisa ser assim. Você pode usar movimentos simples. Alguns exemplos são o movimento de abrir e fechar a mão, o movimento de girar o pescoço, o movimento de contar com os dedos, entre outros. Escolha um movimento ou uma combinação de movimentos, e preste atenção em como o corpo reage e realiza os movimentos. Fechar os olhos costuma ajudar nesse processo.

Foco na fala. Outra prática comum é falar durante a meditação. Não precisa ser necessariamente falar, pode ser apenas fazer o som de "hhhmmmmmm". Outras possibilidades são mantras e orações. O que importa é que seja algo que facilite sua concentração.

Foco na escuta. Muita gente usa sons para meditar. Isso pode incluir sons suaves (ASMR se tornou uma tendência), sons naturais do ambiente em que você está, ou música. De novo, o importante é ver o que facilita a concentração. Tem gente que se dá muito bem com músicas calmas, e tem gente que odeia, por exemplo, e medita até melhor com um heavy metal.

Foco visual. Já outras pessoas conseguem se focar melhor quando elas olham para alguma coisa. Isso é muito usado na hipnose, por exemplo, quando se pede pra pessoa se concentrar em um relógio, em um pêndulo, ou um disco hipnótico. Fotos também funcionam bem, especialmente fotos que passam uma sensação que lhe agrada.

1.c) Indo além.

O que eu escrevi nos itens (a) e (b) devem ser o suficiente pra quem está começando melhorar bastante o estado mental. Eu não quero ir muito longe aqui, mas também acho bom deixar um espaço pra se pensar, caso a pessoa decida levar a prática para a vida toda (o que eu recomendo, me ajudou demais ao longo da minha vida).

O que eu passei até agora seria basicamente oxigenar o cérebro e o corpo, e se focar em algo. Isso tem como consequência principal limpar a mente, e deixar ela em um estado mais calmo. Muita gente costuma dizer que seria "esvaziar a mente", mas isso seria algo meio enganoso porque não é realmente deixar a mente vazia, é deixar ela mais limpa.

É como se a mente fosse um computador ou um smartphone, que com o tempo fica acumulando muita coisa ruim e inútil, e daí de vez em quando é bom dar uma limpada.

Técnicas mais avançadas podem ir além disso. Ao invés de apenas limpar o computador da mente, podem "atualizar" o sistema operacional, e podem "desinstalar e instalar os programas", mudando a forma da pessoa pensar, agir e perceber o mundo.

Outra coisa é que as dicas que eu dei podem levar um bom tempo. Ficar respirando fundo, se deixar levar por uma música, esse tipo de coisa pode exigir um bom tempo até conseguir manter o foco. Ainda mais se a pessoa não tem experiência e está com muito stress acumulado. Para muitas pessoas, pode ser a primeira vez que elas se sentem calmas em muito, muito tempo, então é natural continuar nesse estado de transe por um tempo.

Técnicas mais avançadas também podem acelerar esse processo. O que pode ser útil naquelas fases da vida em que a gente não tem tempo pra nada.

2 - Arte.

Como diz o velho ditado, quem canta os males espanta.

As artes de maneira geral podem ter uma série de benefícios na saúde mental, como aliviar o stress, melhorar o autoconhecimento, aumentar a capacidade criativa, organizar os pensamentos.

A não ser que a pessoa já seja artista, a maioria das pessoas não está mais acostumada a ativar as partes do cérebro correspondentes a isso. Antigamente, era mais parte da tradição social alguma forma de arte, com pessoas desenhando, cantando, dançando, contando histórias, tirando fotos, etc. Isso se perdeu um pouco, e com isso também se perdeu uma maneira de melhorar a saúde mental.

Um dos maiores obstáculos quando eu recomendo a prática da arte pra alguém é que a pessoa se diz incompetente de mais. Que ela não sabe cantar, que ela desenha muito mal, etc.

Só que lembre-se que o objetivo aqui não é fazer de ninguém um artista profissional. É usar a arte como forma de aliviar o stress e a ansiedade. Não interessa que o desenho seja bom ou ruim. O desenho pode ser péssimo, mas pelo menos pode servir como uma válvula de escape, uma maneira de pessoa organizar e canalizar as suas emoções de maneira mais positiva (ao invés de sair comendo tudo que vê pela frente, ou descontar nos outros).

Além disso, hoje em dia a tecnologia ajuda muito. Com o que existe hoje em dia de programas, aplicativos e equipamentos, dá pra fazer música sem entender muito de música, desenhar sem saber muito de desenho, e por aí vai. Tem até jogo de PS4 pra quem quer criar seu próprio jogo de vídeo-game sem ser profissional (Dreams).

Por exemplo, depois de décadas, eu voltei a escrever histórias em quadrinhos. Eu gosto de escrever, mas não sou bom o suficiente no desenho. Só que agora existem programas que ajudam nisso.

3 - Atividade física.

Como dizem, mente sã em corpo são. É difícil a mente estar bem, sem o corpo estar bem. Uma coisa está ligada à outra.

Eu nunca fui fã de exercícios físicos, academia, esse tipo de coisa. Mas também não precisa ser rato de academia pra atividade física ajudar a lidar com estresse.

Essa é a parte que eu menos posso ajudar, mas está cheio de material na internet, vídeo no YouTube, etc. Até pra quem é preguiçoso, dá pra fazer alguma atividade física até sentado no sofá assistindo Netflix.

4 - Vida social.

Com o pessoal fechado em casa, essa é uma parte que tem pesado muito na saúde mental. Até pra quem está na cadeia, a solitária é uma das punições mais severas, por conta do distanciamento social.

Só que eu acho que tem uma coisa importante a se lembrar. O que está acontecendo agora é principalmente um distanciamento físico. Ou seja, isso não significa que a gente tem que se tornar distante em termos de comunicação, ou em termos emocionais, por exemplo.

Em termos físicos, eu estou milhares de quilômetros distante de quase todo mundo que eu conheço. Isso não significa que eu tenha que perder a conexão com as pessoas. A situação atual tem se revelado até uma forma de aumentar a conexão. Pessoas que estavam mais distantes se aproximaram, conversei com gente que eu não falava fazia anos, e assim por diante.

Muita gente tem afastado outras pessoas nas redes sociais, que se tornaram muito mais um ambiente negativo. Mas isso não precisa ser assim.

Vou aproveitar o exemplo de um amigo meu, que se mudou pro Canadá. Esses dias eu vi ele falando que estava pensando em fazer um jogo de D&D online. Esse tipo de conexão social ainda existe, o tal distanciamento social do coronavírus não impede nada disso.

E, no caso das famílias, que mantém a proximidade física, também dá pra buscar maneiras positivas de lidar com isso. As dicas que eu dei de meditação, arte, e atividades físicas, por exemplo, podem muito bem se tornarem coisas pra família. Antes dessa situação toda acontecer, uma vez eu fiz uma sessão de meditação junto com a minha mãe e minha fílha. Também comprei argila pro pessoal fazer esculturas.

Então, claro que a crise existe, que vários problemas estão acontecendo e vão acontecer. Mas, quanto mais fortes estivermos mentalmente, mais podemos enfrentar e superar. Eu tenho um amigo que é muito diferente de mim, e uma vez a gente estava conversando sobre como a nossa amizade se desenvolveu e ficou tão forte. E a gente falou que parte da razão foi ver que, nos períodos difíceis, a amizade nunca se abalou e saiu até mais forte. Então, eu acho que muitas relações também podem sair fortalecidas, mesmo em uma situação de distanciamento social, se a gente souber lidar com isso.
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2020.03.29 23:56 duckdodgerbrasl Guia Onde Comprar: saiba onde comprar os produtos que você precisa

Pessoal, aqui na minha empresa fizemos um trabalho interessante para encontrar produtos de básicos no ecommerce sem preços abusivos e sem sair de casa! Se puderem dar uma olhada acho que ficou bem interessante e útil!
Já pensou em saber exatamente exatamente onde comprar e quanto pagar pelos itens essenciais durante a quarentena?
O Guia Onde Comprar é um site que te ajuda nessa missão!
Lá tem itens essenciais como alimentos, produtos de higiene, limpeza, ração com informações dos melhores preços nos varejos perto de você!
[Guia Onde Comprar](www.guiaondecomprar.com): saiba onde comprar os produtos que você precisa => www.guiaondecomprar.com Insta e twitter => @guiaondecomprar
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2020.03.22 21:29 loslan FAKE NEWS (reportado p/ Revista EXAME e Jornal Estadao) - A renomada Universidade Stanford, nos EUA – teria mostrado que o uso associado da hidroxicloroquina e azitromicina teria sido capaz de curar pacientes com coronavírus.

Essa "estória" repercutida e reproduzida como se verdadeira, foi criada por um investidor em blockchain chamado James Todaro... Ah! Mais ainda, o Vale do Silício correu jundo. A WIRED que fornece acesso gratuito e ilimitado a histórias sobre a pandemia de coronavírus revela como um documento do Google compartilhado no Twitter não é o modo como a ciência geralmente é feita...
FONTES - LINKs: ao final do texto
"A CONVERSA SOBRE uma droga promissora para combater o Covid-19 começou, como costuma acontecer (mas na ciência não), no Twitter. Um investidor em blockchain chamado James Todaro twittou que um medicamento contra a malária de 85 anos chamado cloroquina era um tratamento potencial e preventivo contra a doença causada pelo novo coronavírus. Todaro vinculou a um documento do Google que ele havia escrito, explicando a idéia. Embora quase uma dúzia de medicamentos para o tratamento do coronavírus esteja em testes clínicos na China, apenas um - remdesivir, um antiviral que estava em testes contra o Ebola e o MERS do coronavírus - está em testes completos nos EUA. Nada foi aprovado pela Food and Drug Administration. Portanto, um medicamento promissor seria ótimo - e melhor ainda, a cloroquina não é nova. Seu uso remonta à Segunda Guerra Mundial e é derivado da casca da árvore chinchona, como o quinino, um antimalárico de séculos de idade. Isso significa que o medicamento agora é genérico e é relativamente barato. Os médicos entendem bem e podem prescrever o que quiserem, não apenas a malária. O tweet de Todaro recebeu milhares de curtidas. O mundo da engenharia / tecnologia pegou a ideia. O blog de leitura extensiva Stratechery vinculado ao documento do Todaro no Google; Ben Thompson, editor do blog, escreveu que estava "totalmente desqualificado para comentar", mas que as evidências anedóticas favoreciam a idéia. Ecoando o documento, Thompson escreveu que o documento foi escrito em consulta com a Stanford Medical School, a Universidade do Alabama na faculdade de medicina de Birmingham e os pesquisadores da Academia Nacional de Ciências - nada disso é exatamente verdade. (Mais sobre isso daqui a pouco.) Um dos co-autores de Todaro, um advogado chamado Gregory Rigano, foi à Fox News falar sobre o conceito. O CEO da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, twittou sobre isso, citando um vídeo explicativo do YouTubede um médico que vem fazendo uma série de explicadores de coronavírus. Para ser justo, Musk não estava interessado na idéia de não ter mais dados, embora tenha escrito que havia recebido uma dose salva de vida de cloroquina para a malária. É a definição de "grande se verdadeiro". Parte da história do Covid-19, do coronavírus SARS-CoV-2, é que ela é nova . Os seres humanos não têm imunidade a isso. Não há vacina, nenhum medicamento aprovado para tratá-lo. Mas se um medicamento existia - se um medicamento barato e fácil pode evitar as piores complicações que requerem ventilação e às vezes fatais da infecção por coronavírus, ou talvez prevenir essa infecção em primeiro lugar, para que estamos isolando socialmente, como otários? Que se - como diz o ditado - está dando muito trabalho. A pandemia de Covid-19 está causando, razoavelmente, um surto mundial enquanto cientistas e formuladores de políticas correm para encontrar soluções, nem sempre com competência ou eficiência. É o tipo de coisa que irrita a mentalidade de engenheiro-disruptor. Certamente, esse deve ser um problema facilmente resolvido, que é principalmente culpa da burocracia, da regulamentação e de pessoas que não entendem a ciência. E talvez as duas primeiras coisas sejam verdadeiras. A terceira coisa, porém, é onde os riscos se escondem. O Vale do Silício homenageia pessoas que correm em direção a soluções e ignoram problemas; a ciência é projetada para encontrar soluções, identificando esses problemas. As duas abordagens geralmente são incompatíveis . O que aconteceu aqui, especificamente, é que Rigano procurou Todaro. O tweet de Todaro identificou Rigano como afiliado à Johns Hopkins; O perfil de Rigano no LinkedIn diz que ele está de licença de um programa de mestrado em bioinformática e foi consultor de um programa em Stanford chamado SPARK, que faz a descoberta de medicamentos translacionais - encontrando novos usos e pedidos de medicamentos aprovados. "Eu tenho uma experiência muito única na encruzilhada do direito e da ciência", diz Rigano. "Trabalho com grandes empresas farmacêuticas, universidades, biotecnologias e organizações sem fins lucrativos no desenvolvimento de medicamentos e produtos médicos". Ele diz que esses contatos o informaram sobre o uso de cloroquina contra o Covid-19 na China e na Coréia do Sul, então ele começou a ler sobre ele. (Johns Hopkins não retornou uma solicitação de comentário; um porta-voz dos e-mails da Stanford Medical School: “A Stanford Medicine, incluindo a SPARK, não esteve envolvida na criação do documento do Google, e solicitamos que o autor remova todas as referências a Além disso, Gregory Rigano não é consultor da Faculdade de Medicina de Stanford e ninguém em Stanford esteve envolvido no estudo. ”) Acontece que as pessoas lançam cloroquina como antiviral há anos. No início dos anos 90, os pesquisadores o propuseram como um complemento aos medicamentos inibidores da protease precoce para ajudar a tratar o HIV / AIDS. Uma equipe liderada por Stuart Nichol, chefe da Unidade de Patógenos Especiais dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, publicou um artigo em 2005 dizendo que a droga era eficaz contra células primatas infectadas com SARS, o primeiro grande coronavírus respiratório a afetar seres humanos. É um teste in vitro, não animais vivos - apenas células. Nichol não respondeu a um pedido de comentário, mas um porta-voz do CDC enviou um e-mail: “O CDC está ciente de relatos de vários medicamentos sendo administrados para tratamento ou profilaxia para o COVID-19, incluindo aqueles que demonstram atividade in vitro contra o SARS-CoV- 2. Neste momento, é importante garantir que dados clínicos robustos, coletados em ensaios clínicos, sejam obtidos rapidamente, a fim de tomar decisões clínicas informadas sobre o manejo de pacientes com COVID-19. ” Em uma conferência de imprensa da Organização Mundial da Saúde em fevereiro, um repórter do grupo de verificação de fatos Africa Check perguntou se a cloroquina era uma opção. Janet Diaz, chefe de atendimento clínico do Programa de Emergências da Organização Mundial da Saúde, respondeu que a OMS estava priorizando alguns outros medicamentos nos testes junto com o remdesivir e reconheceu que os pesquisadores chineses estavam trabalhando ainda mais. "Para a cloroquina, não há provas de que este seja um tratamento eficaz no momento", disse Diaz. "Recomendamos que a terapêutica seja testada em ensaios clínicos eticamente aprovados para mostrar eficácia e segurança". A cloroquina e uma versão alternativa chamada hidroxicloroquina parecem funcionar contra vírus, inibindo um processo chamado glicosilação, uma transformação química das proteínas na camada externa do vírus que faz parte do processo de infecção. Pesquisadores chineses iniciaram talvez meia dúzia de ensaios randomizados das duas versões em humanos e obtiveram pelo menos alguns dados iniciais promissores. Com esses dados em mente, um pesquisador francês de doenças infecciosas chamado Didier Raoult publicou uma rápida revisão dos estudos in vitro existentes de cloroquina e hidroxicloroquina e (junto com alguns outros pesquisadores ) recomendou não apenas aumentar a pesquisa em humanos, mas também começar a usar os medicamentos clinicamente. (Raoult não retornou um pedido de comentário, mas um publicitário do hospital em que trabalha enviou um link para um vídeo no qual Raoult apresenta dados que ele diz mostrar eficácia em um pequeno grupo de humanos reais. Esses dados não foram publicados ou revisado por pares.) Exceto pelo vídeo, que ainda não havia sido lançado, Rigano montou tudo isso e entrou em contato com Todaro. "Essencialmente, escrevi a publicação com base em minha interface com vários pesquisadores de Stanford e outros, e desenvolvemos esse corpo de evidências e ciência hardcore", diz Rigano. “James, Dr. Todaro, estava fazendo o melhor trabalho, pensei, em qualquer pessoa da mídia, qualquer médico, qualquer agência de notícias, qualquer pessoa no Twitter, ao cobrir o coronavírus. Eu acompanho sua pesquisa em outros itens, como computação descentralizada, há vários anos. ” Todaro, que obteve um MD da Columbia e agora é um investidor de bitcoin, estava interessado o suficiente para colaborar no documento. "Eu adicionei coisas que pertenciam mais ao lado médico das coisas e dei uma sensação mais clínica, acho", diz Todaro. “Algo que a Big Pharma não vai gostar - está amplamente disponível, é bem barato e é algo que pelo menos um milhão de pessoas já está participando. Na verdade, existem muitos aspectos de algo que podem ser lançados rapidamente se os dados clínicos corretos estiverem disponíveis. ” Todaro e Rigano juntos começaram a conversar com Raoult sobre o pequeno estudo que ele estava preparando, e também chamaram um bioquímico aposentado chamado Tom Broker. Ele foi originalmente listado como o primeiro autor do documento do Google, seu nome seguido por "(Stanford)". Foi aí que Broker obteve seu doutorado, em 1972, mas Broker está há anos na Universidade do Alabama, em Birmingham. Sua área de pesquisa é o adenovírus e o papilomavírus humano, que têm DNA como material genético, em oposição ao RNA dentro dos coronavírus. Eles são bem diferentes. Broker diz que não estava envolvido na produção do documento do Google e nunca defenderia o uso de um medicamento sem testes formais. Todaro e Rigano, desde então, removeram o nome dele, a pedido de Broker. “Eu não contribuí, escrevi qualquer parte ou tive conhecimento deste documento do google.com.br. Nunca conduzi pesquisas sobre patógenos do vírus RNA. Não tenho credenciais ou autoridade profissional para sugerir ou recomendar ensaios ou práticas clínicas ”, escreveu Broker em um email. “Aparentemente, fui inserido como autor 'gratuito', uma prática que sempre evitei em meus 53 anos de carreira. Além disso, nunca envolvi nenhuma parte das mídias sociais, privada ou profissionalmente. Todas as minhas publicações científicas são processadas por meio de revisão por pares. Sugiro que você se comunique com um dos autores reais. Questionado sobre a declaração de Broker, Todaro diz que Broker simplesmente não queria se envolver com a atenção que a idéia e o documento estavam recebendo. “Eu não conheço pessoalmente Tom Broker. Minha correspondência foi com o Sr. Rigano ”, diz Todaro. "Quando começamos a receber informações da imprensa, minha impressão foi que o Sr. Broker ficou muito impressionado com isso". Rigano diz que também foi sua impressão. "Dr. Broker é um cientista da mais alta ordem. Ele não está acostumado a esse tipo de atenção da mídia, então nós meio que precisamos continuar sem ele aqui ”, diz Rigano. "Ele não está pronto para a mídia, se tornando uma celebridade." O documento de cloroquina que Todaro e Rigano escreveram espalhou quase - desculpe por isso - viralmente. Mas mesmo que algumas pessoas estejam dizendo que esse é um tratamento, ele ainda não foi submetido a um estudo de controle randomizado em larga escala, o padrão ouro para avaliar se uma intervenção médica como uma droga realmente funciona. Até que isso aconteça, a maioria dos médicos e pesquisadores diria que a cloroquina não pode ser nenhum tipo de bala mágica. “Muitos medicamentos, incluindo cloroquina ou hidroxicloroquina, trabalham nas células do laboratório contra os coronavírus. Foi demonstrado que poucos medicamentos funcionam em um modelo animal ”, diz Matthew Frieman, microbiologista que estuda terapêutica contra os coronavírus na Universidade de Maryland. O que acontece se você colocar os medicamentos em animais? Ninguém sabe ainda. Provavelmente nada de ruim, porque eles são usados há décadas. A ação da cloraquina, diz Frieman, “é conhecida há algum tempo por outros coronavírus, mas nunca se desenvolveu como terapêutica testada em humanos. Há razões para acreditar que isso vai mudar agora, junto com outras terapêuticas que têm eficácia no laboratório. ” Isso ocorre porque o novo coronavírus está incentivando a pesquisa a retomar praticamente qualquer coisa que já tenha mostrado algum efeito sobre os coronavírus, e algumas novas idéias também. Rigano diz que ele e Todaro estão agora realizando seus próprios ensaios clínicos, embora não esteja claro como eles pretendem coletar ou apresentar os dados. Eles esperam que os médicos se inscrevam como sujeitos e depois prescrevam a hidroxicloroquina para si mesmos enquanto tratam pacientes com Covid-19. Quando perguntado sobre o que seria o grupo de controle - médicos que pareciam pacientes que não tomaram o remédio, talvez? --Igano teve algumas idéias. “Você pode usar controles históricos, a taxa de médicos infectados que não usavam hidroxicloroquina regularmente. E se existem médicos que gostariam de participar do estudo que gostariam de não tomar hidroxicloroquina, eles também seriam excelentes controles ”, diz Rigano. “Ético, não queremos que ninguém contrate esse vírus. É realmente um design maravilhoso. ” Rigano diz que está conversando com a equipe de quatro hospitais australianos sobre a realização de um estudo maior e randomizado, depois de um com médicos voluntários. Rigano e Todaro sabem que um documento do Google compartilhado no Twitter não é o modo como a ciência geralmente é feita. Mas eles dizem que não há tempo a perder, que a pandemia está se movendo rápido demais para a ciência tradicional. "Isso levaria meses", diz Todaro. "Eu odiaria apostar em coisas que encontraríamos em meses ou em uma vacina que sai em meados do final de 2021". Eles não são os únicos com essas preocupações, é claro. O modelo mais recente do progresso do Covid-19 do Imperial College London apresenta o pior cenário de pior caso que envolve milhões de mortes, ou distanciamento e proteção social em todo o planeta por mais de um ano. A distância social pode dar aos hospitais uma chance melhor de acomodar e tratar os doentes, mas, com menos força, a doença simplesmente volta. As únicas coisas que mudariam esses resultados são vacinas ou medicamentos." Fonte: WIRED é onde o amanhã é realizado. É a fonte essencial de informações e idéias que fazem sentido para um mundo em constante transformação. - WIRED MAGAZINE LINKs: https://exame.abril.com.bciencia/o-que-e-a-cloroquina-remedio-promissor-contra-o-novo-coronavirus/ https://saude.estadao.com.bnoticias/geral,droga-usada-para-malaria-tem-resultado-positivo-contra-coronavirus,70003240466
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2020.03.05 23:04 P0RC0 Guia Rápido de up GW2 1-80

O que você pode usar :
Agora com os impulsos prontos:
0-15: Desculpe, esses mapas geralmente são ridiculamente preenchidos e não terão muitos monstros que possam sobreviver por tempo suficiente para acumular bônus. Eu sei que Plains of Ashford tem o maior número de mobs de bônus que eu já vi nessas zonas de partida, mas Queensdale tem muitos meta-eventos em um pequeno raio que podem elevar o nível um pouco mais rápido. Você vai querer deixar essas áreas o mais rápido possível.
15-25: Kessex Hills , mapa enorme, meio que povoado, mas não há alternativa incrível além de Snowden Drifts .
25-40: Você não precisará se preocupar muito com este mapa, porque você sairá no nível 30 de qualquer maneira, mas eu recomendo o Passe de Lornar
30-40: Eu amo tanto Fields of Ruin . Subestimado criminalmente e tem MUITOS mobs intocados. Eu tentei outros, mas este é sem dúvida o meu favorito.
40-50: Da mesma forma, eu gosto muito do Blazeridge Steppes . Os mobs são pequenos buggers difíceis, e às vezes podem ser realmente difíceis de matar (e é por isso que este mapa pode ter tantos mobs de bônus em XP); se você quiser uma abordagem mais lenta, mas mais fácil, não poderá errar com os Dredgehaunt Cliffs .
50-60: Fora das duas zonas deste nível, inclino-me levemente em direção às marchas de ferro . Este mapa é um pouco mais agradável para mim, mas Timberline Falls não é visivelmente mais lento.
60-70: Trecho em casa! Eu realmente não gosto do Monte Maelstrom, nunca realmente. Por causa disso, eu normalmente corro o Fireheart Rise , mas quem sabe. Talvez Maelstrom seria melhor porque pessoas como eu não gostam.
70-80: Wooh! Os últimos 10. Eu não posso recomendar Frostgorge Sound o suficiente. Este mapa é gigantesco e possui muitos bônus para desfrutar. Não tenho nada contra as outras zonas nesses níveis, mas adoro Frostgorge e foi rápido na minha experiência.
Estratégia : Prepare-se, esta é difícil. Você encontra algumas mobs neutras (amarelas) e as mata. Se você não receber pontos de bônus substanciais, procure por outros mais escondidos e mate-os. Cada mapa está tão cheio que, quando você sentir que matou todos eles, poderá voltar para onde começou e matar os mesmos monstros e eles terão um bom bônus de XP novamente. Eu escolhi o que experimentei como sendo os mapas mais vazios, para que você não tivesse nenhum problema com o XP sem brilho dos mobs.


post original: https://www.reddit.com/Guildwars2/comments/9z3sai/the_be_all_end_all_guide_to_the_fastest_way_to/
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2020.02.22 03:31 altovaliriano Harpa de Rhaegar nas criptas de Winterfell

Texto original: https://cantuse.wordpress.com/2014/07/31/the-secret-in-the-winterfell-crypts/
Autor: Cantuse
Título original: The Secret in the Winterfell Crypts

Eu tenho uma teoria sólida sobre um possível segredo que mudaria tudo que sabemos sobre as criptas de Winterfell:
A singular harpa de cordas de prata de Rhaegar está no túmulo de Lyanna.
--------------------------------------------------------
– Fará uma canção para ele? – a mulher perguntou.
– Ele já tem uma canção. É o príncipe que foi prometido, e é sua a canção de gelo e fogo [...]
(ACOK, Daenerys IV)
Esta citação é sobre Aegon e se dá entre Elia e Rhaegar. Lembre-se do que Marwyn diz: "A profecia é como uma mulher traiçoeira" . Rhaegar pode estar errado sobre Aegon; ou, mais provavelmente, ele acredita que uma ou todas as três 'cabeças do dragão' são/é o príncipe que foi prometido.
Tematicamente, é mais sensato se Jon Snow for o Príncipe que foi prometido. Especialmente quando você considerar sua paternidade. Apenas combine as palavras Stark e Targaryen. Observe também que, se atualmente você acredita que os pais de Jon são Rhaegar e Lyanna, Jon é possivelmente um 'príncipe prometido', com base nas lembranças de Ned sobre as palavras finais de Lyanna: “Prometa-me, Ned” .

A QUESTÃO DA LEGITIMIDADE

Eu estava profundamente em conflito quando li A Dança dos Dragões pela primeira vez.
Eu sempre acreditei na teoria "R + L = J", então sabia que tinha um viés pessoal: que Jon deve ser um protagonista central e um verdadeiro 'Targaryen secreto', que esse Aegon VI ("Jovem Griff”) Era apenas um pretendente. Eu lutei com esse preconceito contra Aegon VI por algum tempo, sem respostas reais à vista. Intelectualmente, sabia que não poderia responder à pergunta de quem é realmente legítimo.
* * *
Comprovando legitimidade
Ocorreu-me então que havia um método mais prático de abordar a questão, a formação de uma pergunta que fornece possíveis respostas ao mistério: "Como uma pessoa prova legitimidade?"
Isso representa um desafio para Aegon e Jon. Olhando para eles de perto:
Não basta aparecer como um Targaryen ou se declarar um; você precisa de legitimidade, precisa de provas. Os senhores de Westeros já duvidam de sua legitimidade, então ele deve provar ou subjugar todos eles. Em algum momento, ganhar vassalos com uma pretensão legítima será mais valioso do que conflito. Também não ajuda que ele seja apoiado pela Companhia Dourada. Diz bastante que ele e seus conselheiros saibam disso, e é por essa razão que ele está inicialmente empenhado em garantir a mão de Daenerys no casamento; assima ele terá o sangue dela e seus dragões para estabelecê-lo.
Ele está supostamente morto, mas lembre-se: se a noção de estabelecer alguma conexão entre Jon e Rhaegar for importante para a história, independentemente do status vital dele, essa teoria ainda será útil. Ninguém além de Howland Reed tem conhecimento da hereditariedadede Jon, então ele não teria necessidade de encontrar algo parecido com essa harpa. Mas para aqueles de nós que gostariam de vê-lo revelado como Targaryen bastardo ou verdadeiro, Azor Ahai ou o príncipe prometido, ele também deve provar isso a si mesmo e/ou aos demais.
O próximo passo lógico é perguntar: "O que reforçaria significativamente uma pretensa ascendência Targaryen?"
Observe que não há Targaryen vivo e universalmente reconhecido (fora Daenerys) que possa garantir a autenticidade de uma pessoa. Isso também é verdade para um não-Targaryen que tenha amplo conhecimento da legitimidade de um candidato. Assim, não há pessoas vivas que possam declarar genuína e legalmente uma pessoa como um verdadeiro Targaryen, apenas pela força da palavra. Isso seria verdade tanto para Jon Connington quanto para Stannis e Howland Reed.
Simplificando, os nobres de Westeros não têm razões intrínsecas para assumir que um candidato é legítimo apenas com base em palavras.
* * *
A necessidade de evidência
Conseqüentemente, os senhores de Westeros precisarão de evidências objetivas e físicas de legitimidade antes que possam ponderar seriamente a autenticidade de um suposto Targaryen.
Mas que tipo de evidência causaria esse tipo de contemplação?
Meus primeiros pensamentos foram para as espadas valirianas Irmã Sombria e Fogonegro.
Infelizmente, ambas as espadas estão associadas a linhagens bastardas de Targaryen, cada uma manchada por histórias que realmente prejudicariam qualquer reivindicação de legitimidade.
As duas também permaneceram invisíveis por vários anos. Portanto, podem haver sérias questões logísticas sobre se elas permaneceram em famílias de sangue Targaryen verdadeiro ou bastardo: não existe uma "cadeia de custódia " confiável para sugerir que um portador atual tenha algum legítimo relacionamento com a dinastia Targaryen.
Portanto, parece que a ideia de que as lâminas Targaryen possam demonstrar legitimidade é, na melhor das hipóteses, incerta. Mas a exploração da ideia não foi sem benefícios: chegamos a uma constatação valiosa.
Nós, leitores, sabemos inerentemente que, se algum tipo de prova exsistir, será algo que é:
  1. Bem conhecido pelos grandes senhores e damas do reino,
  2. Universalmente reconhecido como um símbolo da verdadeira linhagem Targaryen,
  3. Possui uma forte cadeia de custódia,
  4. E de alguma forma demonstra a hereditariedade de um pretendente.
* * *
Usando informações meta-textuais
Também podemos explorar algum conhecimento de fatores que existem fora dos próprios livros .
No quinto livro de uma série de sete livros, seria um pouco sofisticado introduzir uma nova evidência na história, apenas com o objetivo de responder ao enigma da legitimidade. Provavelmente seria visto pelos leitores como uma desculpa esfarrapada, um artifício inventado para que Martin se livrasse de um problema no qual ele mesmo havia se metido.
Martin já declarou que quer evitar escrever esse final para a série porque estava descontente com o final de Lost . Além disso, conhecendo a preferência de Martin por implementar indícios subliminares de eventos futuros, a evidência que será usada é provavelmente algo que está debaixo de nossos narizes . O tipo de coisa que vamos nos surpreender quando olharmos em retrospectiva.
* * *
Um momento Eureka!
Lá estava eu, fazendo um brainstorming de todos os artefatos, volumes e tesouros possíveis dos Targaryen em que eu pudesse pensar. Em certo momento, eu estava em uma divagaão, ruminando sobre as seguintes passagens:
Quando criança, o Príncipe de Pedra do Dragão era extraordinariamente dado à leitura. Começou a ler tão cedo que os homens diziam que a Rainha Rhaella devia ter engolido alguns livros e uma vela enquanto ele estava em seu ventre. Rhaegar não tinha nenhum interesse pelas brincadeiras das outras crianças. Os meistres ficavam assombrados com sua inteligência, mas os cavaleiros do pai trocavam gracejos amargos sobre Baelor, o Abençoado, ter renascido. Até que um dia o Príncipe Rhaegar encontrou algo em seus pergaminhos que o mudou. Ninguém sabe o que pode ter sido, só se sabe que o garoto apareceu no pátio uma manhã, no momento em que os cavaleiros vestiam as armaduras. Foi direito a Sor Willem Darry, o mestre de armas, e disse: “Vou precisar de espada e armadura. Parece que tenho de ser um guerreiro.”
(ASOS, Daenerys I)
– A perícia do Príncipe Rhaegar era inquestionável, mas ele raramente entrava nas liças. Nunca gostou da canção das espadas, como Robert ou Jaime Lannister gostavam. Era algo que tinha de fazer, uma tarefa que o mundo tinha lhe atribuído. Desempenhava-a bem, pois fazia tudo bem. Era essa a sua natureza. Mas não tirava dela nenhuma alegria. Os homens diziam que o Príncipe Rhaegar gostava muito mais da harpa do que da lança.
(ASOS, Daenerys IV)
– Mas que torneios meu irmão ganhou?
– Vossa Graça. – O velho hesitou. – Ele ganhou o maior torneio de todos.
(ASOS, Daenerys IV)
– Sim. E, no entanto, Solarestival era o lugar que o príncipe mais amava. Ia para lá de tempos em tempos, acompanhado apenas de sua harpa. Nemmesmo os cavaleiros da Guarda Real o serviam ali. Gostava de dormir no salão arruinado, sob a lua e as estrelas, e sempre que regressava trazia uma canção. Quando se ouvia o príncipe tocar sua harpa com cordas de prata e cantar a respeito de penumbras, lágrimas e a morte de reis, era impossível não sentir que ele estava cantando sobre si e sobre aqueles que amava.
(ASOS, Daenerys IV)
O que surge daí é que parece que Rhaegar tinha a intenção de ganhar o Torneio em Harrenhal por algum motivo, mas estava muito pouco interessado em cavalaria e combate. De fato, é fortemente demonstrado que Rhaegar estava muito mais interessado em tocar sua harpa e ler pergaminhos antigos.
De repente, tive um pensamento radical!
E se Rhaegar nunca quis ser um lutador, mas apenas o fez para conhecer Lyanna. E, portanto, fora esse torneio, ele preferisse apenas continuar tocando sua harpa !?
Essa ideia pode não ser verdadeira e não é realmente importante para a teoria deste ensaio. O que importa é que a harpa assomou-se em minha mente.
Foi quando a epifania me atingiu como uma bigorna:
É aquela maldita harpa.
A idéia rapidamente se formou: a harpa de Rhaegar seria central para estabelecer a autenticidade . Atende quase imediatamente a todos os requisitos que estabeleci acima, em um nível mais preciso e objetivo do que qualquer sugestão concorrente.
* * \*

A força de uma harpa

Então, como a harpa de Rhaegar atende aos três requisitos que eu expus na seção anterior?
  1. Como sabemos que é bem conhecido em Westeros?
  2. Como sua autenticidade pode ser confirmada, como um sinal da verdadeira herança Targaryen?
  3. Como podemos verificar se ela possui uma forte cadeia de custódia, indicando que não caiu nas mãos de um pretendente inescrupuloso?
  4. Como um objeto como a harpa realmente prova a herança do sangue?
Reconhecimento: Um Instrumento Bem Conhecido
Em primeiro lugar, existem muitos personagens importantes que fornecem lembranças ou observações específicas sobre a harpa de Rhaegar:
Quando se ouvia o príncipe tocar sua harpa com cordas de prata e cantar a respeito de penumbras, lágrimas e a morte de reis, era impossível não sentir que ele estava cantando sobre si e sobre aqueles que amava.
(ASOS, Daenerys IV)
Dany não conseguia abandonar o assunto.
– É sua a canção de gelo e fogo, disse meu irmão. Tenho certeza de que era meu irmão. Não Viserys, Rhaegar. Tinha uma harpa com cordas de prata.
O franzir de testa de Sor Jorah aprofundou-se tanto que as sobrancelhas se juntaram
– O Príncipe Rhaegar tocava uma harpa assim – ele anuiu. – Viu-o?
(ACOK, Daenerys IV)
De noite, o príncipe tocou a harpa de prata e a fez chorar. Quando lhe foi apresentada, Cersei quase se afogou nas profundezas de seus tristes olhos púrpura..
(AFFC, Cersei V)
No banquete de boas-vindas, o príncipe pegara sua harpa de cordas prateadas e tocara para eles. Uma canção de amor e perdição, Jon Connington se lembrou, e toda mulher no salão chorava quando ele abaixou a harpa.
(ADWD, O Grifo Renascido)
Cada um dos personagens mencionou especificamente a característica singular da harpa de Rhaegar: suas cordas de prata (Cersei se refere ao instrumento como uma 'harpa de prata', completamente de prata).
Não estamos sequer contando os inúmeros outros óbvios que viram a harpa em qualquer uma das muitas apresentações de Rhaegar.
Dada toda essa ênfase, parece inteiramente razoável concluir que a harpa de Rhaegar poderia ser facilmente reconhecida por vários (talvez muitos) personagens de Westeros.
Dito de outra forma:
A harpa de Rhaegar é facilmente reconhecida por sua característica singular: suas cordas de prata.
Muitos personagens específicos viram e lembram distintamente desse detalhe.
Existem muitos outros personagens inominados que viram a harpa também.
Assim, cumprimos nosso primeiro requisito, a harpa é realmente bem conhecida em Westeros.
* * *
Autenticidade: o sinal de um príncipe Targaryen
O segundo critério é verificar se a harpa é realmente um sinal de ascendência Targaryen.
O maior problema aqui é o óbvio: possuir a harpa (ou qualquer relíquia semelhante) não estabelece automaticamente a linhagem Targaryen . Um ladrão de sepulturas não pode se proclamar descendente de um faraó simplesmente porque saqueou uma tumba egípcia.
Isso cria um problema óbvio para a teoria da harpa (ou qualquer outra teoria de ancestralidade das relíquias de Targaryen). A resolução desse problema requer duas coisas:
É justo dizer que existem vários artefatos dos Targaryen que, após inspeção cuidadosa, podem ser reconhecidos como autênticos: as espadas valirianas, as coroas de Targaryen e assim por diante. No entanto, a maioria deles está ausente da história há décadas, o que significa que há cada vez menos pessoas que continuam vivas para garantir sua autenticidade.
Da mesma forma, outras teorias sobre os objetos existentes que conferem legitimidade também são igualmente dificultadas pela incapacidade de estabelecer sua autenticidade. A idéia popular de que uma capa nupcial Targaryen possa existir, indicando uma união legítima entre Rhaegar e Lyanna, é vulnerável às perguntas extremamente básicas de "Quem realmente a fez?" e "Por que nunca vi isso antes?". Um argumento subseqüente é que qualquer objeto ou evidência que exista também deve ser difícil de falsificar ou replicar.
Essencialmente, o que você precisa é de um objeto que possa ser reconhecido como autêntico por vários indivíduos vivos. Também seria de grande valor se esses indivíduos representassem conjuntos de interesses múltiplos e distintos. Muito parecido com um álibi ou um conjunto de testemunhas de um crime, você não deseja coletar seus fatos de fontes tendenciosas: as pessoas têm muito mais probabilidade de apoiar a autenticidade se sentirem que a afirmação disso é verdadeira e objetiva.
Como observei na seção anterior, a harpa de Rhaegar certamente se qualifica como um objeto que sabemos ter sido visto por muitas pessoas que ainda vivem (muitas delas relativamente jovens). Também foi expressamente mencionado por vários personagens diferentes e opostos. Isso reforça a noção de que esses personagens saberiam que a harpa autêntica seria verdadeira, mesmo que sua posição pública fosse diferente. Também ajuda que os leitores tenham recebido uma descrição da harpa com relativa distinção; assim, os leitores também estão em posição de apreciar a suposta validade de uma harpa.
Então você pode ver que a harpa de Rhaegar tem o status singular de ser uma relíquia quase certamente: afiliada aos Targaryens, reconhecida como autêntica por muitos senhores e senhoras vivos vivos, de diferentes alianças, e pelos próprios leitores.
* * *
Domínio: Uma Cadeia de Custódia
Mesmo que haja consenso entre personagens sobre a autenticidade da harpa, ela não prova nada. Se uma relíquia não prova linhagem, o que provaria? Por que então uma relíquia seria valiosa?
Para estabelecer qualquer confiança de que a propriedade da harpa implica hereditariedade, primeiro devemos mostrar que a harpa não estava em uma posição em que um pretendente inescrupuloso possa tomá-la. Devemos mostrar que ele passou de Rhaegar para seu novo proprietário por meio de um método que não apresentava exposição ou risco de adulteração.
Além disso, a posse ou o recebimento da harpa por qualquer requerente deve ser testemunhada. Especificamente, isso deve ser testemunhado por indivíduos cuja autoridade e honra estão além da censura.
O que isso significa para a harpa é que, onde quer que esteja (se ainda existir), sua aquisição deve ser documentada ou observada por vários senhores proeminentes de Westeros. Também deve ser demonstrado que a harpa esteve em um local onde podemos confiar que não foi violada ou perturbada por falsos pretendentes. Assim, dada a ausência de um verdadeiro dono Targaryen, documentado ou verdadeiro, o melhor lugar para a harpa seria em um cofre ou túmulo de algum tipo. Um que poderia ser razoavelmente determinado como não sendo adulterado.
Dado que a harpa ficou invisível há anos, sua cadeia de custódia seria melhor determinada caso a harpa tivesse sido mantida em segurança em um cofre ou outro equivalente confiável.
Se, de fato, a harpa está localizada em um cofre, túmulo ou outra forma de proteção fisicamente segura; com seu depósito e saque legalmente testemunhados por um quorum de senhores; podemos ter razoável certeza de que o histórico da harpa não está contaminado.
* * *
Patrimônio: Estabelecendo uma Conexão de Sangue
Mesmo que um personagem acredite que a harpa é real e tenha uma sólida cadeia de custódia, isso não significa que quem a tiver recebe automaticamente a herança Targaryen.
Isso seria verdade para qualquer objeto destinado a estabelecer a legitimidade de uma pessoa.
Para tanto, seu objeto deve estar em conformidade com um dos seguintes itens:
Não há indicações ao longo dos livros de que a própria harpa possa apontar para qualquer sucessor. Isso poderia ser dito de qualquer evidência, seja uma capa, uma espada ou uma coroa.
Naturalmente, isso significa que deve haver algo mais que confira ancestralidade sanguínea. A harpa então atua como alavanca, aumentando a validade da reivindicação e, no melhor dos cenários, estabelecendo o que poderia ser razoavelmente chamado de "preponderância de prova".
Embora a descoberta da harpa possa colocar muitas pessoas a ponderar, ela não estabelece relações de sangue por si só. Alguma outra evidência precisa ser usada.
No entanto, a harpa pode ajudar drasticamente a legitimidade dessa evidência.
Discuto essa possibilidade em uma seção posterior deste ensaio. Por enquanto, vamos deixar de lado a questão.
* * \*

Um instrumento deixado para trás

Agora eu gostaria de compartilhar a história de como a harpa de Rhaegar acaba no túmulo de Lyanna.
Primeiro, reconheço que não posso provar dedutivamente que a harpa está no túmulo de Lyanna. Em vez disso, especulei sobre as circunstâncias que a levaram a estar lá, com um alto grau de confiança na resposta resultante. Eu então ponderei essa teoria contra alternativas usando as noções de 'menos complicado' e 'mais relevante para a narrativa' para chegar à conclusão de que isso é mais provável do que qualquer alternativa. É uma peça do quebra-cabeça que resolve mais partes do quebra-cabeça do que qualquer outra opção.
As circunstâncias e os motivos a respeito de como a harpa acaba no túmulo de Lyanna são melhor descritos como uma sequência de eventos:
Primeiro, Rhaegar deixou a harpa na Torre da Alegria
Rhaegar adorava tocar sua harpa. É algo que todo mundo familiarizado com ele diz. Ele foge com Lyanna por quase um ano antes de retornar a Porto Real e subsequente ruína no Tridente. É improvável que Rhaegar deixasse sua harpa para trás quando se dirigiu para a Torre da Alegria.
Após a eclosão da rebelião de Robert, parece que ele esperou até ficar claro que Lyanna estava grávida. Supondo que ele planejasse voltar, é provável que ele não levasse à guerra coisas que ele não planejava usar ou pudesse pegar de volta. Levá-la à guerra ou a Porto Real também coloca em risco de ser destruída caso ele a perca. Ele também pode ter deixado-a para trás como um símbolo para Lyanna de sua afeição e da promessa de voltar.
No mínimo, não houve menção a ela em nenhum momento durante ou após a Rebelião de Robert , o que implica que ela desapareceu em algum ponto. Dado que a harpa sempre foi mencionada como estando na posse de Rhaegar, é lógico que ele estava no controle da disposição da harpa. Embora seja verdade que a harpa poderia simplesmente ter sido destruída no Tridente, alguém poderia imaginar que Rhaegar teria agido para impedir que a harpa chegasse perto da batalha, e se a harpa foi mantida no acampamento de Rhaegar, por que não há menção de como foi descartada?
Além disso, Rhaegar pode ter calculado as chances de sua própria morte. É interessante notar pelas citações acima que Rhaegar não estava interessado em torneios e até foi derrotado neles. Talvez realmente seu treinamento militar se limitasse àquilo que tivesse relação com os segredos que ele descobriu em seus pergaminhos. Tendo em conta que o lugar em que ele venceu mais proeminentemente foi em Harrenhal, parece razoável que ele apenas tenha participado na medida em que aquilo se adequasse a quaisquer profecias que ele houvesse descoberto.
Isso talvez seja um indício de que Rhaegar sabia que Robert poderia derrotá-lo, tanto por ter sido derrotado em torneios antes, quanto pelo fato de que talvez as profecias de Rhaegar indicassem que sua vitória em Harrenhal era o que importava, e não sua vitória no Tridente. Considerando-se que Rhaegar não mostra tal fatalismo em sua conversa final com Jaime, estou inclinado a acreditar que Rhaegar não tinha certeza do resultado glorioso da batalha e havia se preparado de acordo.
A harpa também é uma ferramenta poderosa . Deixá-la para trás também pode ter sido uma tentativa deliberada de deixar um dispositivo que de alguma forma poderia ser usado posteriormente por aqueles que sobreviveram a ele. Isso seria particularmente verdadeiro se Rhaegar pensasse que a harpa poderia ser usada para estabelecer seu consentimento ou a afirmação de algum tipo de evento ou agenda controversa. Isso pareceria particularmente provável se estivesse convencido de que o referido evento ou agenda era fundamental para as profecias com as quais ele era tão fiel.
Considerando-se os argumentos extremamente persuasivos para Jon Snow ser filho de Rhaegar e Lyanna, começa-se a suspeitar que Rhaegar pode ter deixado a harpa para trás como parte de um esquema para estabelecer a hereditariedade ou legitimidade de Jon.
Isso seria baseado no fato de que sua harpa é tão singular que sua presença no lugar errado sugeriria uma conexão com Rhaegar. Se Lyanna - supostamente sequestrada por Rhaegar - tivesse surgido com um bebê recém-nascido e, entre outras evidências, a harpa, teria sido um argumento convincente.
No entanto, isso não aconteceu. Lyanna morreu na Torre da Alegria. Nenhuma criança, harpa ou pretensão surgiu.
Em vez disso, sabemos o que realmente aconteceu: a Batalha do Tridente, a luta na Torre da Alegria. Prometa-me, Ned ; e uma cama de sangue.
Ou não sabemos?
* * *
O pedido de Lyanna no leito de morte
"Prometa-me, Ned."
Imagine alguém dizendo para você "Prometa-me, ". Imagine isso sendo dito várias vezes.
Se você é como eu, a coisa mais imediata que vem à mente é alguém pedindo que você faça algo que você relutaria em fazer ou algo em que eles não confiam que você fará.
Por exemplo, "Prometa que vai limpar essa bagunça" normalmente significa "Eu sei que você não quer fazer isso, mas por favor limpe essa bagunça".
Isso leva a um conjunto bastante óbvio de observações:
As pessoas não exigem que uma pessoa prometa fazer algo que ela faria naturalmente.
Precisamente o oposto, eles exigem a promessa de uma pessoa de fazer algo desconfortável, arriscado, inconveniente ou prejudicial.
Assim, a promessa de Ned a Lyanna provavelmente envolvia algo que não era fácil para ele.
Como outras teorias apontam, pedir para ser enterrado nas criptas de Winterfell parece ser um desejo mundano e prescindível de se fazer em seu leito de morte (um ponto que parecerá irônico depois que você ler essa teoria). Lembre-se de dois pontos que minam essa ideia:
1. A família Stark tem sido enterrada nas criptas de Winterfell há gerações, incluindo parentes como irmãos e irmãs.
[...] estavam agora quase no fim, e Bran sentiu-se submergir em tristeza. – E ali está o meu avô, Lorde Rickard, que foi decapitado pelo Rei Louco Aerys. A filha Lyanna e o filho Brandon estão nas sepulturas ao seu lado. Eu, não, outro Brandon, irmão do meu pai. Não era previsto que tivessem estátuas, pois issoé só para os senhores e reis, mas meu pai os amava tanto que as mandou fazer.
(AGOT, Bran VII)
2. Somente os Senhores de Winterfell e os Reis do Inverno anteriores têm estátuas.
É difícil imaginar que a promessa de Lyanna consistisse em pedir uma estátua a Ned em sua homenagem. Como mencionei, esse é um desejo aparentemente mundano e estúpido. E sinceramente um que Ned realmente teria pouca dificuldade em manter.
Portanto, parece inteiramente plausível, até lógico, que a promessa de Ned a Lyanna envolvesse algo diferente de sua estátua. Certamente algo de uma magnitude mais desconfortável para Ned. E é isso que ajuda a impulsionar as especulações subseqüentes.
Mais do que tudo, Ned odeia ver crianças mortas.
Ned ama muito sua família e está disposto a sofrer severos castigos e desonras quando necessário para proteger seus filhos. Mas isso vai além de sua carne e sangue: observe como ele luta fortemente contra a exigência de Robert de que uma Daenerys grávida seja morta, e como ele arrisca tudo e confronta Cersei sobre seu incesto, tudo porque ele quer evitar danos aos filhos dela.
Não tenho dúvidas de que, mesmo que Lyanna não tivesse pedido, Ned teria acolhido Jon. Não importa quantos desafios ele teria que enfrentar ao adotar Jon, ele o faria.
A promessa de Ned a Lyanna não envolvia criar Jon, já que Ned faria isso de qualquer maneira.
Mas voltando ao que eu disse sobre a natureza de pedir promessas aos outros, Lyanna provavelmente pediu que ele fizesse algo que ele estava apreensivo. O que parece provável é que ela estivesse pedindo para que ele preservasse a herança de Jon, para ser um dia compartilhada com Jon ou outras pessoas, algo que Ned nunca iria querer fazer .
Mais do que tudo, a promessa de Ned envolvia algo que colocaria em risco uma criança.
A criança mais relevante seria o filho em potencial de Lyanna.
A tarefa que colocaria o filho de Lyanna em maior perigo seria estabelecer sua herança. Especialmente se essa criança fosse legítima.
Lembre-se de que Ned já sofreu a perda de seu pai, seu irmão, possivelmente do meio-irmão e da meia-irmã de Jon, e estava testemunhando a morte de sua irmã. Qualquer homem são ficaria compreensivelmente traumatizado. Ele viu muita morte e guerra; muitas crianças mortas.
Com o aparente fim da dinastia Targaryen consolidado, não haveria razão prática para contar a Jon sua ascendência. Fazer isso só reabriria as feridas que estavam começando a curar (naquela época), mancharia a imagem de Lyanna para o reino e provavelmente resultaria na morte de Jon, tanto como Targaryen quanto possivelmente como um pretendente bastardo (pense que a natureza de sua família lembra os bastardos da Rebelião Blackfyre). No mínimo, o desejo de Robert por sangue Targaryen exigiria a morte de Jon.
Existem várias razões possíveis para Lyanna querer que Jon conheça sua linhagem :
Eu suponho que Ned argumentaria verbalmente que nunca contaria a Jon, ou que Lyanna sabia implicitamente que ele não queria. Estou inclinado a acreditar na primeira opção, que Ned iria contra o pedido de Lyanna falando sobre as mortes de Aegon e Rhaenys. Talvez então Lyanna simplesmente exigisse uma promessa ou depois o enganasse de alguma maneira.
* * *
[Continua nos comentários]
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